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domingo, 12 de agosto de 2012

Mensagem de Leonardo Oliveira aos Pais de Ipanguaçu

Amar, educar, prover, proteger... Isso, e muito mais, é o que se espera de um pai. É uma responsabilidade grande, muito maior do que pode parecer aos olhos de quem ainda não passou pela paternidade ou pela maternidade. É uma nobre missão. Tão nobre quanto administrar o destino de um município. E essa responsabilidade é ainda maior para um filho que verdadeiramente ama a sua terra.

Como prefeito de Ipanguaçu, procuro utilizar muito mais que a valiosa experiência que adquiri como profissional na iniciativa privada. Baseio-me fortemente em minha vivência como pai de família. Por amar verdadeiramente Ipanguaçu, desejo ao seu futuro o mesmo que desejo para o futuro de meus filhos. E o resultado desse trabalho, que precisa continuar, pode ser sentido em diversas áreas. Está ao alcance dos olhos de todos!

Hoje, neste domingo tão especial, parabenizo a você, que é pai. Parabéns e boa sorte! Que Deus siga lhe abençoando e mantendo a sua família no rumo certo.

Leonardo da Silva Oliveira
Prefeito e candidato a reeleição 

Leonardo e Josimar são recebidos com festa na comunidade de Língua de Vaca, neste sábado


O final da tarde deste sábado (11) foi marcado por grande expectativa entre os moradores da comunidade Língua de Vaca, na zona rural de Ipanguaçu. Para receber o prefeito Leonardo Oliveira (PT), as famílias vestiram-se de vermelho. Algumas até prepararam um café quentinho ou lanches, prática que tem se tornado a cada dia mais recorrente. Acompanhado pelo seu companheiro de chapa Josimar Lopes (PSB) e pelos vereadores da Coligação Aliança do Povo, Leonardo deu prosseguimento a seu propósito de informar pessoalmente a cada família ipanguaçuense sobre seu Plano de Governo para os próximos 4 anos e, de forma participativa, ouvir as sugestões de cada uma delas.

Basta ouvir alguns depoimentos para entender que o motivo de tamanha recepção é a gratidão do povo para com o gestor. “Leonardo é o prefeito que olha pelos humildes, é o que mais trabalhou pelos pobres. Antes dele assumir a prefeitura, da comunidade de Tira Fogo até Capivara todos os Pontos de Saúde e escolas estavam fechados. Leonardo foi reabrindo um a um. Aqui na minha comunidade foi da mesma forma: o posto de saúde estava fechado e ele reabriu. Eu tenho problema de pressão e preciso muito desse atendimento. Fico muito feliz por esse novo momento de Ipanguaçu”, argumentou a dona de casa Maria de Fátima Barreto, 53 anos de idade.

O Seu Titico Varela é outro que não tem saudades da realidade que Ipanguaçu enfrentava em um passado recente. “Leonardo é o prefeito que o município merece. Para que voltar ao passado que já conhecemos? Quem gosta de saúde, educação, esporte e agricultura está com Leonardo. Quem gosta de desenvolvimento está com Leonardo. Ele é um homem que merece o voto de todos nós. Quem não fez antes, por anos, vai dizer que vai fazer agora? Não farão! Quem fez, faz e vai continuar fazendo é Leonardo”, disse.


Encerrando a visita, os moradores promoveram uma passeata pelas ruas da comunidade. Feliz, Leonardo discursou aos moradores, agradecendo o apoio e lembrando-os da responsabilidade que cada cidadão tem com o futuro do município. “Para que nossa população possa contar com serviços essenciais, precisamos lutar a cada dia. Mas não temos medo. Temos é coragem, compromisso e disposição para fazer Ipanguaçu uma cidade cada vez melhor de se viver. E repito, mais uma vez, um dos compromissos que assumi quando reinauguramos o Posto de Saúde da comunidade: vamos construir uma praça aqui, para os moradores da comunidade”, falou Leonardo.


Agenda

Nesta manhã de domingo (12), Leonardo e Josimar participam às 10 horas da missa de encerramento da festa da Sagrada Família, na comunidade de Cuó. A partir do meio-dia, prestigiam o almoço em comemoração aos festejos dos padroeiros.

Na segunda-feira (13), Leonardo cumpre agenda administrativa pela manhã. À tarde, se reúne com equipe da campanha para definição da agenda da semana.

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Banco Central lança moedas comemorativas à entrega da bandeira olímpica

A moeda bimetálica especial de R$ 1 traz em seu anverso, no núcleo prateado, a legenda Brasil com a logomarca dos Jogos Rio 2016.

Divulgação
O Banco Central (BC) lançou hoje (11) duas moedas comemorativas em homenagem à entrega da bandeira olímpica ao Brasil, em cerimônia promovida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na Somerset House, em Londres, espaço onde está localizada a Casa Brasil.

De acordo com o BC, as moedas são resultado do trabalho conjunto do Banco Central, da Casa da Moeda do Brasil e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

A moeda bimetálica especial de R$ 1 traz em seu anverso, no núcleo prateado, a legenda Brasil com a logomarca dos Jogos Rio 2016 e, no centro da composição, a Bandeira Olímpica. Outro detalhe é que no anel dourado encontram-se as legendas Entrega da Bandeira Olímpica e Londres 2012-Rio 2016.

Ao todo, serão produzidas 2.016.000 moedas. Parte delas, 80 mil unidades, será comercializada em embalagens especiais para colecionadores e o restante colocado em circulação.

