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quinta-feira, 26 de março de 2015

Ricardo Motta solicita revitalização do Canal do Pataxó

O deputado estadual Ricardo Motta (PROS) protocolou requerimento solicitando à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) a revitalização do Canal do Pataxó, no Vale do Açu. O canal faz a transposição de águas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves para o rio Pataxó e apresenta diversos vazamentos ocasionando desperdício ao longo dos seus nove mil metros de extensão.

“O problema vem se prolongando há anos, prejudicando centenas de agricultores. O canal ainda atende projetos irrigados em torno de quase três mil hectares”, justificou o deputado Ricardo Motta.

O último orçamento elaborado, ainda em 2011, pela SEMARH para a realização da obra foi de R$ 243 mil. Mas nenhuma ação efetiva foi tomada. Desde então, os problemas só têm se agravado. As comunidades localizadas em Ipanguaçu - de Pau de Jucá, Lagoa de Pedra, Picada, Itú, Porto, Sacramentinho e Japiaçu - são as mais prejudicadas.

terça-feira, 24 de março de 2015

Prefeito de Ipanguaçu convoca defesa civil para avaliar riscos após a sangria do açude de Pataxó

Nas últimas horas açude recebeu grande volume de água. Convocação abre trabalhos para execução do plano de contingência.  
Foto: Ronicley Melo//Prefeitura 
As fortes chuvas que caíram sobre a região do Vale do Açu deste esse último sábado, 21, fizeram os açudes do estado atingirem a capacidade máxima, um deles é o açude público de Pataxó, localizado no município de Ipanguaçu, a 214 km de Natal.

O açude que tem capacidade de 24.500.000m³ de água teve a sangria registrada por volta das 8:16 da manhã desta terça-feira, 24. Ao longo do dia o reservatório vem registrando crescimento no volume de água. Isso porque as águas do açude no município de Angicos desaguam para o afluente. 

Foto: Niely Lopes// Cedida 
O prefeito Leonardo Oliveira, convocou uma reunião com todos os secretários, auxiliares e a comissão de Defesa Civil municipal. Reunião aconteceu nessa tarde de terça-feira, 24, na sede da Prefeitura. Na pauta o gestor municipal avaliou a situação que o município vivência nas últimas horas, como também discutiu a execução do plano de contingência contra possíveis inundações.

Ipanguaçu tem sido vítima das águas há décadas, a última cheia registrada foi em 2011. Mesmo com poucos recursos, a Prefeitura realizou no mesmo ano a limpeza do leito do assoreado Rio Pataxó. Os efeitos foram notáveis já que o número de desabrigados em 2011 cairão em 90% do total registrado em 2009. Embora o trabalho tenta reduzir os problemas, naquele ano mais de 160 famílias tiveram que deixar suas casas e mais de 2 mil famílias ficaram isoladas em 13 comunidades rurais, deixando ainda quilômetros de estrada danificadas, além de prejuízos que ultrapassaram os R$ 2 milhões.

Foto: Niely Lopes// Cedida
Segundo o coordenador municipal da Defesa Civil, Genilo Rodrigues dos Santos, o momento agora é estável, e requer atenção em busca de prevenir qualquer outra anormalidade. “Estamos em atenção, porque em menos 72h o açude recebeu um volume de água muito grande, já que ele estava com sua capacidade com menos de 28%. Mas não há alerta algum neste momento. O momento é de acompanhar criteriosamente”, analisa.

Segundo dados do pluviométrico do Instituto Técnica e Extensão Rural (EMATER) instalado no centro da cidade em parceria com a Prefeitura, as chuvas registraram desde o sábado. um volume de água 158,5mm. 

O prefeito Leonardo Oliveira, disse durante a reunião, que o município está à disposição da defesa civil para qualquer eventualidade, e espera que as chuvas que chegam ao município venham amenizar a estiagem dos últimos anos, na qual trouxe prejuízos as famílias do meio rural. “Ficaremos dando toda a assistência a defesa civil, a Secretaria de Assistência Social acompanhará todo esse momento em conjunto com as demais secretarias. As águas que chegam do Rio Pataxó, abastecerá ainda a lagoa de Ponta Grande, na comunidade de Porto, que esta bastante seca, acreditamos que com isso, as águas não venham atingir a cidade”, destaca o gestor. 

