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segunda-feira, 15 de março de 2010

Em Israel, Lula defende mais países nas negociações de paz

Presidente discurou ao lado de Shimon Peres.
'Por ser uma tarefa difícil é importante que se ouça mais gente', disse.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (15), em Jerusalém, sua visita oficial de dois dias a Israel defendendo o envolvimento de mais países nas negociações de paz no Oriente Médio. Além de Israel, Lula visitará os territórios administrados pela Autoridade Palestina.

“Se (a paz na região) fosse uma tarefa fácil, já teríamos conquistado. Por ser uma tarefa difícil é importante que se ouça mais gente, que se envolva mais gente e que se converse um pouco mais”, disse Lula, em discurso no jardim da residência oficial do presidente israelense.

Foto: Baz Ratner/Reuters

Lula e o presidente de Israel Shimon Peres (Foto: Baz Ratner/Reuters)

'' A arte da política é a arte de vencer as tarefas que parecem impossíveis"
Diante do presidente Shimon Peres, Lula disse que “a arte da política é a arte de vencer as tarefas que parecem impossíveis”.

Com um discurso eloquente, o presidente Lula afirmou que “não existe uma única palavra ou um único gesto que justifiquem a guerra, mas milhões de palavras e milhões de gestos que justificam a paz”.

Essa é a primeira visita de um governante brasileiro à região desde que o imperador D. Pedro II visitou a Terra Santa, em 1876.

“Estejam certos de que os outros presidentes brasileiros que não estiveram aqui nos últimos 140 anos perderam muito”, disse Lula, no discurso, preparado, de pouco mais de cinco minutos.

Mensageiro de paz
Primeiro a falar, o israelense Shimon Peres chamou Lula de César (mas na tradução do hebraico para o português, não houve explicações sobre o porquê da referência).

“Com a benção de Jerusalém, que seja bem-vinda a sua contribuição. Sei que o senhor traz uma mensagem de paz”, disse Peres. “O mundo olha para o senhor e vê esperança transformada em fatos. Sua ajuda para a paz no Oriente Médio é importante, completou.

“Se hoje há crise, não pode haver rompimentos”, disse o governante israelense.
“Vamos superar as crises. O processo continua sendo negociado. Os terrenos militares acabaram. O importante agora é a negociação”, afirmou Shimon Peres.

A referência à crise é óbvia: as negociações voltaram a ficar paralisadas na semana passada, quando Israel anunciou a construção de novos assentamentos em Jerusalém Oriental.

Tensão na região
O presidente brasileiro chega ao Oriente Médio em um momento delicado.
Na semana passada, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, visitou Israel no esforço para iniciar uma nova rodada de negociações entre palestinos e israelenses.

Mas a tarefa diplomática foi comprometida pelo anúncio de Israel de que pretende construir 1.600 casas na parte Oriental de Jerusalém.

Na sexta-feira (12), Israel decretou bloqueio de 48 horas à Cisjordânia e colocou 3.000 policiais dentro e em volta da cidade velha de Jerusalém.

No sábado (13), dezenas de mulheres palestinas entraram em confronto com tropas israelenses na periferia de Jerusalém.

Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado -a área foi capturada por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

No caso do presidente Lula, a pretensão de se apresentar como mediador nas negociações de paz, na verdade, não é nova. Em 2003, o governo brasileiro havia se oferecido como interlocutor entre palestinos e israelenses.

As investidas do governo brasileiro em questões distantes de sua zona de influência - especialmente a crise envolvendo o programa nuclear iraniano e o conflito entre palestinos e israelenses - estão diretamente ligadas às pretensões do Brasil de obter uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONU.

Irã
O Irá também estará no topo das discussões de Lula na parte israelense da visita. E isso ficou bem claro em declarações dadas pelo vice-ministro das relações exteriores de Israel, Danny Ayalon, logo depois da recepção oficial a Lula.

“Em todos os grandes problemas da região hoje, o Irã está presente, disse Ayalon.

Um comediante israelense atrapalhou em vários momentos a entrevista e, no fim, perguntou se Israel estaria preparando um ataque ao Irã. "Israel está aqui e aqui ficará para sempre", respondeu o vice-ministro das relações exteriores.

Na sexta-feira, o jornal "Haaretz" publicou uma reportagem, bastante elogiosa, em que chamou Lula de "o profeta do diálogo". O repórter do Haaretz escreveu que Lula foi diplomático na hora de escolher quem faria a primeira pergunta (os israelenses ou o repórter árabe).

Mas a realidade é muito mais dura: a maioria dos israelenses não compreende o porquê de o governo brasileiro insistir no diálogo com o Irã em vez de defender mais sanções, já propostas pelos Estados Unidos.

