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sexta-feira, 8 de maio de 2009

COTA DA BARRAGEM VOLTA A SUBIR

SANGRIA , 2,74
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Por volta das 7:00 desta sexta-feira , foi retirada a nova cota da barragem Armando Ribeiro Gonçalves e se encontra na cota 57,74 , ou seja , com uma lâmina de sangria 2,74m. A barragem que já havia diminuído a sua sangria 1,02m , voltou a subir nesta quarta-feira e já aumentou 44cm até o momento.

Famílias de Ipanguaçu começam a voltar para casa



Sem chuvas há dois dias, as águas começaram a baixar em Ipanguaçu, a cidade mais afetada pelas enchentes dos rio Açu e Pataxó. Aos poucos as famílias levadas para escolas e ginásios estão de volta para casa e as aulas já podem ser reiniciadas na próxima segunda-feira caso a estiagem se prolongue até o final de semana. As informações são do ex-prefeito José de Deus. Em contato com a Tribuna do Norte, ontem no final da tarde, ele disse que já não existe mais água nas ruas e na zona rural a situação começa a se normalizar, exceção das comunidades Taboleiro Alto, Língua de Vaca, Porto e Picada.

Apesar da melhoria das condições climáticas e da volta para casa dos desabrigados e desalojados, o quadro de danos humanos e materiais da Defesa Civil, atualizado às 8h10 de ontem, apresentava os mesmos números do dia anterior em Ipanguaçu, isto é, 620 desalojados, 234 desabrigados e um total de 5.060 afetados pelas enchentes.

O total de afetados no Rio Grande do Norte subiu para 42.611 porque foram incluídas as 2.200 pessoas atingidas pelas cheias em Angicos, provocadas pela sangria do açude Novo Angicos. A Coordenadoria de Defesa Civil contabiliza também 251 casas danificadas ou destruídas em Alto do Rodrigues, outra cidade do Vale do Açu, fortemente castigada pelas enchentes deste ano.

O drama de quem deixou para trás a casa inundada vai muito além de simplesmente sair e procurar um lugar seguro para esperar a água abaixar. Nos abrigos, geralmente sediados em escolas, ginásios poliesportivos e outra áreas cedidas por particulares, o dia demora mais a passar e com isso, o desabrigado vai tentando se adaptar às condições de precariedade.

Em Itajá, seis famílias de desabrigados com 15 pessoas - nove adultos e seis crianças -, convivem com a falta de estrutura. Colchões espalhados pelo chão, ventiladores para todo os lados e lençóis servindo de divisória para os pequenos cômodos improvisados dão um ar de casa coletiva ao lugar onde estão recolhidos. A auxiliar de serviços gerais Rejane dos Santos, 45 anos, está desde a última sexta-feira, desalojada de sua casa, no Sítio Olho D’Água, bairro de Ipanguaçu que ficou alagado depois que o rio Pataxó encheu. Convivendo com o problema da cheia há vários anos, Rejane diz que as enchentes não têm solução. “Choveu praticamente o mês de abril todo. Tinham que fazer alguma coisa nos rios Pataxó e Piranhas-Açu”, disse à reportagem.

No barracão cedido por um comerciante, em colchões doados pelo Exército e Defesa Civil, dormem os três filhos que parecem não se incomodar com a presença da reportagem. Ao lado, dormem os filhos da doméstica Maria Lúcia do Nascimento, 46 anos, que mora no mesmo bairro- Olho D’Água. Desanimada e com ar de cansada, a doméstica disse que este ano o Pataxó subiu rápido demais. “Também acho que este problema das cheias nunca vai acabar. Todo ano é essa penitência e correria no meio do mundo depois que as águas sobem”. Ao lamento das duas mulheres se junta a desempregada Maria Andréa André Balbino, 24 anos, que está com a filha de um ano e cinco meses no colo. Morando na mesma casa da doméstica Maria Lúcia, a desempregada disse que no ano passado ficou num colégio. “ Este ano estamos aqui mais eu não sei até quando vamos ficar. Se chover mais um pouco (a previsão para maio é de mais chuvas até o dia 15) acho que não poderemos voltar tão cedo para casa”, disse desanimada.

Apesar do ambiente improvisado todos os demais parecem não se importar e dormem sossegados. Para comer, utilizam os alimentos doados através de cestas básicas obtidas em Ipanguaçu. Em outro imóvel cedido para desabrigados, às margens da BR-304, duas adolescentes trocam sorrisos balançando-se em uma rede.

A estudante Renata Queiroz, 17, mora no centro de Ipanguaçu e apesar de a casa em que mora não ter alagado, os pais optaram por mudar-se. “A casa ficou toda rodeada de água e meu pai achou melhor que nós saíssemos enquanto ele permaneceu no local.

