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domingo, 2 de janeiro de 2011

Mesa diretoria do legislativo municipal toma posse para o biênio de 2011-2012

Após os fogos de artifício que anunciaram o ano de 2011 a Câmara de vereadores de Ipanguaçu promoveu a posse da nova mesa diretoria da casa para o biênio de 2011-2012. A cerimônia aconteceu por volta das 00h20min na casa do legislativo municipal.

Tunefis da Silva Morais que foi reeleito como presidente na votação que aconteceu em 2009, em seu discurso o presidente expressou que durante mais um biênio estará trabalhando para melhoria das leis que melhorará a vida do povo da cidade. O presidente tomou posse com a nova mesa diretoria que tem como vice-presidente o vereador, Josimar Lopes, primeiro secretário: Jaires Azevedo dos Santos e segundo secretário: Doel Soares da Costa, são os vereadores que compõem a mesa da casa do período de 2011 a 2012.

Na posse o vereador Jaires Azevedo, fez o pedido de licença a casa onde se afastará por tempo indeterminado, onde assumirá a pasta da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do município.

O prefeito do município, Leonardo Oliveira, esteve presente na cerimônia onde desejou mais uma vez um ótimo trabalho a todos os vereadores no decorrer desses dois anos, e as boas vindas ao vereador, Jaires Azevedo, que assumirá a pasta da agricultura.

A cerimônia contou com a participação dos vereadores, Doel Soares da Costa, Francisco Romão Rodrigues, Juan Carlos Bezerra Montenegro, e o vereador João Batista Pinheiro Lopes (Mitota), que substituirá Jaires Azevedo.


Ficando assim:


Presidente: Tunefis da Silva Morais
Vice-presidente: Josimar Lopes
Primeiro secretário: Doel Soares da Costa (Substituindo)
Segundo Secretário: (A cada sessão o presidente poderá escolher um dos vereadores para a assumir o posto)


Fotos:












Ipanguaçuenses comemoram o ano novo








Centenas de pessoas acompanharam a festa de réveillon em Ipanguaçu, após a missa de fim de ano que teve como celebrante o Pe. Valtair Lira Lucas e a participação do pároco, José Irineu, o povo ipanguaçuense festejou a entrada de 2011 com muita alegria.


Após a queima de fogos que duraram  mais de 60 segundo, o ano novo foi comemorado com a apresentação de Paulinho Forró Pauleira e a banda Forrozão Pode Balançar.

Rosalba toma posse criticando antecessor

Nova governadora fala em "combater transtorno financeiro" e acusa gestão Iberê de usar recursos "à revelia da lei"



Empossada governadora do Rio Grande do Norte, no início da noite de ontem, no Teatro Alberto Maranhão (TAM), a médica mossoroense Rosalba Ciarlini (DEM), visivelmente emocionada, criticou a situação financeira em que se encontra o Governo do Estado e prometeu imprimir uma administração moderna e transparente. "Vou combater esse transtorno financeiro", afirmou. Ela acusou o atual governo de usar recursos "à revelia da lei". "Aqui estou, aguerrida e pronta para cumprir o compromisso de restaurar a boa prática administrativa", disse. Apesar de ser de um partido de oposição, Rosalba declarou ainda que "nada afasta o Rio Grande do Norte da presidente Dilma Rousseff".


"A Saúde será absoluta prioridade", prometeu a gestora em discurso no TAM Foto:Fábio Cortez/DN/D.A Press
A democrata também criticou diversas áreas da atual gestão, com destaque para Saúde e Educação. Ela disse que a Saúde será absoluta prioridade e a Educação dará seu próprio salto para alcançar a qualidade desejada pela população. Segundo Rosalba, a Saúde Pública clama por uma solução e a Educação está abandonada. A governadora prometeu ainda empenho para melhorar a Segurança e para que Natal seja, de fato, sede da Copa do Mundo de 2014. Rosalba Ciarlini se comprometeu também a atender às expectativas do eleitorado potiguar e tratar com honestidade o dinheiro público.

