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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ipanguaçu debate com usuários o Sistema Único de Assistência Social no município

Com o total apoio da Prefeitura de Ipanguaçu, o Conselho Municipal de Assistência Social promoveu durante todo o dia de ontem (27) a IV Conferencia Municipal de Assistência Social. O evento, sediado na Câmara de Vereadores, teve por objetivo avaliar e propor diretrizes para o aperfeiçoamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na perspectiva da valorização dos trabalhos e da qualificação dos serviços, programas, projetos e benefícios. A conferência também foi uma oportunidade para que a secretária de Assistência Social do município, Cristina Oliveira, prestasse contas à população do trabalho que vem sendo desenvolvido.

Mais de 120 usuários do SUAS, trabalhadores da assistência social, entidades assistenciais, representantes governamentais, acadêmicos, presidentes de bairros e sociedade civil em geral, participaram da conferencia. A conferência foi convocada através do decreto nº 001 de 28 de julho de 2011, assinado em conjunto pelo prefeito Leonardo Oliveira e pela presidente do Conselho Municipal de Assistência Social. “A conferencia é um momento importante entre os usuários e trabalhadores, pois através dela são discutidas importantes melhorias na qualidade dos serviços oferecidos aos usuários”, afirmou a representante dos trabalhadores sociais Wrtsoneide Ferreira.

De acordo com a usuária Rejane Maria de Aquino, os projetos sociais contribuem de forma significativa em sua vida. “Minha filha faz parte do Coral Sacramento e, através dele, ganhou uma bolsa de estudos. E também através de um curso de doces e salgados eu consigo ter hoje uma renda fixa na minha casa”, frisou Rejane.

O prefeito Leonardo Oliveira destaca que, com as propostas, o município avançará com novas diretrizes para a melhoria dos serviços oferecidos. “Atendemos da criança ao idoso. Temos nos preocupado para que este trabalho chegue aos usuários na zona urbana e rural, de forma que todos tenham acesso direito à esses serviços”, afirmou.

Durante a conferência, ainda foram eleitos dois delegados para 8ª conferencia Estadual de Assistência Social, que acontecerá em Natal, no próximo mês de outubro.

Universidade aumenta em cem vezes o número de vagas para o semiárido

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A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) faz seis anos hoje, comemorando aumento de oportunidades no semiárido do Rio Grande do Norte e de estados vizinhos. É que a transformação de faculdade para universidade, em 2005, ampliou em cem vezes o número de vagas para jovens do sertão.
A instituição passou de dois cursos (Agronomia e Medicina Veterinária) em 35 anos de Escola Superior de Agricultura de Mossoró (Esam) para 34 graduações em seis anos de Ufersa, o que aumentou a quantidade de vagas anuais de 210 para 2.030.Além desse avanço, classificado de expansão horizontal, a Ufersa experimentou ampliação territorial, segundo o reitor Josivan Barbosa, com a criação de novos campi nos municípios de Angicos, Caraúbas e Pau dos Ferros."Aliás, essa expansão territorial é considerada modelo pelo Ministério da Educação (MEC), porque funciona como instrumento de desenvolvimento nas microrregiões onde os campi estão inseridos", observa o reitor.Isso porque a oferta de ensino superior federal abrange o território entre os municípios de Riachuelo (RN) a Uiraúna (PB), reforçada com a ampliação dos campi da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) nas regiões Agreste e Seridó.Outro motivo para comemorar no aniversário da Ufersa, segundo o reitor, é a ampliação do quadro de professores, de 54 para 400 docentes. "Também multiplicamos por três a estrutura da Universidade", destaca.Como exemplo, a construção de 103 laboratórios, enquanto a Esam dispunha de 23. Outro aspecto fundamental, na ótica do reitor, foi o crescimento vertical, através da ampliação de cursos de mestrado e doutorado."Havia um curso em 2004 e hoje são 11, sendo dois doutorados e nove mestrados. Os professores não precisam mais ir a São Paulo ou Minas Gerais em busca dessa especialização", frisa.Perguntado sobre os motivos de todo esse crescimento, Josivan Barbosa atribuiu ao apoio dos governos Lula e Dilma Rousseff, ao voto de confiança dos membros dos conselhos da Universidade, aprovando projetos para posterior captação de recursos."A instituição anterior tinha medo de crescer. A atual é mais audaciosa, mais corajosa", avalia o reitor, acrescentando que esse arrojo se reverteu em benefícios à educação superior do interior do Rio Grande do Norte. 
Consolidação de novos cursos e campi é foco
Após o início da expansão da Ufersa, o foco atual é a consolidação dos novos cursos e campi, além da criação de mais cursos de engenharia no turno noturno do Campus Central, em Mossoró.
Também mais cursos de engenharia em Angicos e Caraúbas e autorização do Ministério da Educação para contratação de servidores para o campus de Pau dos Ferros, cuja construção foi iniciada.
O campus de Angicos está em funcionamento em prédio definitivo, e o de Caraúbas funciona em espaço provisório, mas a sede própria está sendo construída, segundo o reitor Josivan Barbosa.
"A Ufersa foi o maior projeto do Governo Lula para o Rio Grande do Norte, porque trouxe mais oportunidades para jovens do semiárido, gerou empregos públicos federais e propiciou ascensão social às camadas menos favorecidas", avalia.
O aniversário de seis anos da Ufersa é comemorado hoje, às 9h, com café da manhã, na sede da Reitoria, para a comunidade acadêmica, ex-dirigentes e imprensa.

