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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Maciel ganha espaço no ataque do Camaleão

Maciel, destaque do ASSU em 2011
O Atacante Maciel que é natural de Ipanguaçu, conseguiu dar a volta por cima, e hoje é um dos principais destaques no ataque do ASSU para a atual temporada. O atacante que sofreu uma grave contusão nos ligamentos, teve que se submeter a uma cirurgia para corrigir a lesão; A recuperação foi lenta, mais com muita força de vontade e paciência o jogador voltou a jogar profissional e já se destaca no elenco do Camaleão do Vale; No primeiro amistoso do time realizado ontem no Edgarzão, o atacante aproveitou bem a oportunidade dada pelo Técnico Neto Matias, foi dele um dos gols do jogo contra Areia Branca, além de ter se movimentado muito bem no ataque ao lado de Robertinho.

Dono de um bom arranque, aliado a força, drible e velocidade, Maciel tem tudo para brilhar este ano com a camisa do ASSU, pelo menos é o desejo de toda torcida alvi-verde.


Fonte: www.radioprincesadovale.com.br

O IMPOSTOR NÃO CONHECE IPANGUAÇU ! .

Ele deve ser de outro planeta,ou está vivendo ainda no séclo XI,ou ser discipulo daquele que diz que o povo de Ipanguaçu,não tem memória.Você agora. diz que o prefeito leonardo Oliveira nada fez por Ipanguaçu até agora.Vou iluminar um pouco a sua memória .Você lembra como era a saúde de Ipanguaçu  a 2 anos atras?Hoje tem médico de plantão todas as noites e medicamemtos  básico para os pacientes que procuram o posto de saúde.E o esporte você deve lembrar!? era uma vergonha. Hoje o esporte de Ipanguaçu é um orgulho para todos os deportistas. O estadio Joacyr Fonsêca recuperado, PELC,escolinha cidadã,distribuição de material com todas as equipes do municipio , inclusive a de  Pataxó, Leonardo Oliveira ao  contrario do que você diz é homem integro de grande carater e um grande prefeito amigo e trabalhador que tem cuidado muito bem do povo de Ipanguaçu aqui vai meu covite, conheça nosso municipío ou melhor procure se atualizar.

Sob o eterno temor das enchentes

Wagner Lopes - Repórter

Toda vez que a dona-de-casa Maria das Neves Bezerra, de 74 anos, deixa sua residência, na entrada da zona urbana de Ipanguaçu, costuma dar uma olhada para os céus. Não se trata de oração, mas não deixa de ser um ato de fé. A fé de que as nuvens não se transformem em chuvas como as que caíram em 2008 e 2009, na região do Vale do Açu, e que resultaram em inundações dos rios Pataxó e Piranhas-Açu, alagando parte do município, expulsando moradores e destruindo plantações.

fotos:rodrigo senaMaria das Neves Bezerra ficou desabrigada em 2008 e desde então, todos os dias, reza para que a cidade não presencie um novo temporal como o que ocorreu há dois anos
Maria das Neves Bezerra ficou desabrigada em 2008 e desde então, todos os dias, reza para que a cidade não presencie um novo temporal como o que ocorreu há dois anos
O temor é grande e tem fundamento. A Emparn já alertou que o próximo período chuvoso deve ficar acima da média histórica, com possibilidade de enchentes semelhantes às registradas há dois anos. E as obras preventivas de maior porte, que poderiam reduzir os riscos de uma nova tragédia, não saíram do papel, limitando-se a pequenas intervenções de proprietários e da Prefeitura em trechos do Pataxó.

Maria das Neves morou 11 meses na casa de uma filha, até o início de 2009, porque sua residência virou um verdadeiro leito de rio nas chuvas de abril de 2008. As águas atingiram “dois palmos de altura” dentro do imóvel e o piso chegou a ceder aproximadamente 10 centímetros. Paredes racharam e foi preciso uma reforma completa para a família retornar à moradia.

O medo que os problemas se repitam é algo permanente e aumenta com as imagens das tragédias provocadas recentemente pelas chuvas no Sudeste. “Já estou olhando para o tempo. Estou de olho porque a previsão pra esse ano é de chuva e quando a gente fica assistindo o que está acontecendo no Rio de Janeiro, aí é que fico preocupada mesmo.”

Ela afirma que convive com cheias em Ipanguaçu desde 1964, mas nunca tinha vivido uma situação igual às de 2008 e 2009. “O pouco que consegui fazer de melhoria na casa foi com a ajuda da igreja. Dos governos, só recebemos duas cestas básicas na época”, recorda. Em relação às obras preventivas, a situação é a mesma. “Fizeram nada. O principal, que era a limpeza do rio, não foi feita”, resume.

