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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Conselho de Educação reunisse e decidem como será feito a reposição das aulas que foram paralisadas por causa da cheia do rio Pataxó

Membros do conselho municipal de Educação se reuniram na manhã de ontem(16), no centro integrado da cidadania (CIC) para discutir como será pago os dias letivos das escolas que foram paralisadas por causa das enxurradas que afetaram o município.

Segundo a secretária de Educação, Jeane Dantas, na reunião ficou decidida que as escolas da Francisco Soares da Costa (Pedrinhas), Maria Rizomar (Lula), Nelson Borges Montenegro (Picada), Manoel Ivo Ribeiro (Japiaçu), Francisco Targigo Nobre (Língua de Vaca), Adalberto Nobre de Siqueira (Tabuleiro Alto) terão que repor as aulas até dia 20 de janeiro de 2012.

“Das nossas dez escolas seis tiveram que paralisar as aulas por completo, com isso as aulas terão que ser resposta até a data prevista. Criamos para cada escola um calendário individual, para que os alunos não pudessem ser prejudicados” fala a secretária, Jeane.

A lei de diretrizes e bases da educação (lei 9394/96) prevê no Art 23: que as escolas poderão se organizar em Ciclos, progressão, séries, alternância de Estudos, por fatores climáticos e regionais; organizar reclassificação de alunos, como também no Art. 24: Regras da Educação Básica: 200 dias letivos e 800 horas no mínimo; alunos podem ser reclassificados.

iPad começará a ser produzido no Brasil até setembro', diz Mercadante

Apple adiou início da produção, previsto antes para final de julho.
Escassez de mão de obra qualificada foi uma das causas para atraso.

iPad 2 (Foto: Kimihiro Hoshino/AFP)
iPad 2  chegou às lojas brasileiras no final de maio
(Foto: Kimihiro Hoshino/AFP)
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Foxconn, responsável pela montagem do iPad, da Apple, vai começar a produção do tablet no Brasil no final de agosto ou início de setembro. Segundo ele, a Apple precisou adiar o começo da produção, previsto inicialmente para final de julho.
“A alça de acesso para a empresa, que seria usada para escoar a produção da fábrica em Jundiaí (SP), não ficou pronta a tempo, por conta de atrasos na obra. Além disso, há uma escassez de mão de obra qualificada no país. A empresa já contratou 175 engenheiros, que precisou mandar para a China, onde estão fazendo estágio. A empresa, no entanto, precisa de mais de 200 engenheiros para o setor”, afirmou o ministro.
Mercadante disse ainda que os tablets produzidos no Brasil serão até 40% mais baratos do que os equipamentos disponíveis atualmente nas prateleiras. Das 12 empresas interessadas na montagem do dispositivo no país, oito já estão licenciadas e passam por ajustes operacionais para início da produção.

“Vamos ter muito tablet verde amarelo no mercado até o fim do ano. Quem quiser comprar tablet barato vai ter de esperar mais um pouco. São 31% de impostos federais que integram o pacote de incentivos para a fabricação do equipamento no país. Somando com os incentivos municipais, o preço do produto pode chegar a 40% mais barato para os consumidores”, disse Mercadante.

Segundo o ministro, as primeiras empresas que começarem a produzir os tablets no país terão de obedecer a regras produtivas e que garantam a inovação tecnológica brasileira. “Algumas empresas já estão prestes a apresentar seus produtos para o mercado, sempre dentro das regras de 20% de conteúdo local no primeiro ano de produção. Em três anos, terão de usar 80% de componentes nacionais.”
Saturação da internet móvel
O ministro disse que o incentivo da produção de tablets brasileiros pode saturar a já comprometida estrutura de internet móvel do país, mas garantiu que o problema está na pauta de discussão técnica no ministério. “Esse é um bom problema. O que temos de fazer agora é acelerar o Plano Nacional de Banda Larga. Investimos R$ 100 milhões para melhorar a capacidade nas universidades e centros tecnológicos. O governo está dando importância para isso. Está todo mundo sentindo a necessidade de banda larga. Levamos banda larga para Manaus e a capacidade foi esgotada em pouco tempo. O país que olha para a fibra ótica está vendo o futuro.”
Internacionalização de empresas
“Em um mês teremos uma reunião técnica para debater o assunto. A internacionalização de empresas precisa de apoio, de medidas complementares, pois há conflitos na área tributária. Vamos montar um grupo de trabalho com o Itamaraty, com o Ministério da Ciência e Tecnologia, da Fazenda, e do Livre Comércio para equacionar o tema”, disse o ministro.

Fonte: G1