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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Ipanguaçu obtém nota 9 nas políticas de Assistência Social junto ao Governo Federal

Os serviços prestados pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Ipanguaçu foram classificados com nota 9 pelo Governo Federal, através da publicação dos Indicadores de Desenvolvimento do CRAS (IdCRAS). A nota, que está entre as maiores do RN e do país, é resultado de uma série de ações desenvolvidas pelo CRAS e às ações desenvolvidas via Secretaria de Ação Social. A avaliação foi realizada pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), através de censo realizado no ano de 2011 e divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social na última semana.

Segundo a secretária de Assistência Social, Cristina Oliveira, a prefeitura vem mostrando que é possível fazer inclusão das populações menos favorecidas na sociedade. “É muito gratificante receber uma avaliação tão positiva. Isso mostra que estamos realizando um trabalho consciente e de qualidade. E temos ampliado o alcance de nossos programas, projetos e ações, o que pode ter contribuído para esse conceito “superior” no IdCras”, disse Cristina.

Centenas de crianças ipanguaçuenses são beneficiadas com ações de Assistência Social, recebendo desde um reforço escolar, à alimentação, atividades esportivas e culturais e atendimento psicológico, entre outros. Várias destas ações beneficiam diretamente também aos familiares desses jovens cidadãos. Entre jovens e adultos, também são promovidos cursos de qualificação profissional, que já capacitaram mais de 11% da população. Há ainda ações voltadas às gestantes, com palestras sobre temas diversos e, ao final do acompanhamento, distribuição de kit-enxoval.

“Buscamos mecanismos que melhorem a vida de nosso povo, dando a oportunidade às famílias que estão na área de risco social de se inserirem na sociedade, mostrando que basta apenas um incentivo do Poder Público para que o cidadão trabalhe e gere renda para sua família”, conclui a secretária Cristina.

Ampliação dos serviços

Para a secretária de Assistência Social de Ipanguaçu, Cristina Oliveira, a expectativa é que a Prefeitura possa inaugurar dois centros de convivência familiar ainda neste mês, nas comunidades de Pedrinhas e Pataxó. “É um pedido antigo destas comunidades. Já estamos concluindo os trabalhos para que possamos entregar essas novas sedes”, revela.

Prefeitura entrega Unidade de Saúde à moradores da comunidade de Língua de Vaca e põe fim à espera de quase 30 anos


A comunidade de Língua de Vaca, distante 12 km do centro de Ipanguaçu, recebeu no último sábado (09) uma nova Unidade da Saúde da Família. A inauguração da estrutura integra o conjunto de ações que a prefeitura tem desenvolvido para democratizar e fortalecer o acesso à saúde pública no município.

A unidade de saúde conta com um espaço totalmente equipado para atender a população e garantir o seu bem-estar. “Nosso desejo é fortalecer o Sistema Único de Saúde em todas as comunidades, porque nesses lugares a distância é um impedimento para um melhor atendimento. Essa nova Unidade de Saúde também vai estar empenhada em prevenir doenças e orientar os moradores”, afirma o prefeito Leonardo Oliveira.

Dona Maria Nilza Varela, 66 anos, moradora da comunidade de Angélica, disse que fica feliz pela nova unidade de saúde, “Ficou muito bom, com todas as máquinas novas. Fico feliz por esse novo posto, ele estava fechado há mais de 26 anos. Ajuda muito a nossa comunidade. Anos atrás, eu lembro bem, precisava viajar para meus filhos tomarem injeção. Chegava a pagar R$ 60, R$ 70. Agora não tem mais isso”, disse dona Maria Nilza.

Desde o ano de 2009, o governo municipal já ampliou, reformou e reativou postos de saúde nas comunidades rurais de Nova Descoberta, Tira Fogo, Baldum, Luzeiro, Pataxó e Angélica. Atualmente, estão sendo reformados e ampliados o posto de saúde da comunidade de Capivara e o Centro de Saúde Tibúrcio Freire, no centro da cidade.

De acordo com o prefeito Leonardo Oliveira, a prefeitura tem investido na oferta de variedade de serviços médicos, ambulatoriais, de imunização, educação em saúde e a garantia de medicamentos da atenção básica. “Estamos entregando a toda comunidade essa estrutura física, dotada de equipamentos novos para realizar atendimentos de qualidade para quem realmente precisa. Este é um trabalho constante, atingindo cada vez mais ipanguaçuenses”, explica Leonardo.