Foto: Niely Lopes// Cedida

Até às 16h30h da tarde desta terça, segundo a defesa civil local as águas do açude de Pataxó, registrava uma lâmina de 40 cm. Nesta quarta-feira, 25, a Defesa Civil volta a se reunir durante a manhã na sede da Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social (SEMTHAS).

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Ricardo Motta alerta sobre crise gerada pela obstrução dos canais Piató e Pataxó




Crédito da foto: Eduardo Maia

O presidente da Assembleia Legislativa do RN (ALRN), deputado Ricardo Motta (PROS), falou sobre a gravidade da seca e do problema de abastecimento que vem afetando diversos municípios potiguares.

O parlamentar citou especificamente as comunidades do município de Assu atingidas pela obstrução dos canais do Piató e Pataxó. A Lagoa do Piató é fonte de renda para dezenas de famílias que vivem da pesca, é também espaço de lazer e está quase seco por conta da obstrução do canal.

Ricardo Motta disse que em alguns municípios “é praticamente lama” o que está saindo das torneiras. “Queremos sensibilizar os governos federal e estadual para esse problema”, afirmou.

O deputado afirmou que irá reivindicar, à Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, a liberação de recursos para a restauração dos canais, cujo projeto está pronto, mas não foi executado. Ricardo Motta afirmou que irá apresentar emenda ao Orçamento Geral do Estado (OGE 2015) para assegurar que seja feita a restauração do canal.

O projeto está pronto, mas nunca foi executado. “Vou lutar, até o limite das minhas possibilidades, pela liberação dos recursos para a obra. Caso não seja possível viabilizar ainda este ano, me comprometo a apresentar emenda ao Orçamento Geral do Estado de 2015 para assegura que finalmente seja feita a restauração do canal”, afirmou Ricardo Motta.

Pataxó
O canal do Pataxó, que leva água para beneficiar centenas de agricultores, está com um trecho de 22 metros quebrado obstruindo a passagem da água para dezenas de pequenas propriedades e deixando de secos diversos reservatórios. São cerca de 800 pessoas prejudicadas.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Prefeito Leonardo Oliveira recebe confirmação de que governo vai recuperar Canal do Pataxó, mas prazo é incerto


O prefeito recebeu a confirmação de que o SEMARH irá realizar a recuperação do Canal do Pataxó, mas gestor fala que prazo ficou indefinido. 

Ao longo dos 9 mil metros de extensão construído, o Canal do Pataxó apresenta há mais de dois anos diversos vazamentos e problemas em sua estrutura. O canal que leva água da Barragem Armando Ribeiro para o leito do rio Pataxó, é um dos principais rios que atende os produtores rurais do município, que já sofrem com a escassez de água no rio. 

O prefeito Leonardo Oliveira recebeu a ligação do Secretário Estadual dos Recursos Hídricos, Leonardo Rêgo, que afirmou que a Governadora autorizou o inicio dos trâmites burocráticos para que a recuperação seja realizada. “O governo só não nos deu prazo algum. O secretário disse que como a SEMARH não tem dotação orçamentária para a execução da obra, enviaria o projeto para a Secretaria de Planejamento, aguardando assim um retorno para que possa dar sequência. Esperamos que esse retorno possa ser o quanto antes, visto a necessidade da população” destaca o prefeito. 

As obras para a recuperação estão orçadas em 243 mil reais, aguardando o aval do governo desde 2011, ano em que os problemas tem se intensificado. No município as comunidades de Pau de Jucá, Lagoa de Pedra, Picada, Itú, Porto, Sacramentinho e Japiaçu, são as mais prejudicadas, em situações em que à locais nas quais é visível ver só os bancos de areia, que aparecem com a redução do volume d’água. 

Para Leonardo não há mais o que esperar, visto a gravidade a cada dia. “Centenas de famílias precisam da água deste rio para tirar sua sobrevivência. Sabemos que o RN sofre com a escassez do liquido, mas por outro lado ao longo dos 9 mil metro o que estamos vendo é perda constante d’água diante dos vazamentos", conclui o gestor, "estão esperando que tudo seque de vez?". 



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira cobra do Secretário Estadual dos Recursos Hídricos recuperação do Canal do Pataxó

Obras de recuperação está orçado em 243 mil reais e aguar aval do governo desde 2011. 
Em busca de sensibilizar o Governo do Estado, o prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira, Secretários, Vereadores, agricultores do município além do Deputado Estadual Fernando Mineiro, participaram no fim da manhã desta quarta-feira (09) na sede da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH), em Natal, de uma audiência com o Secretário da pasta Leonardo Rêgo. 

