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sábado, 11 de abril de 2009

RONALDO ROMPEU…





Após 100 dias observando a forma do atual prefeito Ivan Junior fazer de conta que administra a cidade do Assu, o ex-prefeito Ronaldo Soares, assumiu à oposição a administração municipal.
O ex-prefeito cansado de observar o atual prefeito fazer de conta que administra a cidade do Assu e jogar para debaixo do tapete todos os programas sociais e estruturais implantados nos seus ultimos oitos anos a frente do poder público municipal, resolveu romper com o mesmo e mostrar para os assuenses a farça que está sendo a administração do popstar.
Em 100 dias à frente da administração da edilidade assuense, o Ivan Júnior além de realizar inúmeras e infrutiferas reuniões, de viajar bastante e de conceder mais de cem entrevistas, nada mais fez para avançar na admistração, o que sugeriu ao ex-prefeito tomar esse posicionamento.
Amanhã é outro dia, os aliados de Ronaldo, deverão entregar os cargos e o governo Ivan Junior ficará a mercê da sorte e da sua suposta popularidade.

Veremos…,




Por Ana Valquiria e Regis.




Fonte: Registrando

GOVERNO ANUNCIARÁ NA SEGUNDA-FEIRA PACOTE PARA SOCORRER PREFEITURAS EM DIFICULDADES

O governo anunciará na próxima segunda-feira (13) as medidas para socorrer as prefeituras, que enfrentam dificuldades financeiras por causa da queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), segundo informou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O ministro disse que os municípios mais dependentes do fundo terão prioridade. Bernardo e os ministros Guido Mantega (Fazenda), José Múcio (Relações Institucionais) e Dilma Rousseff (Casa Civil) se reuniram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o assunto, mas a proposta só será fechada na próxima semana. Sobre a criação de um piso de repasse para os municípios e também de um fundo para bancar a ajuda, Paulo Bernardo não confirmou a primeira alternativa e afirmou não ser necessária a instituição de um fundo para o socorro aos prefeitos. De acordo com o ministro, o dinheiro sairá do Tesouro Nacional, pois “não tem de outro lugar para tirar”. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) afirma que, em março, o repasse do FPM caiu cerca de 15% em comparação ao mesmo período de 2008. A queda nas transferências é resultado da redução na arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que formam o FPM. Para conter os efeitos da crise, o governo diminuiu as alíquotas do IPI para carros novos e material de construção e criou novas alíquotas do IR. Cerca de 700 prefeitos estiveram na semana passada na capital federal para pressionar pela liberação imediata de recursos por meio de uma medida provisória.