Combate ao trabalho infantil é lembrado no dia 12 de junho

As estatísticas mostram que, apesar dos esforços, o trabalho infantil ainda faz milhões de vítimas. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho - OIT estima-se que 215 milhões de crianças são afetadas no mundo inteiro. No Brasil são 4,2 milhões.

As atividades laborais a que se submetem ass crianças são as mais variadas. Agricultura, carvoaria e comércio são apenas alguns exemplos. A maioria das meninas, com idade até 16 anos, está envolvida com trabalho doméstico

A situação se torna ainda mais preocupante se forem traçadas algumas linhas de correlação entre o trabalho infantil e suas consequências negativas. É que o trabalho infantil esatá diretamente relacionado a doenças e acidentes, podendo ser encarado como uma grave questão de saúde pública. Pesquisas realizadas pela OIT revelam que a cada minuto uma criança sofre acidente de trabalho, doença ou traumas psicológicos.

O grande índice de doenças e acidentes com crianças deve-se a imaturidade física e mental. A criança, por contar com reduzida visão periférica, baixo desenvolvimento de reflexos, pouca força muscular, além de outras características, está mais sujeita a toda a sorte de danos, por força das condições ambientais de trabalho.
Paulo RossiCombate ao trabalho infantil é lembrado no dia 12 de junhoCombate ao trabalho infantil é lembrado no dia 12 de junho

Também é fácil se visualizar a correlação entre trabalho infantil e trabalho escravo, uma vez que tais fenômenos podem fazer parte de um mesmo circulo vicioso. Muitas vezes a criança é introduzida no ambiente de trabalho para realizar trabalho penoso, outras para auxiliar seus pais. Quando alcançam a maturidade não possuem condições de obter trabalho digno e acabam repetindo o destino que foi reservado aos seus pais.

O trabalho infantil impede a formação educacional e profissional. A criança que hoje trabalha, dificilmente escapará do subemprego ou da indigência de amanhã. No RN, situação preocupa.

Dados da OIT revelam que 12,94% das crianças nordestinas encontram-se envolvidas em trabalho em situação ilegal. Este percentual equivale a 49,54% de todo o trabalho infantil detectado no Brasil. O RN ocupa a 8ª pior entre os estados, na faixa etária dos 10 aos 14 anos de idade (27.399) e o 7º na faixa dos 05 a 09 anos (2.936). No nordeste, só fica atrás do Piauí, Ceará e Bahia.

No RN, o trabalho infantil tem incidência nas feiras livres, nos matadouros, na agricultura e pecuária de subsistência e no trabalho doméstico.

A colheita e beneficiamento de castanha também faz uso da mão de obra infantil. Em algumas cidades do RN  a atividade de concentra em novembro e fevereiro, meses em que a evasão escolar aumenta significativamente.

A fabricação da farinha de mandioca nas chamadas "casas de farinha" é outro foco de uso da mão de obra de crianças, situação que é de difícil enfrentamento.

Geralmente as casas de farinha são instaladas em locais ermos e circundadas por um verdadeiro cinturão de pobreza. As crianças são levadas pelos próprios pais na esperança de aumentar a renda familiar. Ademais, não havendo creches nestas localidades é comum ver as casas de farinha com a presença  de crianças acompanhando seus pais e inseridas na rotina de trabalho.

Segundo a Coordenadora Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho da Criança e de Proteção ao Adolescente Trabalhador (Foca-RN), Marinalva Cardoso,  até 1º de junho de 2012, a equipe do Projeto de Erradicação do Trabalho Infantil realizou 88 ações de fiscalização, afastando cerca de 152 crianças e adolescentes em situação de risco.

Tribuna do Norte

Brasil será foco mundial durante a Rio+20

Rio--20
A dois dias da abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, de 13 a 22 de junho, o mundo se volta para o Rio de Janeiro. No que depender do Brasil, o encontro se tornará uma referência internacional na defesa do meio ambiente com desenvolvimento sustentável e inclusão social. Para os brasileiros, é fundamental concentrar as discussões na erradicação da pobreza como elemento essencial à sustentabilidade.