Na pauta da audiência estiveram os problemas enfrentados pelos agricultores rurais com a escassez de água no Rio Pataxó, acarretado pelos vazamentos no canal que leva água da Barragem Armando Ribeiro para o leito do rio Pataxó ao longo dos 9 mil metros de extensão construído.

O prefeito do município apresentou ao Secretário Leonardo Rêgo os problemas enfrentados pelos ribeirinhos com o relatório fotográfico sobre a situação existem. O prefeito solicitou o apoio para que reparos possam ser realizados de forma emergência, visto que o caso se arrasta a mais de dois anos. “Esse problema vem arrastando há anos, já está elaborado pelos próprios técnicos da Semarh um projeto para a recuperação, mas o governo resiste. Milhões de litros de água são desperdiçados ao longo do caminho, lagoas estão sendo formada com o desperdício, água essa que deveria desagua no leito do Rio Pataxó”, afirma o prefeito Leonardo Oliveira. 

Nas comunidades como Pau de Jucá, Lagoa de Pedra, Picada, Itú, Porto, Sacramentinho e Japiaçu, há local onde não há mais água e já é possível ver só os bancos de areia. 

Durante a reunião agricultores que integraram a comitiva, falaram ao Secretário das dificuldades. O agricultor Fonseca Filho disse que “o pouco que investimos pode ser perdido, peço como pai de família que possa se tomar uma decisão com tudo isso. O que ganhamos dar apenas pra sustentar as nossas famílias” disse o agricultor da comunidade de Japiaçu. 

O Secretário Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Leonardo Rêgo, disse que se reunirá com a governadora Rosalba Ciarline nesta quinta (10) às 16h e apresentará o pleito a chefe do executivo afim de que medidas possam ser tomadas, “é legitima o pleito apresentado, levarei a governadora a fim de uma resposta para que o projeto possa ser executado, mas é conhecimento de todos que estamos passando por problemas financeiros, mas darei um retorno ao prefeito sobre o que poderá ser feito” fala o secretário durante a reunião. 

O projeto para a recuperação do Canal do Pataxó está orçado em 243 mil reais, e vem aguardando despacho do Governo Estadual deste o ano de 2011.

Participaram da reunião também o Secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Ipanguaçu, Mario Silvério, os Vereadores Geraldo Paulino, Remo Fonseca, Luzineide Cavalcante, Tunefis Morais, o presidente do Sindicato dos Pescadores Francinaldo Gonzaga Bento, Joildo Lobato, e os agricultores representantes das comunidades Francisco Felisberto (Lagoa de Pedra), Antônio Humberto de Alcântara (Pau de Jucá) e José Maria (Picada).

sábado, 6 de julho de 2013

Prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira viaja à Brasília na segunda para tratar da Obra do Rio Pataxó


O prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira viaja na segunda-feira, dia 08, para Brasília a fim de acompanhar os convênios e projetos como pavimentação, ginásio de esportes, construção de poços artesianos que estão em andamento pelos órgãos do Governo Federal, mas em especial o prefeito deverá ver pessoalmente a situação dos recursos assegurados para a macrodrenagem do Rio Pataxó que está orçado em R$ 7,3 milhões com o Ministério da Integração Nacional. 


Prefeito viaja a Brasília afim de acompanhar os convênios, projetos, entre eles o do Rio Pataxó.

Leonardo disse que se encontrará com a Deputada Fátima Bezerra para que o município não perca os recursos já assegurados, o motivo para que haja está possibilidade é que o prazo para inicio do processo da obra encerará no fim deste mês. “Os recursos para a primeira etapa do projeto de macrodrenagem do rio é o primeiro passo para que a água não venha a invadir as residências na zona urbana e deixe ilhadas as famílias na zona rural” fala o prefeito. 

Na última cheia em 2011 registraram-se diversas perdas na agricultura, na infra estrutura das casas que desabrigaram centenas de famílias e isolaram milhares de pessoas em diversas comunidades rurais, gerando prejuízos às empresas de fruticultura instaladas em Ipanguaçu e aos agricultores rurais, danos que ultrapassaram os R$ 8 milhões. 

Apenas a dois meses do prazo, a Prefeitura tomou conhecimento que o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) passou a responsabilidade para a exclusão da obra para a Defesa Civil Nacional. 