Ministro garante retomar projeto de rodovia no Oeste

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, prometeu aos parlamentares federais do Rio Grande do Norte e aos prefeitos que se reuniram com ele na tarde de ontem, em Brasília, que a portaria liberando a realização do projeto de recuperação da BR-110 será publicada no dia 15 de maio. O trecho de 80 quilômetros, que necessita ser recuperado, é o que liga Mossoró a Campo Grande, passando pelo município de Upanema. A obra, segundo a prefeita de Upanema, Maria Stella Freire da Costa vai possibilitar a exploração do turismo e da produção agrícola da barragem de Umari. Na semana passada, as chuvas destruíram dois trecho da estrada, dificultando o acesso à cidade.

Segundo o ministro, o projeto de asfaltar a rodovia apresentou falhas técnicas e por isso foi devolvido à empresa responsável por sanar os problemas. Para a deputada federal Fátima Bezerra, que solicitou a audiência ao ministro, a expectativa agora é de que a obra seja iniciada no segundo semestre de 2009. A pavimentação vem sendo discutida em nível de governo há quase duas décadas.

Participaram da audiência as prefeitas de Messias Targino, Francisca Shirley; e de Upanema, Maria Estella; de Macaíba, Marília Dias; e o prefeito de Extremoz, Klaus Francisco do Rego. Dos parlamentares federais, que a deputada Fátima convidou, compareceram o senador Garibaldi Alves, a deputada Sandra Rosado, o deputado Betinho Rosado, e também o deputado estadual Valter Alves.
FONTE: Tribuna do Norte

Pequenos agricultores perdem tudo em Ipanguaçu

O pouco que o agricultor Antônio Inácio Mendes, 61, plantava para o sustento da mulher e dos quatro filhos foi embora com as chuvas. Junto, também desapareceram os R$ 400 que ajudavam a família a andar com as próprias pernas no sítio Ubarana, em Ipanguaçu.

O Diário de Natal esteve no município do Vale do Açu e acompanhou o drama de algumas famílias da região. Uma pequena parte da cidade continua alagada. A maioria das pessoas que foram obrigadas a deixar suas casas começavam a voltar. A cidade foi alagada pelas enchentes, provocadas pelas cheias dos rios Açu e Pataxós. Mais de 5 mil pessoas foram afetadas. Ao todo, 234 moradores ficaram desabrigados e 620 foram desalojados de casa. Algumas famílias foram abrigadas numa escola da cidade, outras alugaram casas em locais mais seguros ou acabaram hospedadas por famílias solidárias ao sofrimento alheio.

Apesar do nível da água ter baixado consideravelmente nos últimos dias, a rua da família Mendes, que não tem nome, segue inacessível para automóveis. Para pegar as cestas básicas doadas pelo Governo do Estado e procurar emprego, os moradores têm que arregaçar a bainha das calças se quiserem chegar secos do outro lado da via. Algumas pessoas reclamaram que as cestas têm sido distribuídas na parte seca da cidade, embora todos tenham recebido pelo menos uma. A energia da área mais afetada foi cortada para evitar uma tragédia maior que a perda de móveis e eletromésticos da maioria das casas. ‘‘Plantava feijão, jerimum e milho. Perdi tudo. Até o meu cercado a chuva levou. Foram também as cadeiras, o guarda-roupa e a televisão. Sei o que vai ser não’’, disse o agricultor Antônio Mendes.

Como se procurasse um consolo para amenizar a situação, ele contou que com o transbordamento do Rio Pataxós, a pescaria ficou mais fácil. Com a mão direita repleta de peixes, disse ameaçando um sorriso que, ao menos, a família teria o que comer naquela noite. ‘‘Quando está vazando o rio chama logo a água. E aí os peixes vêm também. Esses (peixes) eu peguei ali perto do rio. Ficou melhor’’, afirmou.

Vizinho de Antônio, o agricultor desempregado, Joaquim Gonzaga de Souza, 43, também era a imagem da desolação. Terá trabalho para reconstituir a casa, uma vez que nem o velho sofá da sala sobrou para contar história. Indagado sobre a assistência do governo na região, Joaquim dá voz a uma indignação conformada. ‘‘Governo é governo. Governo não se importa com ninguém. Só lembra de pobre em ano de eleição’’, desabafou o agricultor que plantava manga e banana num sítio de propriedade de uma empresa da região, mas que agora só conta com a esposa para sustentar os quatro filhos: ‘‘A mulher vai arrumando um bico aqui outro acolá para ajudar, né? Mas é isso mesmo. A feira que o governo deu já acabou e o jeito é esperar’’, lamentou-se.

