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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Bandas farão a animação no réveillon em Ipanguaçu

Já estão confirmadas as bandas que fará a festa durante o réveillon no dia 31 na Praça Nossa Senhora de Lourdes. 

As bandas Guto e Forró Universitário e a banda local Forró Deixe Cum Nós são as atrações da noite. As bandas iniciarão as apresentações após a queima de fogos, já tradicional, e a posse do prefeito reeleito que acontecerá na câmara de vereadores.

Brasil será 5ª maior economia em 2022, prevê consultoria


O Brasil será a quinta maior economia do mundo em 2022. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (26/12) pelo britânico Centro de Pesquisas Econômicas e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês) mostra que, além de os brasileiros e outros emergentes avançarem no ranking, todos os grandes países europeus perderão postos nos próximos dez anos. Com isso, em uma década, o grupo das cinco maiores potências econômicas globais não contará com nenhum europeu. Hoje, Alemanha e França estão na lista.
Segundo o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve saltar em termos nominais e em dólar 92% em uma década, dos US$ 2,282 trilhões previstos para 2012 para os US$ 4,389 trilhões esperados para 2022. Com isso, o País deve chegar a 2022 como quinta potência econômica do mundo, ultrapassando Reino Unido, França e Alemanha.
O crescimento do Brasil, porém, parece pequeno perto da expectativa de avanço da Índia. O levantamento do CEBR prevê crescimento nominal em dólares de 169% no mesmo período, o que deve fazer o PIB indiano saltar de US$ 1,83 trilhão para US$ 4,93 trilhões em dez anos. Com esse desempenho, o parceiro brasileiro no Brics (grupo de economias emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) deve ganhar seis posições no ranking e atingir o posto de quarta economia do mundo em 2022.
Nessa mesma base de comparação, o PIB da China vai crescer 136%, o que aproxima cada vez mais o país asiático do primeiro lugar do ranking, que seguirá com os Estados Unidos. Outro emergente, a Rússia, também terá desempenho melhor que o do Brasil, com crescimento nominal previsto de 117% em dez anos, o que deve levar os russos do atual nono posto para o sétimo lugar – muito perto da Alemanha. Assim, os dois países terão tamanhos econômicos muito semelhantes em uma década, o que pode fazer com que o título de maior economia da Europa ocidental saia das mãos dos alemães e passe aos russos.
Ao contrário da escalada dos emergentes, países europeus devem perder posições importantes nos próximos anos. Segundo a pesquisa, a Alemanha deve cair de 4ª para 6ª potência, o Reino Unido recuará de 6º para 8º lugar, a França passa de 5º para 9º, a Itália cairá de 8º para 13º e a Espanha passará de 13º para 17º na lista das maiores economias.
“Em 2017, o PIB indiano deverá ultrapassar a do Reino Unido, o que fará com que a Índia tenha a maior economia do Commonwealth (comunidade de nações originadas no Império Britânico)”, diz o diretor-executivo do CEBR, Douglas McWilliams.
O responsável pela pesquisa, no entanto, nota que o Reino Unido não ficará alheio a tudo isso e reagirá. “Vamos bater outros países. Como efeito da política fiscal do presidente François Hollande e as dificuldades do euro, estamos prestes a superar a França em 2013 ou 2014″, diz o executivo inglês, ao reavivar a velha disputa dos dois lados do Canal da Mancha entre britânicos e franceses.
Fonte: Estadão

Programa Brasil Carinhoso acelera redução da pobreza extrema, indica o IPEA



O número de pessoas em situação de pobreza extrema, ou seja, com renda de até R$ 70 por mês, poderia representar menos de 1% da população brasileira, se o Programa Brasil Carinhoso tivesse sido implementado no ano passado. O cálculo é resultado de uma simulação divulgada hoje (26), em Brasília, por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Atualmente, as famílias vivendo em situação de pobreza extrema representam 3,4% dos mais de 190 milhões de brasileiros. Pelas contas do Ipea, sem os benefícios de complemento de renda pagos pelo Programa Bolsa Família, essa taxa seria superior a 5%.
Rafael Guerreiro Osório, pesquisador do instituto, explicou que o possível “salto de efetividade” do programa – que objetiva a erradicação da pobreza extrema – é explicado pelas mudanças no cálculo do benefício. Mesmo recebendo recursos do Bolsa Família, muitas famílias não tinham renda própria ou os rendimentos eram tão baixos que, apesar da transferência do valor, seus integrantes não conseguiam chegar aos R$ 70 mensais.
“A introdução do Programa Brasil Carinhoso em 2012 alterou o desenho de benefícios e considera famílias que não chegariam à linha mínima de renda e calcula quanto falta”, disse Osório. Segundo argumenta, “não é possível calcular o benefício apenas por família, tem que considerar a renda per capita para ser efetivo”.