O gestor conta que teme que a cidade possa ser penalizada, perdendo os recursos da obra. “É um anseio antigo de todos os ipanguaçuenses o fim destas inundações que todos os anos expulsão os moradores de suas casas. Fico sem entender porque o governo do estado não agilizou este projeto. Viajo a Brasília com esperança de que o prazo possa ser prorrogado” conta o prefeito Leonardo que retorna de Brasília no dia 12. 

Leonardo ainda participará da XVI edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios que ocorrerá entre os dias 8 a 11 de julho.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Leonardo participa de programa de rádio e ver despreparo no governo do RN para administrar os recursos


O prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira participou ontem à noite (14) na Rádio Princesa do Vale do Programa Panorama do Vale, apresentado pelo radialista Jarbas Rocha. Durante uma hora o prefeito do município de Ipanguaçu destacou o seu trabalho a frente do governo municipal e as dificuldades com a seca. 

Leonardo destacou o enfrentamento que os agricultores estão tendo com a estiagem, que segundo dados é a maior já registrada dos últimos 40 anos, para o gestor a Prefeitura está em um momento em que tem dado apoio aos agricultores para passar por este momento difícil, mas critica Governo do Estado com transmites para aplicação dos recursos do Governo Federal, “mais uma vez tudo fica parado nas instancia do governo do estado, e quem sai prejudicado é os agricultores e o prefeito que tem que resolver o problema com os poucos recursos que utiliza para administrar. Acredito que seria de fundamental importância que esses recursos os municípios administrassem porque sabemos a real situação da população” disse o prefeito que ainda lamentou a falta de comunicação do estado com as obras do Rio Pataxó que está assegurado os recursos na ordem de R$ 7,3 milhões com o Ministério da Integração Nacional. 

“Estive junto com a Deputada Fátima e a Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti conversando sobre o projeto quando esteve no estado, pedimos o prorrogamento para que o município não seja penalizado por falta de preparo do governo Rosalba. Ficamos sabendo apenas a poucos meses que o governo do RN passou o projeto a ser executado pelo DENOCS, um projeto importante que terá um impacto não só na vida da população, mas na economia, porque as cheias trazem um prejuízo milionário ao município” falou o prefeito. 

Só em 2011 quando ocorreram as últimas inundações, registraram-se diversas perdas que devastaram plantações, invadiram casas, desabrigaram centenas de famílias e isolaram milhares de pessoas em diversas comunidades rurais, gerando prejuízos às empresas de fruticultura instaladas em Ipanguaçu e aos agricultores rurais, danos que ultrapassaram os 8 milhões de reais. 

O gestor de Ipanguaçu ainda falou sobre as obras que estão sendo executadas na cidade e respondeu perguntas dos ouvintes. O programa Panorama do Vale vai ao ar de segunda a sexta-feira das 18 às 19hs.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Prefeito de Ipanguaçu reúne-se com secretário do Estado de Recursos Hídricos para discutir o projeto de desassoreamento do Rio Pataxó



O prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira esteve na manhã de hoje (16) na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), acompanhado da Deputada Federal Fátima Bezerra e do Deputado Estadual Fernando Mineiro, a fim de discutir sobre o desassoreamento do Rio Pataxó com o novo secretário da Semarh, Leonardo Nunes Rêgo. 

Leonardo cobrou explicações ao novo secretário sobre o convênio firmado em 2011 para o desassoreamento do rio Pataxó, que está orçado em R$ 7,3 milhões que foram captados através do projeto da deputada Fátima Bezerra, ficando a cargo do governo do estado o processo licitatório e execução da obra. 

“O secretário comprometeu-se em pedir a prorrogação do prazo para início da execução da obra de desassoreamento do Rio Pataxó ao Governo Federal, o prazo limite encerra em julho deste ano. Lamentamos o fato do governo do estado não ter se preocupado com uma obra tão importante, não só para os ipanguaçuenses, mas para todo o Vale do Açu e para a economia do RN, pois o município gera emprego e renda a centenas de famílias nas empresas agrícola que perdem milhões por causa das cheias na nossa cidade” disse o prefeito Leonardo Oliveira. 

A Deputada Federal Fátima Bezerra solicitou ao secretário atenção a esse projeto para que o sofrimento das famílias do município de Ipanguaçu não venha mais repetir-se e que possa ser aproveitado o momento da estiagem para a execução da obra. “Não podemos aceitar que venham a chuva e as inundações, trazendo prejuízos à população e à economia local. É de fundamental importância que a obra possa sair logo, adequado-se ao período de estiagem e às condições climatológicas da região” destaca a deputada que acompanhara os tramites para a prorrogação do prazo em Brasília. 


