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segunda-feira, 30 de março de 2009

ENCONTRO DO PT ABORDA CANDIDATURA DE DILMA ROUSSEF


Reunidos em Ipanguaçú, presidentes e filiados do Partido dos Trabalhadores – PT, da Região discutiram e debateram diversos e relevantes assuntos das conjunturas regional, estadual, federal e internacional (crise, militância partidária, alianças políticas do governo Lula e outros), porem o foco principal girou em torno do nome de Dilma Roussef para sucessão do presidente Lula em 2010.












Coube ao prefeito de Ipanguaçú, Leonardo Oliveira, promover a abertura da cerimônia, que em seguida, já sob a presidência de Joildo Lobato Bezerra, passou a administrar os trabalhos nominando os oradores, sendo concedidos dez minutos a cada inscrito para que, em nome do município representado, apresentasse sugestões, idéias e estrutura partidária.









Representaram seus municípios os diretórios de Alto do Rodrigues, Assú, Carnaubais, Ipanguaçú, Itajá, Macau e Pendências, sendo que depois de Ipanguaçú, a maior delegação presente foi a do Assú, representada por José Waldir, presidente do Diretório; Alberto Luiz, vice-prefeito e membro; Paulinho Soares, membro; Jailson Moraes, membro; Paulo Moraes, membro e representante de deputada federal Fátima Bezerra, dentre outros.




Conheça um pouco mais sobre a guerrilheira, mulher de pulso firme, boa gerente, conhecedora da administração pública, muita experiência e pré candidata à presidência do Brasil, Dilma Roussef, segundo Geraldo Pinto, o Geraldão Presidente estadual do PT.












Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi a primeira mulher a ser nomeada ministra-chefe da Casa Civil, cargo que exerce desde 21 de junho de 2005. Atualmente, é a pessoa mais cotada a ser o candidato apoiado pelo atual governo para as eleições à Presidência da República, em 2010Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi a primeira mulher a ser nomeada ministra-chefe da Casa Civil, cargo que exerce desde 21 de junho de 2005. Atualmente, é a pessoa mais cotada a ser o candidato apoiado pelo atual governo para as eleições à Presidência da República, em 2010Dilma é filha do advogado e empreendedor búlgaro naturalizado brasileiro Pedro Rousseff (em búlgaro Петър Русев, Pétar Russév)[1][2] e da dona-de-casa Dilma Coimbra Silva. Tem um irmão, Igor[3].
Aos quinze anos de idade, Dilma trocou o conservador
Colégio Sion, onde alunas falavam francês com professoras, pelo Colégio Estadual, escola pública mista onde se geravam contestações. De acordo com ela, foi nesta escola que ficou “bem subversiva” e que percebeu que o mundo não era para “debutante[4].
Graduou-se em
Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Obteve mestrado em Ciências Econômicas na área de Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutorado em Ciências Sociais na área de Teoria Monetária e Financeira, também pela mesma universidade[5].

Juventude

Na década de 1960, durante o regime militar, Dilma Rousseff participou da luta armada, usando os codinomes de Estela, Luísa e Vanda, atuando em organizações clandestinas e terroristas de esquerda, como a Política Operária (POLOP), Vanguarda Popular Revolucionária e o Comando de Libertação Nacional (COLINA)[6]., segundo consta na sua ficha criminal na Polícia paulista, no DOI-CODI.
Dilma teria participado, na época, do roubo de um
cofre pertencente ao ex-governador de São Paulo Ademar de Barros, em 18 de junho de 1969, na cidade do Rio de Janeiro, de onde foram subtraídos 2,6 milhões de dólares[7]. Entretanto, Dilma negou sua participação no evento em uma entrevista concedida ao Programa do Jô. De acordo com ela, “essa história foi difundida, mas na época eu não participei nem planejei o assalto ao cofre do Ademar”.
Posteriormente, esteve presa entre
1970 e 1973 nos órgãos públicos de repressão à luta armada e ao terrorismo, época em que diz ter sido torturada. Em dezembro de 2006, a Comissão Especial de Reparação da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro aprovou um pedido de indenização por parte de Dilma e outras dezoito pessoas presas em dependências de órgãos policiais do governo estadual paulista na década de 1970[8].

Carreira política


Participou da reestruturação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), vinculada ao grupo de Leonel Brizola. Após a perda da sigla para o grupo de Ivete Vargas, participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT).
Foi secretária de Minas e Energia durante o governo
Alceu Collares no estado do Rio Grande do Sul, entre 1991 e 1995. Em 1998, o petista Olívio Dutra ganhou as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno, e Dilma retornou à Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999, o PDT deixou o governo de Olívio Dutra e exigiu de seus filiados a entrega dos cargos. Dilma saiu do PDT e filiou-se ao PT continuando no governo a exemplo do que também fizeram Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e Sereno Chaise.
Dilma Rousseff integra o
Governo Lula desde o seu início, em 1° de janeiro de 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, passando a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, no lugar de José Dirceu, que deixou o ministério por estar envolvido em acusações de corrupção no caso Mensalão. De acordo com o senador Pedro Simon (PMDB-RS), desde que Dilma assumiu o ministério, “a seriedade está se impondo” na Casa Civil[9].
Dossiê da Casa Civil

Em virtude do escândalo dos cartões corporativos, que eclodiu em janeiro de 2008, atingindo o governo federal e causando a demissão da ministra de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, a oposição entrou com um pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigações mais aprofundadas.
Em
22 de março de 2008, uma reportagem publicada pela Revista Veja revelou que o Palácio do Planalto montou um dossiê que detalhava gastos da família de FHC. A matéria diz que os documentos estariam sendo usados para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos.
A Casa Civil negou a existência de tal dossiê, apresentando no espaço de 15 dias três versões diferentes sobre o assunto, todas depois desmentidas pela imprensa
[10]. Em 28 de março, foi a vez do jornal Folha de S. Paulo publicar uma reportagem revelando que a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, deu a ordem para a organização do dossiê. Em entrevista coletiva em 4 de abril, Dilma reconheceu a feitura do banco de dados, mas descartou a conotação política do mesmo. Disse que o vazamento de informações e papéis federais é crime e que uma comissão de inquérito interna iria apurar o fato. Em 7 de abril, a Polícia Federal (PF) decidiu investigar o caso.
Em
7 de maio, em audiência na Comissão de Infra-Estrutura do Senado Federal, respondeu questões relativas ao “dossiê”[11].

Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador.— Em resposta ao senador José Agripino Maia (DEM/RN). O senador sugeriu que, por ter mentido no período em que esteve presa durante a ditadura, também poderia estar mentindo sobre o vazamento de dados que formaram o dossiê sobre os gastos de FHC.[11]As investigações da PF concluíram que o responsável pelo vazamento foi o funcionário da Casa Civil José Aparecido Nunes, subordinado de Erenice Guerra. Ele enviou passagens do dossiê para o assessor do senador Álvaro Dias, André Fernandes[12], confirmando que o dossiê existiu.


Caso Varig


Em junho de 2008, a ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) Denise Abreu afirmou em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, que a Casa Civil favoreceu a venda da VarigLog e da Varig ao fundo norte-americano Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros.[13]Abreu, que deixou o cargo em agosto de 2007, sob acusações feitas durante a CPI do Apagão Aéreo, relatou que a ministra Dilma Rousseff e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a pressionaram a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig.Segundo ela, Dilma a desestimulou a pedir documentos que comprovassem a capacidade financeira dos três sócios (Marco Antônio Audi, Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel) para comprar a empresa, já que a lei proíbe estrangeiros de possuir mais de 20% do capital das companhias aéreas.[14]A ministra não queria que eu exigisse os documentos. Dizia que era da alçada do Banco Central e da Receita e falou que era muito difícil fazer qualquer tipo de análise tentando estudar o Imposto de Renda porque era muito comum as pessoas sonegarem no Brasil.— afirmou Abreu ao “Estado”.[15]Dilma negou as acusações e Denise Abreu não apresentou nenhum documento ou prova que sustentasse suas acusações.[16]Programa de Aceleração de CrescimentoDilma Rousseff é gerente do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), plano que visa ao crescimento econômico do Brasil.
Candidata às eleições de 2010
Em dezembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que jamais conversara com Dilma Rousseff sobre sua possível candidatura para as eleições presidenciais de 2010, dizendo ter apenas insinuado. Para Lula, Dilma é a “pessoa mais gabaritada” para sucedê-lo
[17].Apesar de pesquisas apontarem-na como pouco conhecida da população brasileira, Dilma já dá sinais de que está tentando ganhar popularidade mudando seu visual.


Vida pessoal


O primeiro marido de Rousseff foi o jornalista mineiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, que levou Dilma, então com vinte anos de idade, para a militância política.No fim da década de 1970, já divorciada de Linhares, Dilma resolveu reconstruir sua vida no Rio Grande do Sul, rumando para Porto Alegre por causa do segundo marido, o ex-guerrilheiro e ex-deputado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo, com quem teve sua única filha, Paula. Preso em São Paulo, Araújo foi transferido para seu estado natal para completar a pena. Dilma deu aulas a presidiários para ver Araújo. Hoje estão divorciados[18].Dilma é uma ávida leitora: já leu toda a obra de Fiódor Dostoiévski. Gosta de História e interessa-se por ópera. No início dos anos 90, ela se matriculou no curso de teatro grego do dramaturgo Ivo Bender. A mitologia grega tornou-se uma obsessão para Dilma, que, influenciada por Penélope.













CULTURA: ESCOLA DE MUSICA DE IPANGUAÇU ESTÁ PRÓXIMA DE SER REALIDADE.

Uma das ações que estão sendo trabalhadas pela Secretaria de Cultura e Turismo da prefeitura de Ipanguaçu é a implementação no município de uma escola de música para os jovens da cidade, quem tem vocação artista nesse setor cultural. Nesse sentido segundo o Secretário Municipal da pasta, o professor Fernando Neto, o município já dispõe dos instrumentos e está faltando somente o maestro que será o instrutor de formação, pendência essa que está sendo articulada junto a Fundação Jose Augusto em Natal. Na ultima sexta-feira, o secretário de cultura da cidade de Ipanguaçu esteve na Fundação Jose Augusto, participando de uma reunião com representantes do MEC e entre outros assuntos que foram discutidos, Fernando Neto, pode também tratar dessa questão. Com relação ao setor turístico do município, o secretário informa que dois pontos estão sendo analisados pelo prefeito Leonardo Oliveira (PT) para serem trabalhados como pontos de divulgação do município, dentro do projeto costa branco sendo eles, a lagoa do Porto, zona rural do município e o açude publico da comunidade de Pataxó. Fernando Neto, falou inicialmente sobre a reunião vivida em Natal e conseqüentemente das ações que estão sendo desenvolvidas pela sua secretaria.
Fonte: Princesa do vale.