Solidariedade durante enchente

A agricultora Maria da Conceição Olípia, 43, conta rindo que não sabe como cinco pessoas conseguiram dormir no colchão que serviu de abrigo para uma família logo que começaram as enchentes em Ipanguaçu. Isso, claro, no ápice das chuvas, quando 15 pessoas abandonaram suas casas para morar num pequeno galpão onde ela guarda parte das mercadorias que vende para ajudar a pagar as contas no fim do mês. Além da família, Maria abriu as portas e deu abrigo a quem aparecesse sem teto. Um idoso, que vive sozinho numa casa humilde da região, aceitou o convite e se hospedou no lar provisório. ‘‘Só num colchão dormiram cinco pessoas. Outras ficaram em redes, num outro colchão, em lençóis também. Agora melhorou, estamos só com três famílias aqui’’, afirmou.

Aos poucos, as coisas vão melhorando na Rua Projetada, bairro Manoel Bonifácio, em Ipanguaçu. Apesar de algumas pessoas já terem voltado para casa, o galpão ainda abriga televisão, estante, geladeira e um fogão. A sensação da comunidade, no entanto, é de que o pior passou. De lembrança, ficam as histórias: ‘‘Minha sobrinha veio para cá (o galpão) porque uma traíra (espécie de peixe) entrou nadando na casa dela quando a água invadiu. Ela ficou com medo e está agora com a gente’’, conta, agora, se divertindo.

O instinto de solidariedade de Maria da Conceição se une a outro desejo: o de lutar pelos direitos da comunidade. Depois de oferecer um teto aos desalojados, a agricultora quer responsabilizar uma empresa de fruticultura da região pelos estragos causados no sítio Ubarana, onde mora. Segundo ela e todos os outros moradores da área, as consequências das enchentes foram agravadas pela construção de um dique que liga a empresa até o rio Pataxós, no município.

Direitos

O canal serve para evitar que as águas invadam a propriedade. Em contrapartida, os moradores mais humildes sofrem porque a água fica acumulada nos arredores e, com as últimas chuvas, atingiu em cheio as casas do sítio Ubarana. Foi então que Maria teve a ideia de recolher assinaturas dos moradores exigindo a retirada do dique construído pela empresa. Até quarta-feira passada, 42 pessoas assinaram o documento. ‘‘Já falamos com a empresa, mas eles ameaçaram chamar a polícia. Aí resolvi fazer esse abaixo-assinado. Vamos entregar à Promotoria de Justiça e se não adiantar iremos até os jornais. Estou deixando passar um pouco essa situação para voltar a correr atrás das assinaturas’’, disse. Rafael


Fonte: Diário de Natal

Governadores do Nordeste discutem hoje em Natal solução para as cheias


A governadora Wilma de Faria vai receber os colegas do Nordeste nesta sexta-feira, 8, em Natal. A pauta do 10º Fórum dos Governadores do Nordeste, que será realizado entre às 9h e às 14h30, no Hotel Serhs, na Via Costeira, discutirá a antecipação dos recursos do Fundeb e a política de desenvolvimento regional do BNDES. O tema que deve dominar os debates, no entanto, são as ações emergenciais e as propostas de soluções definitivas para os problemas gerados pelas enchentes.

Durante o encontro deve ser anunciada também a instalação do escritório regional do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA).
Além dos governadores da região, devem participar do encontro em Natal os ministros Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional, que na última quarta-feira, 6, sobrevoou com a governadora Wilma de Faria as áreas mais afetadas pelas enchentes no RN Mangabeira Unger, de Assuntos Estratégicos Fernando Haddad, da Educação, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Diante do quadro de calamidade que atinge vários municípios potiguares em decorrências das últimas chuvas, a governadora Wilma de Faria vai propor aos ministros e governadores, durante o evento, estratégias para o enfrentamento das enchentes que anualmente assolam a região. Eleições da "Espero que a discussão seja direcionada para soluções técnicas que permitam o represamento e aproveitamento econômico da água", afirma a governadora.

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 4 milhões neste sábado

A Mega-Sena pode pagar o prêmio de R$ 4 milhões para o bilhete que acertas as seis dezenas sorteadas amanhã (9), segundo estimativa da Caixa Econômica Federal.

Ninguém acertou os números sorteados na última quarta-feira (6) e o prêmio acumulou. As dezenas sorteados no sorteio 1.071 foram: 05 - 07 - 37 - 43 - 53 - 54.

No total, 56 apostas acertaram a quina e receberão um prêmio de R$ 17.508,53 cada uma. A quadra pagou R$ 364,19 para cada um dos 3.846 bilhetes ganhadores.

Quem quiser tentar a sorte tem até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio para fazer suas apostas. A aposta mínima --de seis números-- custa R$ 1,75.