Fonte: O mossoroense

No Dia de Combate às Hepatites Virais, especialistas destacam importância do diagnóstico precoce

Há um ano, Humberto Silva, 46 anos, descobriu que tem hepatite C. O diagnóstico já mostrou de imediato uma cirrose, estado avançado da doença. Os médicos não souberam dizer quando houve a infecção, mas supõe-se que foi ainda na infância, quando passou por uma cirurgia, e somente depois de anos foi detectada.

“Não sentia nada. A hepatite fica hospedada na pessoa e vai acabando com o fígado dela aos poucos, sem que ela perceba”, disse Silva, que preside a Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite.

Assim como o brasileiro Humberto Silva, milhares de pessoas em todo o mundo têm a doença e não sabem. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2 bilhões tenham sido infectados pelas hepatites virais e 1 milhão morram por causa da doença a cada ano. O vírus é de 50 a 100 vezes mais infeccioso do que o HIV.

No Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais, lembrado hoje (28), a OMS chama a atenção das autoridades e nações para a importância do diagnóstico precoce dessa epidemia silenciosa. Na maioria dos casos, os sintomas não aparecem e, quando ocorrem, pode ser um sinal de que a doença está na fase crônica. Os mais comuns são cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômito, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

“A pessoa não se reconhece doente. Por ser uma doença silenciosa, o diagnóstico é muito difícil”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, Raymundo Paraná. O médico alerta que o consumo de álcool e a obesidade contribuem para evolução mais rápida da doença.

Estima-se que existam 5 milhões de brasileiros infectados pelos vírus B e C da hepatite, segundo as entidades da sociedade civil. Mais de 90% desconhecem ter a doença. De 1999 a 2009, foram confirmados mais de 284 mil casos dos cinco tipos de hepatite (A,B,C,D e E) no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. No mesmo período, 20.073 mortes foram registradas, sendo 70% delas devido à hepatite C, a mais agressiva. No país, as mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C.

Sem saber da doença, aumenta o risco de a inflamação no fígado agravar-se e provocar danos mais graves à saúde, como cirrose ou câncer. Humberto Silva, presidente da Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, defende que os médicos criem o hábito de pedir o teste para identificar a doença precocemente. O exame pode ser feito por meio da coleta de sangue ou biópsia do fígado. “É preciso que alguém interrompa o ciclo da hepatite. Não se pode esperar que a pessoa descubra sozinha”, disse.

O tratamento está disponível na rede pública de saúde, pode ter duração de seis meses a um ano, dependendo do tipo de hepatite. Podem ocorrer efeitos colaterais, como dores musculares e queda de cabelo, mas a taxa de abandono da terapia é baixa. Os medicamentos mais usados são o Interferon (injeção subcutânea) e a Ribavirina (comprimidos). Na rede privada, o tratamento pode chegar a R$ 50 mil.

Existem vacinas contra as hepatites A e B, disponíveis em centros de referência imunobiológica e nos postos de saúde, respectivamente. A hepatite C não tem vacina, mas pode ser curada.

Como é a transmissão das hepatites virais:

- Hepatites A e E: a transmissão ocorre por meio do contato com indivíduo, água ou alimento contaminado com o vírus. Está relacionada à falta de higiene e de saneamento básico.
- Hepatites B e C: transmitidas por relação sexual desprotegida, da mãe para o filho durante o parto, pelo uso compartilhado de seringas, lâminas de barbear, alicates de unhas e objetos cortantes, assim como os usados em tatuagem e piercing, e por transfusão de sangue infectado. No caso da C, a infecção pelo sexo sem camisinha é mais rara.
- Hepatite D: ocorre em quem tem o vírus da hepatite B. A transmissão é semelhante à do tipo B.

Fonte: Agência Brasil
*O Mossoroense

Prefeito vive expectativa com relação ao começo de obras de desassoreamento do rio Pataxó

Satisfeito com a assinatura do contrato de parceria relativo ao empreendimento, para o qual estão previstos recursos públicos da ordem de 7 milhões e 300 mil reais, dinheiro proveniente do Governo Federal, através do Ministério da Integração Nacional,  o prefeito de Ipanguaçu, Leonardo da Silva Oliveira, do PT, vive agora a contagem repressiva para que o projeto de macro-dragagem do rio Pataxó possa começar a ser executado ainda este ano. O contrato referente ao projeto foi firmado a poucos dias em Brasília, onde o prefeito municipal se fez presente, testemunhando o acontecimento, pactuado entre o ministro Fernando Bezerra Coelho e a governadora Rosalba Ciarlini, do DEM. Abordado pela reportagem da Rádio Princesa do Vale, o chefe do Executivo ipanguaçuense reiterou sua expectativa de que a obra possa ser iniciada no menor espaço de tempo possível.  No seguimento, o prefeito municipal de Ipanguaçu destacou os investimentos que estão sendo feitos por sua administração no setor de saúde, rememorando a realização da Conferência Municipal, acontecida segunda-feira última, algo que, na sua visão, se reveste de grande importância. Ainda no tocante à cidade de Ipanguaçu, quem visitou o município esta semana foi a responsável pela coordenação estadual do Programa Esporte e Lazer na Cidade, PELC, ação do Governo Federal e que, em termos de Vale do Açu, está presente em somente Ipanguaçu. Localizada pela reportagem da Rádio Princesa do Vale, a coordenadora regional do PELC, programa gerenciado pelo Ministério do Esporte, Luciana Kelly Silva da Costa, enfatizou o objetivo de sua presença na cidade de Ipanguaçu, obviamente com o propósito de ver de que maneira o programa está sendo desenvolvido.

Fonte: Rádio Princesa do Vale