Só em 2011, em que ocorreram as últimas inundações, registrou-se diversas perdas que devastaram plantações, invadiram casas, desabrigaram centenas de famílias e isolaram milhares de pessoas em diversas comunidades rurais, gerando prejuízos às empresas de fruticultura instaladas em Ipanguaçu e aos agricultores rurais, danos que ultrapassaram os 8 milhões de reais. 

O gestor municipal solicitou ainda que a Semarh possa colocar em prática também a recuperação do Canal do Pataxó, que transporta água da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves para o Rio Pataxó e que deflagra ao longo de sua estrutura diversas rachaduras e perfurações, nas quais a água ‘se perde’ antes de chegar ao seu destino na extensão de 9km. Segundo o secretário Leonardo Nunes, o projeto para a reforma do canal está passando pela adequação orçamentária.

sábado, 6 de abril de 2013

Fernando Mineiro participou de reunião sobre canal do Pataxó

Uma comissão do município de Ipanguaçu, acompanhada pelo deputado estadual Fernando Mineiro (PT), participou nesta sexta-feira (5) de audiência com o secretário estadual de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Leonardo Rêgo.

Em pauta, a recuperação do canal do Pataxó e a macro-drenagem do rio Pataxó. 

Foto: Assessoria do deputado Fernando Mineiro

A comissão reivindicou também a instalação de poços artesianos no município e a recuperação da parede do açude Pataxó. Eles relataram ao secretário que vários poços foram perfurados, mas ainda não estão em funcionamento. 

O secretário Leonardo Rêgo recebeu as demandas, ouviu as reivindicações e se comprometeu a tomar providências. Mineiro lembrou que essa pauta já havia sido apresentada ao governo anteriormente, sem que ainda tenha havido uma solução.

Por Samuel Júnior

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Reservatórios do Seridó começam a ficar abaixo de 50% de capacidade total


Segundo dados coletados pela secretaria de Recursos Hídricos, entre os meses de outubro e novembro, os reservatórios do Seridó começaram a ficar abaixo de 50% de sua capacidade de armazenamento.
É o caso do açude Itans (41,11%), barragem Passagem das Traíras (37, 42%) e Boqueirão de Parelhas (44,61%). Mas há situações mais drásticas, como o Zangalheras de Jardim do Seridó (23,59%) e Dourado de Currais Novos (25,56%).
Confira as últimas medições realizadas pela SEMARH nos reservatórios do Seridó:
ReservatórioMunicípioCapacidadeVolume AtualV. Atual
(m³)(m³)(%)
Boqueirão Parelhas84.792.11937.829.01244,61%
ItansCaicó81.750.00033.605.50041,11%
SabugiS. João do Sabugi65.334.88019.427.37429,74%
Passagem das TraírasS. José do Seridó49.702.39411.900.74123,94%
Marechal DutraAcari44.421.48019.115.09543,03%
CruzetaCruzeta35.000.0009.277.50026,51%
CarnaúbaS. João do Sabugi25.710.9006.886.15026,78%
PataxóIpanguaçu24.500.00012.410.55850,66%
EsguichoOuro Branco21.709.3457.487.33634,49%
DouradoCurrais Novos10.321.6002.638.57225,56%
Caldeirão de ParelhasParelhas10.195.6002.125.92420,85%
ZangarelhasJardim do Seridó7.916.0001.867.18123,59%
AlecrimSantana do Matos7.000.0002.740.00039,14%

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Prefeito de Ipanguaçu se reúne com Secretário de Estado dos Recursos Hídricos para cobrar reparos ao Canal do Pataxó


O Prefeito de Ipanguaçu, Leonardo Oliveira, se reuniu nesta terça-feira (17) com o secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Gilberto Jales, em Natal. Acompanhado por agricultores e sindicalistas, o prefeito cobrou do governo estadual que sejam tomadas as devidas providências para normalizar o abastecimento de água do Rio Pataxó. Perenizado pelo canal de mesmo nome, o rio se encontra seco em diversos pontos por conta de danos estruturais e desvios irregulares.