Outra moeda é de prata, com valor de face R$ 5, e tiragem máxima de 20 mil peças. No anverso a bandeira Olímpica ocupa o centro da composição, que se completa com a legenda Entrega da Bandeira Olímpica e a logomarca dos Jogos Rio 2016. No outro lado, destaque para a ilustração alusiva a dois ícones das cidades Olímpicas: a Tower Bridge, representando Londres, e o Cristo Redentor, representando a cidade do Rio de Janeiro. Na face da moeda, completam a composição o valor de face e a legenda Londres 2012-Rio 2016 e Brasil.

As duas moedas poderão ser adquiridas nas representações regionais do Banco Central na próxima segunda-feira (13). Na mesma data, informou também o BC, a moeda comemorativa em prata estará disponível para compra no site do Banco do Brasil. A cartela especial com a moeda bimetálica de RS1 poderá ser adquirida pelo site do BB no final de agosto.

Por Gerlane Lima, com informações do R7

Brasil bate Estados Unidos e é bicampeão olímpico no vôlei feminino

FIVB/Divulgação

Seleção superou dificuldades e se consagrou
São Paulo - A seleção brasileira feminina de vôlei superou um começou ruim nos Jogos de Londres para conquistar neste sábado o bicampeonato olímpico. Na reedição da final da Olimpíada de Pequim, em 2008, a equipe de José Roberto Guimarães voltou a vencer os Estados Unidos em uma decisão ao batê-los por 3 sets a 1, com parciais de 11/25, 25/17, 25/20 e 25/17, em 1 hora e 40 minutos, na Earls Court.

A conquista deste sábado é histórica para Zé Roberto, já que o treinador se tornou o primeiro brasileiro a ter três títulos olímpicos. Além dos dois ouros conquistados com a seleção feminina de vôlei, o técnico foi campeão em 1992, com a equipe masculina de vôlei do Brasil. Paula Pequeno, Thaisa, Fabiana, Jaqueline, Sheilla e Fabi, que fizeram parte do grupo de 2008, se sagraram bicampeãs olímpicas.

Esse título veio após um começo irregular na primeira fase nos Jogos de Londres. A equipe chegou a estar ameaçada de eliminação e somou apenas três vitórias, sobre Turquia, China e Sérvia, e duas derrotas, para os Estados Unidos e a Coreia do Sul.

O início do mata-mata também não foi fácil. O Brasil precisou salvar seis match points no jogo contra a Rússia, vencido contra a Rússia de forma dramática por 3 sets a 2. Na semifinal, superou o Japão por 3 a 0 e garantiu o reencontro com as norte-americanas.

Neste sábado, a equipe foi massacrada no primeiro set, mas conseguiu uma reação impressionante para conquistar o bicampeonato olímpico diante das americanas e entra para a história do esporte nacional. Jacqueline foi o principal destaque do triunfo ao fazer 18 pontos, três a mais do que Sheilla.

O jogo - A seleção norte-americana começou bem superior a decisão do vôlei feminino. Com agressividade, a equipe abriu 5/1 e foi ao primeiro tempo técnico vencendo por 8/3 com desempenho praticamente perfeito na defesa. As jogadoras brasileiras tinham dificuldade para passar do bloqueio das norte-americanas, que fizeram 13/5 e forçaram o técnico José Roberto Guimarães a parar o jogo pela segunda vez.

O treinador fez mudanças na equipe, promoveu a entrada de Paula Pequeno, que saiu rapidamente de quadra, mas a equipe não reagiu. O Brasil não conseguia passar do bloqueio norte-americano, cometeu muitos erros - deu nove pontos para as adversárias apenas no primeiro set - e foi facilmente derrotado pelos Estados Unidos por 25/11.

O Brasil mudou o seu comportamento no começo da segunda parcial e passou a defender mais. Assim, fez 6/3 no início e depois abriu 11/6, principalmente em razão da evolução da levantadora Dani Lins, que passou a usar bem as bolas de fundo. As norte-americanas reagiram e empataram o duelo em 12/12.

Mas as brasileiras não se abateram com a perda da vantagem. A equipe retomou o controle da partida, contou com uma atuação inspirada de Jacqueline e um excelente desempenho no saque para fechar a parcial com certa facilidade por 25/17.

A seleção brasileira seguiu com boa atuação no começo do terceiro set, com Fabi se destacando pelas defesas e Jacqueline tendo êxito nos ataques. Assim, a equipe chegou a abrir 6/3.

As norte-americanas ainda tentaram equilibrar o duelo, mas o Brasil foi ao primeiro tempo técnico à frente, por 8/5, graças ao saque forçado e ao bom desempenho do bloqueio. A seleção brasileira ainda viu as norte-americanas se aproximarem com alguns erros em contra-ataques. Mesmo assim, o Brasil manteve o duelo sob controle e triunfou por 25/20.

Com bom desempenho de Fabiana no bloqueio, a seleção brasileira continuou soberana do começo do quarto set e abriu 5/2. A equipe, consistente, foi ao primeiro tempo técnico vencendo por 8/6. Concentrado, o Brasil dominava o duelo. Dani Lins acionava bem Jaqueline, Sheilla e Fernanda Garay e a equipe abriu 15/10.

Os Estados Unidos não tinham forças para reagir e a defesa do Brasil funcionava com perfeição. A seleção brasileira chegou a fazer 19/11, cometeu alguns erros, mas controlou a ansiedade, mas fechou o jogo em 25/17, com o último ponto sendo feito por Fernanda Garay, para conquistar a medalha de ouro do vôlei feminino.