O agricultor Francisco de Assis Lopes, da comunidade de Base Física, também em Ipanguaçu, revela que já há serviços sendo executados, mas nada que impeça novas inundações. “Uns três proprietários fizeram uma limpeza no leito do rio e aí a prefeitura viu que ficou bom e decidiu fazer também em outros trechos, mas se a barragem de Pataxó sangrar com 50 centímetros, acho que já alaga tudo de novo”, teme.

Uma casa, de quatro quartos, teve de ser derrubada em sua propriedade, após as inundações de 2008 e 2009. Desde então, ele aguarda uma ajuda financeira que nunca chegou. “A água alcançou bem um metro de altura e a casa já estava oca por baixo, tivemos de derrubar o resto”, revela. No seu entender, é necessária um amplo serviço no rio Pataxó para evitar novas enchentes.

“De Assis”, como é conhecido, lembra que há algumas décadas a barragem do Pataxó sangrava com uma lâmina de até 2,5 metros sem que as águas ultrapassassem o leito do rio, porém, com o assoreamento e a falta de limpeza, o rio foi tomado por mato e árvores e uma sangria de pouco mais de um metro foi suficiente para causar os estragos registrados em 2009. “É torcer para esse ano isso não se repetir”, afirma.

Comunidade teme novas inundações

Dois anos depois da última grande enchente, muita tinta, algumas reformas e a ação do tempo apagaram das paredes das casas da comunidade de Frei Damião, em Ipanguaçu, a marca das inundações. No entanto, qualquer nuvem negra no céu é suficiente para que as marcas deixadas na lembrança da população voltem à tona. 

A agricultora Josicleide Felipe da Silva, de 34 anos, foi uma das centenas de pessoas do conjunto que tiveram de procurar abrigo em um colégio. “No começo tivemos ajuda, com alimentos, colchões, mas depois nada. E agora estamos com medo. Disseram que iam limpar o rio e até aqui nada. Pode voltar a acontecer”, lamenta.

Em sua residência, a água atingiu mais de um metro de altura e os móveis só não foram perdidos porque os moradores de Frei Damião ficaram atentos à subida do nível do rio e retiraram o que puderam antes de a área ser alagada. O cuidado se tornou um hábito na vida de pessoas como a dona-de-casa Luiza Pedro Batista da Silva, de 64 anos, cuja casa também foi invadida.

“Agora quando começa a chover eu já arrumo as coisas, pra tirar tudo rapidamente, se for preciso”, revela. Segundo “dona Luiza”, a canoa era a única forma de acesso às residências, no momento crítico das enchentes de 2008 e 2009. “Foram os piores anos de inundações que já vi, desde que moro aqui, foi água pra acabar com tudo mesmo”, recorda.

Diante da falta de ação do poder público e das promessas de inverno chuvoso em 2011, Luiza e Josicleide entendem que só há uma coisa a se fazer por parte dos moradores da comunidade que leva o nome de um religioso: pedir a Deus para que a tragédia não se repita.

bate-papo - » Joildo Lobato  Defesa Civil de Ipanguaçu

O que é necessário para evitar  novas inundações na cidade?

O que queremos inicialmente é que seja desenvolvido o projeto que foi apresentado e que, se realmente for executado, resolve o problema e tranquiliza o nosso município.

O que se vê hoje em relação à situação do rio Pataxó é praticamente a mesma de dois anos atrás, quando ocorreram as últimas inundações?

É, realmente, se chover acima da média com certeza vamos ter a mesma situação que passamos.

E qual pedido vai ser levado à nova gestão do governo do estado?

Queremos que o novo governo, de imediato, dê uma atenção mais especial ao município de Ipanguaçu, que foi o mais atingido pelas cheias na região do Vale do Açu, já que nossa cidade é cercada por dois rios. Temos uma produtividade muito grande, em fruticultura, então temos sido prejudicados economicamente desde 2004. Em 2004 houve enchente, em 2008 de novo e em 2009 também. Então empresas que investiram em Ipanguaçu reduziram investimentos e isso gerou ainda desemprego pra nossa população.

Pataxó passa por limpeza parcial

O proprietário rural Edilson Cipriano de Lima, de 56 anos, começou a ficar um pouco mais otimista em relação ao período chuvoso deste ano, devido a um trabalho de limpeza realizado no leito do rio Pataxó, por proprietários de terra e pela Prefeitura de Ipanguaçu. O serviço, embora pontual, pode reduzir os riscos de enchente na região de Pau de Jucá, zona rural de Ipanguaçu, onde fica sua propriedade de 28 hectares.