De acordo com Leonardo Oliveira, o secretário Gilberto Jales se comprometeu a enviar uma equipe técnica ao município até a próxima sexta-feira (20), para que seja realizada uma vistoria no Canal do Pataxó. “O secretário ouviu nossas palavras e dos agricultores, entendeu a gravidade da situação. Atualmente, cerca de 200 agricultores ipanguaçuenses sofrem adversidades causadas pela escassez de água, e isso demanda ações imediatas”, afirma o prefeito.

Com 09 quilômetros de extensão, o Canal do Pataxó transporta águas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves para o Rio Pataxó. O problema é que ao longo de sua estrutura há diversas rachaduras e perfurações, através dos quais a água se perde antes de chegar ao seu destino, além de vários desvios irregulares de água para propriedades particulares. Agravando esta situação, no ano passado houve um grande rompimento na parede do canal. A Caern fez um conserto provisório, com canos estreitos, que ainda estão por lá, diminuindo a vazão da água.

“O Canal do Pataxó precisa de uma manutenção urgentemente. Os agricultores relataram ao secretário que até a comporta que regula a passagem da água esta danificada. Esperamos que após essa vistoria dos técnicos da SEMARH os serviços sejam iniciados e concluídos o mais rapidamente possível”, frisou o prefeito.

A irregularidade das chuvas neste período, aliado aos problemas no Canal do Pataxó, fizeram com que o município de Ipanguaçu integrasse a lista de 139 cidades norte-rio-grandenses em situação de emergência provocada por estiagem.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Danos no Canal do Pataxó e chuvas irregulares causam seca e transtorno aos agricultores de Ipanguaçu, que cobram providências do Estado

Cercado por dois rios, há um ano o município de Ipanguaçu sofria as consequências de enxurradas causadas pelas fortes chuvas que se abateram na região do Vale do Açu, desabrigando famílias e provocando grandes prejuízos. De meados do segundo semestre até os dias atuais o problema que atormenta especialmente os agricultores é o extremo inverso: seca. Ipanguaçu integra a lista de 139 cidades norte-rio-grandenses em situação de emergência provocada por estiagem.


Além da carência de chuvas regulares, o Rio Pataxó está secando devido à inúmeros problemas no canal que o abastece. O duto, que leva água da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves para o rio, está com a estrutura danificada em diversos pontos. Além disso, há inúmeros desvios levando água de forma irregular para propriedades privadas. Ciente disso, a Prefeitura de Ipanguaçu solicitou formalmente em setembro de 2011 ao Governo do Estado, o responsável pela manutenção do canal, que os devidos reparos fossem efetuados. Finalmente, em dezembro do ano passado uma comitiva formada pelo secretário de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Gilberto Jales, pelo secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Defesa Civil, Ivan Fredovino, e técnicos de ambos os órgãos visitaram o leito do Rio Pataxó com o prefeito Leonardo Oliveira. Testemunhando in loco a situação enfrentada pela população local, o secretário Gilberto Jales afirmou que o Estado efetuaria parceria com o município para a limpeza do rio, o que acorreu a partir daquele mesmo mês, e se comprometeu também a tomar as medidas necessárias para regularizar a situação do canal do Pataxó, o que vem sendo aguardado até hoje.
Nesta segunda-feira (16), enquanto o prefeito Leonardo Oliveira buscava agendar uma reunião em Natal com o secretário Gilberto Jales, em Ipanguaçu, os agricultores e sindicalistas se reuniram com representantes da Prefeitura de Ipanguaçu no intuito de, juntos, buscarem uma solução. Segundo Joíldo Lobato, que representou o prefeito Leonardo Oliveira no encontro, é necessária uma medida urgente por parte do governo do estado. “As plantações desses agricultores estão em situação bastante complicada. Precisamos de uma resposta imediata para solucionar o problema, ou esses agricultores terão toda a safra perdida”, teme Joíldo. O agricultor José Maria da Silva, mais conhecido como “Zé tenente”, morador do Sitio Sacramentinho, vivencia esta situação. Segundo José Maria, grande parte do leito do rio está com nível de água muito baixo ou completamente seco. “Tenho dois mil pés de banana e cabeças de gado. Estou driblando essa situação, só não sei até onde vou aguentar. A banana não passa muito tempo sem água”, desabafa preocupado.
Danos
Com 09 quilômetros de extensão, o Canal do Pataxó leva águas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves para o Rio Pataxó, perenizando-o. Em condições normais, o duto possibilita a irrigação de uma área de mais de 2.500 hectares. Sua construção, realizada em parceria pelos governos estadual e federal, custou quase R$ 5 milhões aos cofres públicos. No entanto, além dos desvios irregulares de água, a estrutura apresenta diversas rachaduras, através das quais a água se esvai antes de chegar ao seu destino. Além disso, em abril do ano passado o canal se rompeu. O “remendo” realizado para garantir o transporte de água foi provisório, segundo a própria Caern, e diminuiu consideravelmente a vazão d’água.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Enchentes: Remoção de vegetação do leito do Rio Pataxó é esperança de “inverno” tranquilo em Ipanguaçu. Trabalho foi concluído nesta sexta

