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domingo, 27 de novembro de 2011

Rio Grande do Norte tem 575 mil trabalhadores formais

A quantidade de pessoas empregadas no mercado formal - com número de 575 mil trabalhadores - e suas características na economia potiguar foi divulgada esta semana no quarto anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Segundo questionário do anuário, lançado na Fecomércio, o mercado de trabalho no Rio Grande do Norte tem na população masculina a maior expressão, com 893 mil homens trabalhando enquanto apenas 580 mil mulheres, uma diferença de 313 mil trabalhadores.

A diferença entre homens e mulheres também é sentida na estimativa dos desempregados: de acordo com o anuário 12,8% da população feminina está inapta enquanto o quantitativo masculino é de 7,9%.

No setor de empregos formais também há diferença em terras potiguares, prevalecendo o gênero masculino com geração de 1,3% das ofertas brasileiras, com o total de 575.026 novos cargos, onde 58% da contratação foi da população masculina e 42% da feminina.

Grupo investiu mais de R$ 1 mi para fraude na Paraíba

Esquema no estado vizinho com inspeção veicular só não deu certo em virtude de instrumentos da administração; no RN, desvios seriam bilionários.



FD/Nominuto
Campanha de José Maranhão teria recebido mais de R$ 1 mi
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Para o grupo envolvido em fraude ao Detran e que foi denunciado pelo Ministério Público nesta semana, na Operação Sinal Fechado, o montante de R$ 1 bilhão que seria alcançado com inspeção veicular só no RN não era suficiente.

Os tentáculos da organização eram discretos. Após o RN, começaram a se estender pela Paraíba utilizando semelhante tática aplicada no Estado: a corrupção de agentes públicos. No caso da PB, há um aditivo: as fraudes são federais, porque os envolvidos no esquema burlaram o sistema eleitoral com doações irregulares.

Foram R$ 495 mil doados, em condições legais, ao candidato do PMDB e então governador do Estado, José Maranhão, na tentativa de assegurar que ao grupo seria entregue o serviço de inspeção veicular ambiental. Todas o esquema na PB, revelou o MP, foi igualmente monitorado pelo advogado e empresário George Olímpio.

Uma interceptação telefônica revela que George Olímpio foi o responsável por doar ilegalmente R$ 600 mil. O propósito do grupo a princípio era fazer com que a Planet Business, que cuida do registro de financiamento de veículos, fosse contratada em regime emergencial na PB, a exemplo do RN.

Ironicamente, o grupo que administrava o Estado perdeu com uma margem apertada para a oposição. Isso não desmotivou a organização, que só desistiu de vez quando a atual administração da PB sancionou lei na qual determina que inspeções só serão feitas em veículos com no mínimo dez anos de idade. No RN, eram para todos.

Outro problema que pesou contra o grupo foi aprovação de lei, determinando ao Detran, e tão somente a ele, a realização da inspeção veicular, sem terceirizações. Além da PB e RN, o esquema foi espraiado por Alagoas, Ceará, Pará, Minas Gerais e São Paulo, na qual o prefeito Gilberto Kassab teve os bens declarados indisponíveis pela Justiça por suposto envolvimento com o grupo.

Por Dinarte Assunção/Nominuto.com 

Infecções pelo vírus HIV caem

Relatório divulgado  pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) revela que as novas infecções pelo vírus foram reduzidas em 21% desde 1997, enquanto as mortes relacionadas à doença caíram 21% desde 2005. Os índices, segundo o órgão, atingiram os níveis mais baixos desde os anos em que houve o pico de novas infecções (1997) e de mortes (2005) no mundo.
Dados apontam que, até o final de 2010, 34 milhões de pessoas em todo o mundo viviam com a doença. No mesmo período, foram registradas 2,7 milhões de novas infecções, além de 1,8 milhão de mortes em decorrência da aids.

Estimativas do Unaids indicam que 47% dos 14,2 milhões de pessoas em condições de se submeter a tratamento antirretroviral em países de baixa e média renda tiveram acesso aos medicamentos em 2010 – um total de 6,6 milhões de pacientes e um aumento de 1,35 milhão em relação a 2009. Segundo o documento, há indícios de que o acesso ao tratamento tem representado “impacto significante” na redução das novas infecções por HIV.