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quarta-feira, 21 de março de 2012

Empresa denunciada pelo Fantástico doa a PMDB e recebe da Polícia Federal

A Locanty Comércio e Serviços Ltda – uma das empresas denunciadas por oferecer propinas para ganhar licitações na área da saúde – doou mais de R$ 1,4 milhão para quatro campanhas eleitorais de 2010.
Entre elas, três foram para políticos do Rio: o PMDB (R$ 1,3 milhão) e os deputados estaduais Alcebíades Sabino (PSC) e Bebeto (PDT), que receberam R$ 50 mil cada. O candidato à presidência José Serra (PSDB) também recebeu contribuição de R$ 50 mil.
Apesar de o site Transparência Brasil informar que a doação ao PMDB foi para a campanha de reeleição de Sérgio Cabral, a assessoria do governador informou que esses recursos foram doados ao partido, a quem cabe explicar o destino do repasse.
No estado, a Locanty já recebeu mais de R$ 7 milhões em 2012 das secretarias de Segurança, Casa Civil, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente, Transportes, Defensoria Pública e Tribunal de Justiça. As empresas Locanty, Toesa, Rufolo e Bella Vista ofereceram propina a um repórter do “Fantástico” que se passava por gestor no Hospital da UFRJ.
Outra curiosidade sobre a Locanty é que ela também presta serviços para a Superintendência da Polícia Federal do Rio, responsável por investigar a denúncia. Os contratos ultrapassaram o valor de R$ 1,2 milhão em dois anos.
Desse total, R$ 629.200 em 2010 e R$ 590 mil em 2009. Os valores se referem à contratação de mão de obra para serviços de copa e cozinha e à limpeza interna e externa. Este ano, a empresa já recebeu quase R$ 150 mil pela prestação de serviços à PF do Rio. As informações foram obtidas pelo GLOBO numa consulta a notas de empenho no Portal da Transparência mantido pelo governo federal.
Publicado por Robson Pires

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down e de vencer barreiras

21 de março uma data importante: é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Será que você tem algum amigo com Síndrome de Down? Já parou para pensar no que é isso?
A Síndrome de Down é um acontecimento genético natural e universal. Isso quer dizer que a síndrome não é resultado da ação ou do descuido de mães ou pais, como muitos pensam. E nem é uma doença. Ela é causada por um erro na divisão das células durante a formação do bebê (ainda feto). Só para você ter uma idéia, de cada 700 bebês que nascem, um tem Síndrome de Down. Por isso, qualquer mulher, independente da raça ou classe social pode ter um bebê Down. Até hoje, a ciência ainda não descobriu os motivos que provocam essa alteração genética, portanto não há como evitar.
Aceitar as diferenças
Atualmente, a Síndrome de Down é mais conhecida, o que permite mais qualidade de vida, melhores chances e desenvolvimento para os portadores. Mas, infelizmente, esse avanço ainda não foi suficiente para acabar com um dos principais obstáculos que as pessoas com Down enfrentam: o preconceito.
Sabia que existem ações para diminuir a exclusão social da pessoa com Down?
- a transmissão das informações corretas sobre o que é a síndrome;
- o convívio social;
- a garantia de espaço para participar de programas voltados ao lazer, à recreação, ao turismo e à cultura;
- capacitação de profissionais de Recursos Humanos para avaliar adequadamente pessoas com Síndrome de Down, entre outras.
Publicado por Robson Pires,  

'Foi feita justiça', diz Daniel, do BBB 12, após tribunal arquivar inquérito

Ex-participante era investigado por estupro de vulnerável no reality show. Modelo deixou o programa no dia 16 de janeiro após decisão da direção.


Depois que o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro encerrou o inquérito policial contra o modelo Daniel Echaniz, de 31 anos, investigado por estupro de vulnerável no BBB 12, o ex-participante do programa disse que a justiça foi feita ele pode, agora, retomar seu caminho. “Estou feliz. Agora é esperar que minha vida tome um novo rumo, retome o meu rumo. É o que eu estou esperando há dois meses. Foi feita justiça. Espero retomar a minha vida e que eu volte a ser feliz”, afirmou.

O Tribunal entendeu que, de acordo com o depoimento da estudante gaúcha MoniqueAmin, de 23 anos, não houve crime. Por isso, de acordo com a assessoria de imprensa do tribunal, não foi aberto um processo e o inquérito foi arquivado. Foi suspensa também a proibição de o modelo sair do país.

Daniel foi afastado do BBB 12 no dia 16 de janeiro "devido a um grave comportamento inadequado" e para poder responder formalmente às acusações. Já a participante Monique foi eliminada do programa pelo público neste domingo (18), quando reiterou à imprensa que as carícias trocadas com o modelo foram consensuais.

Entenda o caso
Na madrugada de 15 de janeiro, após uma festa iniciada na noite anterior, as câmeras do programa registraram Daniel junto com Monique, sob o edredom, em uma cama. Depois que a cena foi ao ar, passou a circular na internet a versão de que Monique sofreu abuso sexual.

No dia seguinte, a Polícia Civil anunciou que foi aberto um registro de ocorrência para investigar as circunstâncias de susposto abuso. E o delegado foi ao Projac buscar informações. Horas depois, a Central Globo de Comunicação (CGCom) informou que Daniel foi eliminado por ter infringido regras do programa, sem especificar quais (leia mais). "Assim que surgiu a suspeita, a TV Globo iniciou a apuração dos fatos, que num primeiro momento apontavam para uma cena de carícias semelhante à de outras edições. Após avaliação, a emissora decidiu pelo afastamento de Daniel, até para que ele pudesse prestar esclarecimentos formais à polícia", declarou a CGCom em nota. 

Do G1, em São Paulo