"Jamais me afastei da mais estrita submissão à ética administrativa", disse, afirmando que vai atuar "com tributo de vassalagem extrema à moral". Em sua fala,Rosalba fez referências aos aliados, em especial ao vice-governador RobinsonFaria (PMN), também empossado na solenidade, e aos senadores Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM). A cerimônia de posse foi conduzida pela atual presidente daAssembleia Legislativa (AL), deputada estadual Márcia Maia (PSB). Rosalba chegou ao TAM acompanhada pelo filho, Kadu Ciarlini, e do marido, Carlos Augusto Rosado. Ela foi conduzida ao plenário pelos deputados estaduais JoséDias (PMDB), Gustavo Carvalho (PSB), Getúlio Rego (DEM) e Raimundo Fernandes(PMN).

Compareceram ao evento 18 dos 24 parlamentares da atual legislatura. Os deputados Nélter Queiroz (PMDB), Luiz Almir (PSDB), Álvaro Dias (PDT), Wober Júnior (PPS), Fernando Mineiro (PT) e Walter Alves (PMDB) levaram falta. A principal ausência no evento foi a do senador Garibaldi Filho (PMDB), um dos principais cabos eleitorais da democrata durante a campanha eleitoral deste ano.Cerca de 800 convidados acompanharam a posse da democrata e do seu vice, Robinson Faria (PMN), no teatro. Do lado de fora, populares assistiram à cerimônia por meio de um telão. Depois de empossados, Rosalba e Robinson seguiram para o Salão Nobre do Palácio da Cultura, atual pinacoteca, para a transmissão do cargo e o discurso para a população nas ruas. 

Fonte: Diário de Natal

Dilma reafirma prioridade para o combate à miséria

Presidente destaca que travará "luta obstinada" pela erradicação da pobreza extrema e a garantia de oportunidades para todos



Brasília (ABr) - Nos 45 minutos de discurso, após ser empossada, ontem à tarde, na Presidência da República, Dilma Rousseff não conteve a emoção e chorou ao lembrar dos "companheiros e companheiras" que "tombaram" na luta contra a ditadura militar, período que a história trata como "anos de chumbo". A primeira presidenta do Brasil reservou o fim de seu pronunciamento, após elencar as prioridades de seu governo, para homenagear os brasileiros que atuaram na resistência contra o regime militar.


Após tomar posse, Dilma recebe a faixa das mãos de Lula e promete "combater os privilégios e a corrupção" Foto:Bruno Peres/CB/D.A Press
Por duas vezes, Dilma não conteve as lágrimas. Na primeira, quando reforçou a intenção nos quatro anos em que dirigirá o país de combater os privilégios e a corrupção na administração pública e ao fazer um apelo de união em torno de seu projeto aos partidos de oposição. "Neste momento sou presidenta de todos os brasileiros", disse, já com a voz embargada, quando foi obrigada a silenciar para conter as lágrimas. Diante da emoção, coube aos parlamentares da base aliada interromper o silêncio do discurso com aplausos e gritos de "Dilma, Dilma".

Da segunda vez em que não conteve as lágrimas, a presidenta, já empossada, ressaltava as adversidades pela qual passou durante o período da ditadura. "Não tenho arrependimento, ressentimento ou rancor. Muitos de minha geração que tombaram no caminho não podem compartilhar da alegria desse momento", disse Dilma, dedicando o momento em que assume o governo do país às companheiras de luta contra o autoritarismo.

A presidenta abriu seu pronunciamento no Congresso com uma homenagem especial às mulheres brasileiras. Neste sentido, ela destacou a "ousadia do voto popular", que depois de levar um presidente operário á Presidência da República, dar a oportunidade a uma mulher de sucedê-lo. "Vim honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos". Ela reservou no seu pronunciamento uma homenagem especial ao vice-presidente do governo Lula, o empresário José Alencar, que luta contra o câncer. Segundo Dilma, o vice-presidente "é um exemplo de coragem" a ser perseguido por ela e seu vice, Michel Temer.

Dilma destacou que, nos seus quatro anos de mandato, travará "uma luta obstinada" pela erradicação da pobreza extrema e a garantia de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. "Não vou descansar enquanto houver um brasileiro sem comida na mesa, famílias aos desalento das ruas e crianças pobres abandonadas à própria sorte", disse a presidenta. Ela ressaltou que essa tarefa não é exclusiva do governo, mas requer um pacto entre toda a sociedade brasileira. Neste sentido, Dilma disse que o combate à miséria passa pelo crescimento econômico do país aliado à ampliação dos programas sociais. 

Fonte: Diário de Natal