Encerraram-se na tarde desta sexta-feira (10) os trabalhos de limpeza do leito do Rio Pataxó, no município de Ipanguaçu/RN. A operação, que visa minimizar os riscos de enchentes e enxurradas, se iniciou no dia último dia 20 de dezembro e foi realizada graças a uma parceria firmada entre a Prefeitura de Ipanguaçu e o Governo do Estado.

De acordo com a prefeitura, duas retroescavadeiras trabalharam por mais de 450 horas, o suficiente pra remover vegetação de mais de 16 quilômetros do leito do Rio Pataxó. Se as precipitações do atual período chuvoso forem semelhantes aos índices registrados no ano passado, dificilmente voltará a haver inundações no município.

Localizado na região do Vale do Açu, a cerca de 210 km de Natal, Ipanguaçu tem sido vítima das águas há décadas, especialmente nesta última. Com seus poucos recursos, a Prefeitura vem realizando a limpeza do leito do assoreado Rio Pataxó nos últimos três anos. Os efeitos são notáveis. O número de desabrigados no ano de 2011, por exemplo, representa menos de 10% do total registrado em 2009. Ainda assim, mais de 160 famílias tiveram de deixar suas casas e mais de 2000 famílias ficaram isoladas em 13 comunidades rurais. Além disso, mais de 60 quilômetros de estrada foram danificados, uma dezena de escolas municipais teve que paralisar suas aulas e os prejuízos financeiros ultrapassaram os R$ 2 milhões.

O agricultor Ronaldo Bezerra da Silva, 26 anos, planta bananas nas proximidades do rio e disse que acompanhou diariamente os trabalhos de limpeza. “Eu já perdi as contas dos prejuízos com o plantio por causa das cheias. A gente que sobrevive da agricultura tem uma esperança a mais com a limpeza do rio. Acredito que não teremos enchente esse ano”, diz o jovem agricultor.

“Quando realizamos a nossa primeira ação preventiva, com a construção de uma parede com mais de 100 metros de comprimento, próxima à comunidade de Base Física, tivemos uma diminuição considerável de pessoas afetadas pelas cheias em 2010 e 2011. E com esta limpeza que realizamos com o governo, as chances de enxurradas diminuem bastante. No entanto, continuamos cobrando dos governos federal e estadual o início das obras de macrodrenagem do leito do rio, que resolverá o problema de forma definitiva”, relata o prefeito de Ipanguaçu, Leonardo Oliveira.

A obra a que se refere o prefeito Leonardo Oliveira, orçada em R$ 7,3 milhões, teve convênio assinado no ano passado entre os governos federal e estadual. De acordo com o diretor da Secretaria Nacional da Defesa Civil, Ivan Fredovino, todos os esforços estão sendo empreendidos para que a macrodrenagem inicie e se conclua ainda este ano, de forma que o próximo período de chuvas garanta tão somente a satisfação dos agricultores e não mais prejuízos à população.

Possitivo 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Leonardo Oliveira registra que obra de limpeza do rio Pataxó também beneficia pessoas de outras cidades

 
Não são somente os produtores rurais e parte da população ribeirinha do rio Pataxó que estão sendo beneficiados com os serviços de desobstrução e limpeza do leito do citado manancial hídrico. De acordo com informação do prefeito de Ipanguaçu, a ação, que está sendo tocada por sua administração e recebeu a colaboração do Governo do Estado, também está beneficiando pessoas de outras cidades. O prefeito municipal voltou a tocar neste tema numa matéria cedida à reportagem da Rádio Princesa do Vale. Leonardo lamenta que a contribuição que vinha sendo dada pelo Governo do Estado infelizmente não está mais sendo verificada. Porém, reiterou que sua disposição é no sentido de garantir a continuidade dos serviços, mesmo que apenas com os recursos do erário público municipal.
 