“Se tivessem feito essa limpeza em todo o rio não tinha havido enchentes do jeito que houve nesses anos atrás, de jeito nenhum”, acredita. Nas chuvas de 2008 e 2009, ele diz ter perdido toda plantação de manga, mamão e banana, avaliada em aproximadamente R$ 300 mil, no entanto nunca recebeu um centavo sequer de ajuda por conta dos prejuízos. “Perdi foi tudo. Prometeram ajuda e nada.”

O trabalho de limpeza executado em trechos do Pataxó teria começado pela iniciativa de alguns produtores e foi encampado pela Prefeitura. Uma espécie de retroescavadeira retira árvores, mato e parte da areia que obstrui o fluxo da água, ampliando o leito e facilitando o escoamento. “Antigamente as águas passavam por dentro do leito, mas com o tempo foi assoreando, enchendo de pé de pau, e aí nem tinha mais como seguir e se espalhava toda, alagando tudo, pois praticamente não havia mais rio”, revela.

Com as limpezas, Edilson Cipriano torce para que o período chuvoso de 2011 não repita os prejuízos de 2008 e 2009. Ainda assim ele admite que a realidade da maior parte do rio Pataxó é a mesma de dois anos atrás. “Tem muito canto que é cheio de pé de pau no meio da água e aí não tem nem como a água passar direito”, critica. 

O assessor do gabinete da Prefeitura de Ipanguaçu, Joildo Lobato, também destaca que o problema das inundações em Ipanguaçu só será resolvido, de fato, com a execução de um projeto de macrodrenagem do Pataxó. O projeto já existe, mas ainda não saiu do papel. “Nesses últimos anos o governo (do estado) fez uma limpeza no rio, mas foi algo muito superficial”, revela.   

Ele diz que a Comissão de Defesa Civil do Município já se reuniu, na última sexta-feira, para discutir as medidas preventivas e uma das ações apontadas como fundamental é uma “revisão” na parede da barragem do açude Pataxó. “Solicitamos isso à secretaria de Recursos Hídricos, eles estiveram lá no ano passado, mas não foram tomadas as providências necessárias”, enfatiza.

Segundo Joildo Lobato, o objetivo do prefeito Leonardo Oliveira é levar a preocupação da Prefeitura e dos moradores de Ipanguaçu à governadora Rosalba Ciarlini, nos próximos dias, no intuito de solicitar a realização de ações preventivas. “Fomos a cidade mais atingida pelas enchentes e mais de 500 pessoas ficaram desabrigadas”, relembra. 

previsão

O meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, concedeu entrevista publicada domingo na TRIBUNA DO NORTE na qual revela que a previsão é de um volume de chuvas acima da média para o semiárido potiguar em 2011. Em sua opinião, autoridades, produtores e população das regiões dos vales do Açu e do Apodi devem adotar atitudes preventivas para evitar maiores prejuízos, pois “tudo indica que as chuvas serão semelhantes às de 2008 e 2009” e algumas podem atingir mais de 100 milímetros, aumentando rapidamente o volume de reservatórios como Santa Cruz, em Apodi, e a Armando Ribeiro, em Assu.  O alerta vale também para os proprietários de pequenos açudes, pois se permanecerem essas condições, não será uma situação controlável, pois haverá muita água. É preocupante. Exceto se houver uma mudança drástica, o que não acredito”, resume.



Fonte: Tribuna do Norte 

Prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira recebe agentes de Saúde no gabinete

Os agentes comunitários de saúde (ACS) de Ipanguaçu foram recebidos na manhã de ontem (17) pelo prefeito Leonardo Oliveira, em seu gabinete para uma reunião com as presenças da secretária municipal de Saúde, Sumaira Fonseca, Secretário de Administração, Tales Praxedes e do contador Marcos Cesar. O prefeito convocou a reunião com os agentes para intensificar o trabalho nas áreas e o repasse salarial da classe.

Conforme o prefeito, Leonardo Oliveira, uma dos primeiros passos a ser dado é o dialogo direto com os profissionais. Dentro da conversa, o prefeito Leonardo, reiterou o compromisso em repassar salário proposto pelo governo federal que é de R$ 714,00 com todos os direitos da classe, como: insalubridade, férias e o incentivo. ”Iniciamos está discussão com os agentes para melhorar a assistência as famílias de nosso município”, ressaltou o prefeito, que dará todo o material aos agentes, contendo: farda, protetor solar e labial, guarda-chuva e novas balanças.