*Com informações da Folha Online

CAMPANHA VACINAL PARA PESSOAS A PARTIR DE 60 ANOS DE IDADE TERMINA HOJE

De acordo com o calendário oficial traçado pelo Ministério da Saúde chega ao fim nesta sexta-feira, 8 de maio, a primeira campanha de vacinação do ano contra a gripe Influenza. A imunização é dirigida prioritariamente para pessoas a partir dos 60 (sessenta) anos de idade. Em Ipanguaçu a Secretaria Municipal de Saúde trabalha com a expectativa de imunizar mais da metade dos idosos do municipio.
A gripe Influenza é uma doença infecciosa aguda causada pelo vírus influenza, transmissível de uma pessoa para outra por via respiratória. A gripe ocorre em todos os países do mundo e, há pelo menos 400 anos, o vírus influenza vem causando epidemias a cada 2-3 anos e, eventualmente, pandemias (epidemias que afetam um grande número de países). As pessoas idosas e as portadoras de doenças crônicas que desenvolvem gripe têm maior risco de complicações como a pneumonia bacteriana, o que pode tornar necessário a internação hospitalar. A vacina contra a gripe reduz o risco de adoecimento causado pelo vírus influenza e, em razão disto, o de complicações bacterianas. O vírus influenza é facilmente transmitido de uma pessoa para outra através de gotículas eliminadas através da tosse ou do espirro. A penetração do vírus no organismo ocorre através da mucosa do nariz ou da garganta e a aglomeração de pessoas em ambientes fechados facilita a disseminação da gripe. A transmissão também pode ocorrer através da contaminação das mãos com secreções respiratórias através do contato direto com outras pessoas (aperto de mãos) ou indireto (tocar em superfícies contaminadas) seguido de contato com a mucosa oral, nasal e ocular. O risco de transmissão da gripe existe em todos os países do mundo. Condições como aglomeração de pessoas em ambientes fechados, principalmente durante o inverno, facilitam a disseminação do vírus influenza. Em razão disto, as viagens para grandes centros populacionais durante o inverno aumentam o risco de aquisição da doença. Em paises de clima temperado, o ambiente frio e seco durante o inverno favorece a sobrevivência e a disseminação do vírus, razão pela qual as epidemias ocorrem, geralmente, nesta estação. Durante uma epidemia sazonal, cerca de 5 a 15% da população é infectada, resultando em aproximadamente 3 a 5 milhões de casos graves por ano no mundo com 250 a 500 mil mortes, principalmente entre idosos e portadores de doenças crônicas.

GOVERNO CONFIRMA QUATRO CASOS DE GRIPE SUÍNA NO BRASIL;

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou na noite de ontem, que quatro casos de gripe suína foram confirmados no Brasil. Pouco antes, o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, confirmou que um dos pacientes tem 21 anos e está internado desde terça-feira com quadro clínico bom. Mais cedo, o Ministério da Saúde havia informado que há 24 casos suspeitos no país em oito Estados --São Paulo (7), Paraná (3), Rio de Janeiro (3), Goiás (2), Santa Catarina (2), Mato Grosso do Sul (1), Minas Gerais (1), Paraíba (1), Pernambuco (1) e Rondônia (1), além do Distrito Federal (2). Outras 20 pessoas estão sendo monitoradas em oito Estados --ontem eram 15, em sete Estados. O número de casos descartados chega a 110 --ontem eram 99. Os kits para realização de exames laboratoriais que diagnosticam a gripe suína chegaram ontem ao Brasil. Inicialmente, o ministério havia informado que os resultados devem sair em ao menos 72 horas após o início da análise das amostras dos pacientes. O material já foi enviado para o Instituto Adolf Lutz, em São Paulo, e para a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio. Ainda com relação aos casos suspeitos da gripe suína no Brasil, um dos casos já descartados deu entrada no hospital Regional da cidade do Assu e foi encaminhado rapidamente para a capital do estado no final do mês passado. Sobre o monitoramento desse caso, quem foi entrevistada pela reportagem da rádio princesa foi à secretária de saúde do município de Assu, Maria Gorete da Costa Fonseca.

(REPORTAGEM – GORETE FONSECA – GRIPE SUINA

A secretária de saúde do município, também se reportou sobre uma reunião que aconteceu em Assu, no ultimo dia 04, segunda-feira, envolvendo os demais secretários de saúde dos municípios da região que integram o recém constituído consorcio intermunicipal de gestores. Gorete Fonseca, falou sobre o encontro e quais as medidas que devem ser adotadas pelos municípios para fortalecer o atendimento na saúde no hospital regional.

(REPORTAGEM – GORETE FONSECA – ANTENDIMENTO