Por enquanto, 115 chefes de Estado (presidentes da República) e de Governo (o equivalente a primeiro-ministro) confirmaram presença. Em discussão, a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.
Um dos destaques das discussões será a execução de programas sociais de transferência de renda no Brasil. As autoridades brasileiras defendem que durante a Rio+20 sejam definidas medidas que avancem no combate à pobreza e à fome, assim como no fortalecimento do multilateralismo e nas metas fixadas pelas Nações Unidas para o milênio.
Para especialistas, a conferência deve confirmar que os resultados dos esforços conjuntos só ocorrerão se houver atividades e programas que atendam às diferentes realidades dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.
Em relação à estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável, as discussões devem ter como foco as áreas econômica, social e ambiental. Nos últimos anos, líderes políticos estimularam as discussões sobre a possibilidade de pôr em prática programas voltados ao desenvolvimento econômico, ao bem-estar social e à proteção ambiental, organizados de forma conjunta.
Nas propostas já apresentadas estão a reforma da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável (CDS) cujo objetivo é a execução das metas, fixadas há 20 anos, na Rio92. Também há recomendações para reformas nas instituições ambientais internacionais, pois vários líderes políticos argumentam que é necessário fortalecer o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
A ideia é assegurar propostas que garantam o aumento dos recursos disponíveis ao Pnuma para a implementação de projetos em países em desenvolvimento. A reforma da estrutura do Pnuma deve considerar o equilíbrio entre as questões sociais, econômicas e ambientais. Políticos, especialistas, representantes de organizações não governamentais, integrantes de comunidade indígenas, quilombolas e ribeirinhos estarão presentes.
As discussões da Rio+20 ocorrerão em locais distintos da cidade do Rio de Janeiro. Os políticos se concentrarão no RioCentro, no bairro da Barra da Tijuca, especialistas, pesquisadores e sociedade civil se intercalarão em debates no Parque do Flamengo, Museu de Arte Moderna, Forte de Copacabana e Parque dos Atletas.
Fonte: Agência Brasil

Número final de eleitores da vigésima nona Zona só será conhecido após término de diligências hoje

Até o dia de hoje, segunda-feira, permanece aberto o sistema cadastral de eleitores na alçada da vigésima nona Zona, que possui sua sede em Assú e tem abrangência por sobre os municípios de Carnaubais, Ipanguaçu, Itajá e Porto do Mangue, em razão de, até esse dia, continuarem as diligências por sobre diversas inscrições eleitorais que estão sendo checadas. O esclarecimento foi prestado pelo chefe do Cartório Eleitoral da vigésima nona Zona, Artur Nascimento Costa. Por essa razão, disse ele, o quantitativo de eleitores apto a votar em 7 de outubro ainda não é o oficial. Entretanto, o chefe do Cartório Eleitoral trouxe a público os indicadores parciais de cada município da jurisdição. Cidade polo da região, Assú abriga o maior contingente de eleitores: 40.741 pessoas.

No município de Carnaubais foram registrados 8.806 eleitores. Ipanguaçu totalizou 13.057 eleitores aptos a participar da eleição municipal que se aproxima. Em Itajá foram registrados 6.892 eleitores. Em Porto do Mangue foram somados 4.893 eleitores. Artur Nascimento confirmou a expansão de eleitores da vigésima nona Zona Eleitoral de 2010 para cá. Em 2010 o total era de pouco mais de 72 mil eleitores nos cinco municípios. Agora, a parcial indica uma soma geral de 74.479 eleitores. Ele declarou que o maior índice de crescimento foi observado nas cidades de Ipanguaçu e Itajá. Por conta disto a Justiça Eleitoral adota o procedimento da diligência a fim de identificar o chamado ‘eleitor sazonal’ – aquele que numa eleição vota numa cidade e em outro pleito é eleitor de outro município. Artur Nascimento explicou que, para estes casos, a Justiça Eleitoral tem o mecanismo da diligência para tentar diminuir a incidência de pessoas que realmente não moram na cidade em que se encontram alistados. 

O chefe do Cartório Eleitoral reiterou que este processo investigativo vai prosseguir até o dia de hoje. Em seguida serão tabulados os números finais de eleitores de cada um dos cinco municípios da vigésima nona Zona Eleitoral. No entanto, advertiu que, mesmo após esse prazo, a eventual localização de eleitores que se enquadrem no perfil dos chamados ‘sazonais’ poderá implicar no cancelamento do título eleitoral. Artur Nascimento disse que, além deste trabalho, o órgão já cuida de outras atividades preparatórias para o processo eletivo de 7 de outubro. Por exemplo, adiantou que, internamente, já foi iniciada a tarefa de análise dos locais de votação em toda a área territorial da vigésima nona Zona. Paralelamente, também está sendo trabalhada a escolha do pessoal que atuará como mesário no dia do pleito. Externamente, destacou Artur Nascimento, a partir deste domingo, dia 10 de junho, inicia-se o calendário para a realização das convenções partidárias. Ele esclareceu que é quando os partidos determinarão seus comitês e seus candidatos nas eleições e, também, as coligações.

Rádio Princesa do Vale