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sábado, 26 de junho de 2010

CARREATA ABRE HOJE A FESTA DE SÃO PEDRO NA COMUNIDADE DE PATAXÓ

Uma carreata com saída da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lurdes no centro da cidade de Ipanguaçu, com destino a Igreja de São Pedro no distrito rural de Pataxó, vai abrir hoje a partir das 18; 30h, à programação da festa de São Pedro padroeiro da maior comunidade rural do município de Ipanguaçu. O evento está sendo coordenado pelo pároco da nova paróquia de Nossa Senhora de Lurdes, padre Jose Irineu, que vive a expectativa de uma grande festa esse ano. O Vigário de Ipanguaçu destaca outros acontecimentos da programação religiosa que começa hoje e vai até terça feira, dia 29, convidando também a população da região do Vale do Assu, para participar dos festejos sociais de São Pedro no distrito de Pataxó.

O vigário de Ipanguaçu também se referiu à festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que terminou ontem na comunidade de Picada.


Fonte: Rádio Princesa do Vale

Ex comunidade de Ipanguaçu completa hoje 18 anos de emancipação


Hoje (26) o município de Itajá completa 18º de emancipação política.

Um pequeno núcleo de moradias surgiu ao redor de uma fazenda de gado, nos idos de 1800. O principal pioneiro e fundador da localidade foi o alferes Guilherme Lopes Viégas, proprietário de muitas terras herdadas de seu pai, o Tenente Antônio Lopes Viégas, conhecido como fundador de Angicos. No ano de 1803, Guilherme Lopes já estava plenamente instalado numa área por ele chamada de Pernambuquinho, em referência a Pernambuco, seu Estado de origem. Foi exatamente em torno dessa propriedade, num local que vários caminhos se encontravam, que nasceu o povoamento do Saco.
O alferes Guilherme Lopes Viégas teve dois casamentos e dezenove filhos, contribuindo, decisivamente, com seu trabalho e seus descendentes, para o crescimento do povoado. O seu solene nome, Lopes de Viégas, passou a ser distorcido por muitos, que chamavam de “Lotes de Éguas”. Por isso, os seus descendentes tiraram a palavra Viégas, que representava a fidalguia espanhola, e assim a principal família da história da localidade passou a se chamar apenas Lopes.

O educador pioneiro do povoado foi o padre Luiz Guimarães, que depois de ser suspenso das Ordens, decidiu morar na localidade e trabalhar na educação das pessoas. Esse trabalho foi seguido, em 1940, por outros bravos educadores, se destacando os professores Estevam Egídio Pessoa, Cecília da Silva e Maria Antonieta da Silva. Mais tarde, em 1955, começava a atuação da educadora Libânia Lopes Pessoa, que ficou conhecida pelo seu trabalho junto à juventude local.

A partir de 1970 o povoado de Itajá começou a se desenvolver mais rapidamente, primeiro com a chegada da energia elétrica e das telecomunicações e depois, com a instalação de sua primeira cerâmica, por iniciativa de João Eudes Ferreira, abrindo caminho para a implantação de um pólo cerâmico.

Devido à prosperidade econômica de Itajá, vinda do pólo cerâmico, da agricultura, da extração da cera de carnaúba e da semente de oiticica e de uma crescente produção de leite, os filhos da terra iniciaram a luta pela sua autonomia política.

No dia 26 de Junho de 1992, através da Lei no 6.299, Itajá foi desmembrado de Ipanguaçu e elevado à condição de município do Rio Grande do Norte.
No ano de 1950, o povoado mudou de nome, passando a se chamar Itajá, palavra do idioma tupi-guarani que significa Terras de Pedras. 

A primeira eleição municipal aconteceu no dia 03 de outubro de 1996. Concorreram duas chapas para os cargos de prefeito de vice- prefeito. Gilberto Eliomar Lopes e José Valdeci de Melo (PFL), da coligação Trabalho e Ação e Hélio Santiago Lopes (PSDB) e José Ferreira da Silva (PMDB), da coligação A Confiança do Povo.

Gilberto Eliomar Lopes (atual prefeito) e José Valdeci de Melo venceram com uma maioria de 754 votos e passaram a governar o município no dia 1º de janeiro de 1997.


Moradores fazem fila para receber donativos em cidade alagoana

Exército, Defesa Civil e voluntários fazem triagem e cadastro de vítimas.
Governador Teotônio Vilela Filho visitou Branquinha neste sábado (26).