Fonte: Rádio Princesa do Vale

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Prefeito aguarda resolução de pendências em projeto que será levado ao Ministério da Integração

Ainda há a dependência de que sejam sanados alguns pormenores técnicos no âmbito do projeto de engenharia voltado para a obra de desassoreamento do leito do rio Pataxó.

Só depois que estas questões tenham resposta o projeto será finalmente apreciado pelos técnicos do Ministério da Integração Nacional, em Brasília.
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De acordo com informação do prefeito de Ipanguaçu, Leonardo da Silva Oliveira (PT), estas adequações estão sendo providenciadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos hídricos (Semarh), em Natal.

"Estas correções são necessárias de modo a atender todas as diligências (ao projeto) baixadas pelo Ministério e, assim, possamos dar andamento ao trabalho para liberar os recursos", disse o chefe do Executivo. Para o investimento foram assegurados pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, recursos da ordem de R$ 7,3 milhões.
O gestor municipal disse que somente com o serviço de macrodragagem do leito do rio será definitivamente resolvida a ameaça de novas inundações da cidade durante os períodos invernosos.  

Ações paliativas diminuem impacto do problema
O prefeito Leonardo Oliveira diz que algumas ações correlatas têm contribuído para diminuir o problema. Uma delas, exemplificou, é a limpeza da vegetação da mata que se distribui por todo o leito do rio.

Este trabalho está sendo executado por maquinários cedidos pela Semarh. "Realmente, este serviço vai ajudar bastante à medida que desobstruirá o leito do rio, mas a solução definitiva só virá com a macrodragagem, porque ao longo dos anos o rio foi bastante assoreado e com isto a água invade e avança pelas margens, acelerando os alagamentos durante o período das chuvas", descreveu o prefeito ipanguaçuense.

O mandatário municipal externou confiança de que o projeto comece a ser executado ainda no primeiro semestre deste ano.

"Estamos confiantes e na luta. Acreditamos que é possível realizar essa obra e passar uma maior tranquilidade à população do nosso município", frisou Leonardo Oliveira, acrescentando que, com a realização do empreendimento, também existirá maior grau de confiabilidade por parte dos investidores que se sentirão encorajados a voltar a empreender em Ipanguaçu.

Ele reconheceu que, por conta das inundações verificadas nos anos de 2009 e 2010, vários investidores ficaram temerosos de voltar a atuar no município.

Fonte: O mossoroense

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Limpeza do Rio Pataxó será estendida em 50% e segue até o final do mês

Trabalho reduz riscos de enchentes em Ipanguaçu

Uma benção e um tormento. Vital para o desenvolvimento da agricultura, principal atividade econômica do município de Ipanguaçu, o Rio Pataxó, assoreado, tem sido um problema tão grandioso quanto os seus 21 km de extensão. As cheias, cada vez mais frequentes nos últimos 20 anos, desabrigam famílias, impedem o funcionamento de escolas, destroem plantações e abalam fortemente a economia local. Estimasse que a cada inundação os prejuízos financeiros mínimos sejam de cerca de R$ 8 milhões, fora os problemas psicológicos e sociais que acarretam. De forma a minimizar danos no próximo período chuvoso, a prefeitura de Ipanguaçu vem realizando a remoção de vegetação do leito do rio, em parceria com o governo do Estado.

De acordo com o prefeito Leonardo Oliveira, o governo do Estado havia cedido o pagamento de 300 horas de trabalho para que duas máquinas realizassem a limpeza, o que resultou em 08 quilômetros do Pataxó. Esta semana o prefeito conseguiu aumentar em 50% a ajuda, de forma que as máquinas trabalharão mais 150 horas, provavelmente até o final do mês de janeiro. “Essa limpeza, que se soma a que realizamos com recursos próprios desde o ano de 2009, poderá minimizar bastante os riscos de danos caso venha a se repetir um inverno como o do ano passado. Segundo os dados que dispomos, em 2009 as cheias atingiram mais de 1.815 pessoas, em 2011 o numero caiu para menos de 10% desse total, cerca de 160 pessoas”, afirma Leonardo Oliveira.

A remoção da vegetação do leito do Rio Pataxó, apesar de importante e de ter o potencial de reduzir ou até, dependendo do volume das chuvas, evitar danos é uma ação paliativa, lembra o próprio prefeito de Ipanguaçu. “Queremos com essa limpeza minimizar problemas, enquanto a obra de macrodrenagem não é iniciada. Trata-se de um trabalho preventivo”, fala o prefeito.

 
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