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domingo, 5 de abril de 2009

Prefeito do Assú realiza visita de cortesia ao reitor da UERN e renova reivindicações


O prefeito Ivan Lopes Júnior promoveu na manhã de quinta-feira, 2 de abril, uma visita de cortesia ao reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professor Milton Marques de Medeiros.
O chefe do Executivo parabenizou o dirigente máximo da instituição de ensino superior por sua reeleição conquistada através do processo democrático recém-concluído na UERN.
Durante seu contato com o magnífico reitor, ele Júnior enalteceu a importância da instituição para o Assue toda a região. O gestor municipal aproveitou a oportunidade para renovar a reivindicação no sentido de que a UERN possa em curto espaço de tempo disponibilizar novos cursos na região e chegou a sugerir que sejam cursos temporários e que, na medida em que o mercado for se saturando, possam ser substituídos de conformidade com a demanda de mercado.
O prefeito propôs ainda que a instituição possa atuar em várias frentes públicas em parceria com a administração municipal. Outra proposta lançada pelo prefeito é no sentido de que possa ser definida uma data para que o reitor da UERN possa tratar de outras questões de interesse mútuo com os prefeitos do Vale do Açu.
O chefe do Executivo assuense se mostrou plenamente satisfeito com a receptividade que encontrou junto ao dirigente maior da UERN e se mostrou confiante de que vários avanços possam ser pavimentados a partir do contato travado entre ambos.


Fonte: SECOM.

PROFESSORES PLANEJAM PARALISAÇÃO NACIONAL PARA O DIA 24 DE ABRIL

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, afirmou ontem, durante uma reunião com representantes de sindicatos da categoria de todo o país, que os professores devem paralisar as atividades no dia 24 de abril. A categoria cruza os braços por 24 horas para exigir o cumprimento da lei que institui o piso do magistério no valor de R$ 950. A data não deve ser alterada porque foi uma sugestão dos estados. A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho de 2008 e prevê que o piso nacional seja pago a todos os professores da rede pública para uma carga horária de 40 horas semanais, a partir de 2010. A aplicação da Lei se dará de forma progressiva. O primeiro reajuste seria em janeiro de 2009, entretanto alguns estados não o fizeram por considerar a lei inviável do ponto de vista orçamentário. Em outubro do ano passado, governadores de cinco estados entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei. A Adin questionava a denominação “vencimento básico", em vez de “piso salarial”. O vencimento básico não contemplaria as gratificações, que passariam a ser recebidas com as horas extras, o que ultrapassaria o orçamento dos estados. O STF definiu, em dezembro, que o piso salarial entraria em vigor em janeiro e que o aumento do tempo de planejamento de aulas para um terço da carga horária de trabalho do professor, previsto em lei, ficaria suspenso até novo julgamento.