O prefeito ressaltou a responsabilidade dos agentes de saúde com as famílias do município, onde fez um pedido aos agentes, em estar sempre realizando as visitas as famílias regulamente. Conforme informações que chegaram até a secretaria de saúde do município, alguns agentes de saúde não estariam cumprindo as visitas domiciliares.

Outros temas discutidos na reunião foram às políticas de valorização dos agentes comunitários, concurso para o ingresso de novos agentes e melhorias nas condições de trabalho.

Jornada esportiva 2011 é aberta com Taça Ipanguaçu de Futsal



A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Ipanguaçu abriu nesta segunda (17) de janeiro de 2011, sua jornada esportiva para o ano que tem como ponto de partida a Taça Ipanguaçu de Futsal categoria de base masculino e feminino, que acontece até o dia 28 de janeiro.

As noites que animam as ferias do município de Ipanguaçu com bons jogos de futsal, tanto nas categorias de pré-mirim e mirim anos base 2000 e 1998 respectivamente com a categoria feminino adulto.

Com a abertura dos jogos a presença do publico foi marcante no Ginásio Poliesportivo, Jose Araújo Filho, atendendo todas as expectativas da Secretaria de Esportes, que tem a frente o secretário da pasta, Marcos Antônio.

No pré-mirim com gols de Julian que marcou 3, Ailton 2 e Jeferson 1 a equipe da Escolinha Cidadã venceu a equipe de Tabuleiro Alto que contou com gol 1 gol de Tiago e 2 de Daniel.

No jogo da equipe feminino, a jogadora Calidiane da equipe Lula/Arapuá marcou 2 gols contra a equipe de Tabuleiro Alto que marcou 1 gol de Brenda.

Hoje(18) os jogos continuam com as equipes do pré-mirim e mirim de Língua de Vaca que enfrenta a Escolinha do Aldo e a equipe feminino do Luzeiro que disputará o jogo com Língua de Vaca.

Os jogos acontecem a partir das 19hs no ginásio, José Araújo Filho.

Fotos:









Secretaria de Educação de Ipanguaçu abre a semana de formação do Programa Brasil Alfabetizado

Jeane Dantas, secretária de Educação esclarece informações sobre o programa.


A Secretaria Municipal de Educação de Ipanguaçu (SMEI) deu início nesta segunda-feira (17) a formação para os alfabetizadores do Programa Brasil Alfabetizado do Ministério da Educação (MEC). O lançamento da formação do programa aconteceu no Teatro Municipal Maria Eugênia Maceira Montenegro, com a presença da secretária de Assistência Social, Cristina Oliveira, que frisa que o prefeito, Leonardo Oliveira, em sua gestão também tem como prioridade essencial a educação. A secretária de Educação, Jeane Dantas Bezerra, e os coordenadores e alfabetizadores que irão trabalhar com os alunos matriculados no programa, também estiveram presentes.

Secretária de Assistência Social, Cristina Oliveira, motiva alfabetizadores para o inicio dos trabalhos.


Até o final desta semana os 43 alfabetizadores e os 4 coordenadores passarão por toda uma formação que será assessorado pela VALER, com a carga horária de 40hs.

A secretária de educação, Jeane Dantas, destaca que o programa acontecerá durante seis meses com salas de aulas na zona rural e urbana do município, “Temos hoje cerca de 500 jovens, adultos e idosos matriculados, que serão alfabetizados por nossos 43 alfabetizadores que desenvolverão durante esses seis meses aulas nas zonas rurais e urbanas da cidade” explica a secretária que frisa também que após a participação dos alunos no programa Brasil Alfabetizado eles serão remanejados para o Plano Estratégico da Educação de Jovens e Adultos - EJA, elaborado pela secretara, que busca encaminhar o aluno pra o EJA no ensino regular.


O programa Brasil Alfabetizado, do MEC - Ministério da Educação tem por objetivo elevar a escolaridade dos jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos que não frequentaram ou não tiveram acesso à escola, na idade adequada.
coordenadores acompanharão os professores e alunos.

O programa desenvolve-se em parceria com estados, municípios, instituições de ensino superior e organizações da sociedade civil.

Conforme a coordenadora do programa, Janilene Araujo, a expectativas é de que o programa possa erradicar ou amenizar o analfabetismo no município que segundo os dados do IBGE em 2007 é de 37% entre jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos.