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A deputada federal Fátima Bezerra (PT) gravou um vídeo especialmente para a campanha do prefeito da cidade de Ipanguaçu, o jovem petista Leonardo Oliveira (PT). O depoimento está disponível no site oficial da campanha: http://www.leonardo13pt.com.br .
Em seu pronunciamento, a deputada falou da competência e seriedade que o atual gestor mostrou durante esse 3 anos e 9 meses. “Na hora de votar para prefeito, o caminho certo e seguro é o voto em Leonardo. Leonardo, que já mostrou na atual gestão sua competência e seriedade. Tenho orgulho de ser uma grande parceira da gestão de Leonardo, parceria que já resultou em obras e ações importantes para a cidade”, diz Fátima.
A deputada ainda destacou o desejo de ampliar por mais quatro anos essa parceria que vem dando certo, e o apoio que terá para enfrentar os próximos desafios. “Quero ampliar essa parceria vitoriosas, trazendo novos recursos que ajudem o nosso prefeito a resolver os problemas que precisam ser enfrentado nos próximos 4 anos. Apoio e peço voto para Leonardo, porque quero o melhor pra Ipanguaçu. Não troque o certo pelo duvidoso. Na hora de votar, é Leonardo de novo com a força do povo”, concluiu.
Em seu primeiro mandato, Leonardo é candidato à reeleição. Nascido e criado em Ipanguaçu, assumiu a prefeitura com a proposta de melhorar ao máximo a qualidade de vida da população. Promoveu uma verdadeira revolução, melhorando a Saúde e a Educação; resgatando a Cultura e o Esporte; apoiando a Agricultura; desenvolvendo a Economia, gerando Empregos e Renda; investindo como nunca antes na Assistência Social e realizando diversas outras ações que tem tornado Ipanguaçu um dos municípios que mais cresce e se desenvolve no Vale do Açu.
Com o voto do novo ministro Luiz Fux, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Lei da Ficha Limpa não vale para as eleições do ano passado. Desta forma, a Lei da Ficha Limpa passa a valer apenas a partir das eleições do ano que vem.
A decisão do novo ministro foi baseada no artigo 16 da Constituição, que afirma que "a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência". Como a Lei da Ficha Limpa foi aprovada no mesmo ano das eleições, ele considerou inconstitucional a validade dela para o processo eleitoral do ano passado.
Com esta decisão, pode haver uma troca de cadeiras no Congresso Nacional. O ex-deputado Jader Barbalho, por exemplo, poderá assumir um posto no Senado Federal no lugar de Marinor Brito (PSOL). Ela foi a quarta colocada nas eleições, mas se beneficiou da inelegibilidade de Barbalho, que ficou em segundo lugar, e do terceiro colocado, Paulo Rocha (PT).
O ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) também deve assumir vaga no Senado,bem como o ex-senador João Caperibe (PSB-AP).
Com 99,99% dos votos apurados, ela obteve 56,05% dos votos válidos. Engajamento do presidente Lula impulsionou campanha da candidata.
Dilma Vana Rousseff (PT), 62 anos, foi eleita neste domingo (31) a primeira mulher presidente do Brasil. Com 92,53% dos votos apurados, às 20h04, o Tribunal Superior Eleitoral informou que a petista tinha 55,43% dos votos válidos (excluídos brancos e nulos) e não podia mais ser alcançada por José Serra (PSDB), que, até o mesmo horário, totalizava 44,57% - confira os números da votação.
Em um pronunciamento às 20h13, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, anunciou oficialmente a vitória da candidata do PT. Na manhã desta segunda-feira (1º), com 99,99% dos votos apurados, Dilma acumulava 56,05% dos votos válidos (55.752.092 votos) e José Serra, 43,95% (43.710.422).
Na campanha eleitoral, Dilma contou com o engajamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo governo registrou recordes de aprovação – na pesquisa Datafolha do último dia 27, aavaliação positiva do governo alcançava 83%.
Lula participou de vários comícios e declarou repetidamente o apoio à candidata, o que inclusive rendeu a ele multas por propaganda eleitoral antecipada.
Antes da deflagração da campanha, o presidente também se empenhou em montar uma grande aliança política, que, além da adesão de aliados históricos do PT, como PSB e PC do B, incluiu o PMDB, um dos maiores partidos do país.
Veja no vídeo ao lado o anúncio na TV Globo da vitória de Dilma Rousseff
O PMDB indicou o vice de Dilma, o deputado federal Michel Temer, presidente da Câmara. Nos últimos dias da campanha do primeiro turno, Lula chegou a dizer que esteve em mais eventos do que quando ele próprio foi candidato e disputou a reeleição, em 2006.
No segundo turno, a aliança contava com 11 partidos: PT, PMDB, PC do B, PR, PDT, PRB, PSC, PSB, PTC,PTN e PP, o último a anunciar apoio.
Biografia A presidente eleita nasceu em 14 de dezembro de 1947 em Belo Horizonte (MG). Durante o regime militar, integrou organizações de esquerda clandestinas, foi presa e torturada.
No Rio Grande do Sul, ajudou a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Filiou-se ao PT em 2001. Formada em economia, Dilma foi secretária de estado no Rio Grande do Sul.
Como ministra da Casa Civil, Dilma assumiu a gerência do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um dos carros-chefe do governo. Foi apelidada por Lula de 'mãe do PAC’.
Na Casa Civil, ela sucedeu, em 2005, José Dirceu, homem forte do governo, que deixou o cargo atingido pelo escândalo do mensalão, em que parlamentares teriam recebido dinheiro para votar a favor de projetos do governo – ele sempre negou participação no suposto esquema.
No governo, Dilma também ocupou o cargo de ministra das Minas e Energia. Quando Lula se elegeu presidente para o primeiro mandato, sucedendo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ela participou da equipe que formulou o plano de governo do PT na área energética e do governo de transição.
Antes de tornar-se candidata, Dilma revelou que estava se submetendo a um tratamento contra um linfoma, câncer no sistema linfático, que havia descoberto em abril de 2009 a partir de um nódulo na axila esquerda, em um exame de rotina, em fase inicial.
Dilma concluiu o tratamento de radioterapia e disse estar curada. Ela chegou a raspar o cabelo devido às sessões de quimioterapia, o que a fez usar peruca durante sete meses. Boletim médico de agosto deste ano indicou que o estado de saúde da presidente eleita é considerado “excelente”.
Após o início oficial da campanha eleitoral, quando ela passou a ter a imagem colada à do presidente Lula, a candidatura decolou. No fim de agosto, ela atingiu 51% das intenções de voto contra 27% do tucano, o que indicava uma vitória no primeiro turno para a petista.
Em setembro, duas denúncias atingiram a campanha da petista. No começo do mês, foi divulgado um esquema de vazamento de dados sigilosos na Receita Federal de pessoas ligadas ao PSDB. Veronica Serra, filha do principal adversário de Dilma, teve o imposto de renda acessado. A oposição culpou a campanha de Dilma pelo fato, mas ela negou relação e defendeu investigações sobre o assunto.
Duas semanas depois, às vésperas da votação em primeiro turno, surgiu uma nova denúncia: foram divulgadas suspeitas de tráfico de influência na Casa Civil, antes comandada por Dilma Rousseff.
Sua sucessora, Erenice Guerra, indicada por Dilma, foi o alvo principal das acusações. Umempresário disse que o filho de Erenice cobrou propina para intermediar um contrato e indicou que o dinheiro iria para campanha da petista. Ela negou que houvesse vínculo entre as supostas irregularidades e sua campanha.
Figura importante do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quase não apareceu na campanha de Serra. Na reta final, o PSDB colocou na internet vídeos com ataques a Dilma.
Durante toda a campanha, a estratégia de Dilma foi afirmar que, caso eleita, daria continuidade ao governo do presidente Lula. Ela propôs ampliar programas que se tornaram populares no atual governo, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Prouni.
Como propostas de governo, Dilma registrou no TSE, de início, um documento polêmico.
Veja no vídeo ao lado como foi a campanha de Dilma Rousseff
Aprovado em convenção do Partido dos Trabalhadores, o documento previa tributação de grandes fortunas, fim da criminalização de movimentos sociais, defesa da jornada de trabalho de 40 horas e combate ao monopólio dos meios de comunicação.
No mesmo dia, o programa foi trocadopor um mais ameno, exatamente o mesmo, mas sem os trechos que provocaram questionamentos. Aborto A polêmica sobre o aborto foi convertida em tema central da campanha durante o segundo turno, ocupando espaço em debates e na propaganda dos candidatos. A campanha petista acusou os adversários de promoverem uma campanha de difamação contra Dilma.
A seis dias do segundo turno, a candidata apresentou um documento com 13 “compromissos programáticos”, que chamou de diretrizes de governo. Os 13 itens são: fortalecer a democracia política e econômica; expansão do emprego e renda; projeto que assegure sustentável transformação produtiva; defender o meio ambiente; erradicar a pobreza absoluta; atenção especial aos trabalhadores; garantir educação para a igualdade social; transformar o Brasil em potência tecnologia; garantir a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS); prover habitação e vida digna aos brasileiros; valorizar a cultura nacional; combater o crime organizado; e defender a soberania nacional.