Moradores que ficaram desabrigados por causa da enchente que destruiu a cidade de Branquinha (AL) enfrentam dificuldades para receber donativos, neste sábado (26). Muitos são organizados em filas na porta da igreja católica que serve de central improvisada de doações, na parte baixa da cidade. Outro ponto de arrecadação foi montado em uma igreja evangélica na parte alta do município.
Branquinha fila doações 02Moradores de Branquinha enfrentam fila para receber donativos. (Foto: Glauco Araújo/G1)
Enquanto aguardam mantimentos, outro problema enfrentado pelas pessoas é o forte cheiro de carniça. O odor é provocado pelas mortes de animais, que devem estar sob a lama que ainda cobre algumas áreas de Branquinha, segundo a Defesa Civil.
Em Alagoas, de acordo com a Defesa Civil, 15 cidades decretaram estado de calamidade pública, entre elas a cidade de Branquinha. Mais de 180 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas no estado. Até este sábado, 76 pessoas estão desaparecidas e 34 mortes foram confirmadas.
Branquinha fila doaçõesIgreja católica virou central improvisada de doações, na parte baixa da cidade de Branquinha (Foto: Glauco Araújo/G1)
O governador Teotônio Vilela Filho visitou a cidade para conversar com os moradores e integrantes das corporações que estão mobilizadas para ajudar as vítimas da enchente. Ele voltou a dizer que a cidade terá de ser reerguida em outro ponto mais alto e afastado do leito da cidade. Militares do Exército, agentes de Defesa Civil e voluntários fazem a triagem e o cadastro das vítimas.
"Já localizamos um terreno de um hectare de área para estudarmos a possível contrução de casas", disse a prefeita da cidade, Ana Renata Lopes Freitas, ao governador durante o encontro.
Josefa Adriana da Silva, 32 anos, está na fila para receber donativos desde as 13h30. "Perdi parte da minha casa. O jeito é enfrentar essa fila para podermos passar alguns dias mais tranquilos. Mas o que está incomodando mesmo agora, além da falta de moradia, é esse cheiro muito forte de carniça. Isso está insuportável."
Marilei Oliveira Santos, 47 anos, também perdeu parte da casa com a enxurrada e foi para a fila pegar uma cesta básica para os parentes. "Meus irmãos e filhos ficaram sem a casa, que foi destruída por completo na enchente. Agora, esse cheiro está muito forte mesmo. Acho que deve ter muito animal morto nessa água e sob a lama."
Moradores esperam em fila e reclamam do mau cheiroMoradoras esperam em fila e reclamam do mau cheiro (Foto: Glauco Araújo/G1)
Anália Agripina da Silva, 66 anos, também está enfrentando o sol forte que incide sobre a região neste sábado para pegar água e alimentos. "É o suficiente para passar poucos dias, mas é um alento, já que perdi tudinho e estou ficando em casa de amigos."
Segundo o Major Aurivano Chiocheta, da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, coordenador do trabalho de levantamento de Avaliação de Danos (Avadan), é preciso otimizar o recebimento e a distribuição de doações na cidade. "Uma catástrofe com um registro de enxurrada brusca como essa que atingiu essas cidades de Alagoas nunca foi registrada no país. Alagoas foi brindada negativamente com esse efeito da natureza." Ele circulou por todas as cidades mais atingidas, e considera que a situação é mais grave em Branquinha, Rio Largo, União dos Palmares, Murici, Santana do Mundaú e São José da Laje.
A prefeita Ana Renata disse que recebeu em sua casa muitas doações nos primeiros dias após a enchente e que agora distribui lençol, colchão e roupas em uma igreja evangélica. Água e comida estão na igreja católica.
Fonte: G1

Bonés de Caicó vão estampar a novela Ti-ti-ti


O setor boneleiro de Caicó ganhará destaque na teleinha da Globo, na novela Ti-ti-ti, que está sendo refilmada.
Os empresários conseguiram e o governador Iberê Ferreira de Souza endossou:
Assinou, nesta quinta-feira, em Mossoró, contrato com os boneleiros, repassando recursos de 50 mil reais para complementar a cota de merchandising fechada com a Globo.
Não é nada, não é nada...é a propaganda dos bonés que o Seridó produz como ninguém.
Que venham as encomendas.
Foto: Marcos Dantas

Governador aposta no retorno que a TV Globo dará aos boneleiros do Seridó
Fonte: Thaisa Galvão