Compromissos
Depois da recepção oficial, Lula participou de um seminário com empresários brasileiros e israelenses. Em seguida, iria para um encontro a portas fechadas com a líder da oposição israelense, Tzipi Livni.

Ainda nesta segunda-feira (15), Lula se reúne com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, antes de participar de um jantar em sua homenagem na residência oficial de Peres, em Jerusalém.

Na terça-feira (16), o presidente visita o Museu do Holocausto (Yad Vashem) e a Universidade Hebraica, antes de se deslocar ao território palestino ocupado da Cisjordânia para manter uma reunião em Belém com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

À tarde, Lula visita a Basílica da Natividade, local do nascimento de Jesus, segundo a tradição cristã. O presidente também participa do encerramento de um encontro empresarial antes de jantar com Abbas.

No dia seguinte, Lula vai a Ramala, onde, além de assinar acordos de cooperação com o presidente da ANP, vai visitar uma escola financiada pelo Brasil. Ele deverá depositar uma oferenda de flores no túmulo do líder palestino Yasser Arafat. 


FONTE: G1

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ACIDENTE GRAVE NA BR 304 PRÓXIMO A ENTRADA DE ASSU FAZ VITIMA

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Gol onde viajava o vereador de Itajá..
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..no gol branco viajavam quatro pessoas , duas morreram..
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.motor e caixa de marcha com o impacto foi arrancado do gol branco
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Uma pessoa ficou morta dentro do gol branco.
Por volta das 19:30min da noite deste domingo (14-03) aconteceu um acidente na BR-304 envolvendo dois veículos um gol de cor branca placa HTX 3083 , Fortaleza e um outro gol de cor preta placa ABK 6719 , Natal de propriedade do vereador da cidade de Itajá João Firmino Lopes  (Juquinha).  Os veículos colidiram frontalmente , no gol branco viajavam quatro pessoas uma morreu no local. Foram levadas para o hospital de Assu , José Inácio dos Santos Filho , natural de Rafael Godeiro, Fagner de Oliveira Lemos também de Rafael Godeiro .  Ambos foram medicados e liberados , já  Manuel Vieira da Rocha , natural de Almino Afonso morreu ao dar entrada no hospital Dr.Nelson Inácio.  No outro carro viaja o vereador Juquinha e Francisco Marcos Vinícius da Cunha os dois também foram levados para o hospital de Assu o vereador foi medicado e liberado e Vinícius foi medicado e em seguida transferido para a cidade de Mossoró. O choque dos dois veículos foi tão forte que chegou a arrancar a caixa de marcha e o motor por completo.

FONTE: Jarbas Rocha

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BARAÚNAS E ASSU EMPATAM EM 1 A 1 NO NOGUEIRÃO


Jogo foi tenso e, por isso, três expulsões marcaram o confronto
O jogo que marcou a reabertura do estádio Nogueirão foi bastante tenso. Os jogadores do Baraúnas e do ASSU extrapolaram na raça mostrada em campo e três atletas acabaram sendo expulsos. Ao final do confronto, o empate de 1 a 1 foi o resultado final. Pelo lado do Baraúnas, o gol foi marcado pelo meia Paraíba, enquanto Leandro Mineiro empatou para o ASSU, no último minuto do confronto, através de uma cobrança de pênalti.

Jogo

O primeiro tempo do jogo entre Baraúnas e ASSU foi marcado pelo equilíbrio. Os dois ataques deram trabalho para os goleiros Carlão, do Camaleão, e Wendel, do Tricolor. Pelo lado do Baraúnas, o atacante Kaká saiu em velocidade aos 20 minutos do primeiro tempo, obrigando Carlão a fazer uma defesa complicada.
E o time visitante respondeu aos 25 minutos, com o atacante Adriano chutando forte no canto esquerdo do goleiro Wendel, obrigando o camisa 1 do Tricolor a fazer uma defesa quase impossível. Na cobrança do escanteio houve mais pressão. Thiago cobrou e Luciano Paraíba desviou, com a bola saindo rente a trave do Tricolor.
O Tricolor respondeu aos 39 minutos. O atacante invadiu a área e chutou, fazendo com que Carlão espalmasse. Na sobra, primeiramente Robertinho e depois John chegaram chutando, mas o goleiro do ASSU salvou. E nos minutos finais do primeiro tempo, o árbitro Leandro Saraiva repreendeu a violência do jogo expulsando um atleta de cada lado. O ASSU ficou sem o zagueiro Tomé, enquanto Nivaldo foi quem tomou cartão vermelho pelo lado do Tricolor.
O segundo tempo começou tenso por causa das expulsões, mas o Baraúnas foi buscar o ataque. Aos três minutos, o atacante Robertinho bateu uma falta e a bola passou por cima. Aos 10, Adriano tentou marcar para o Camaleão, mas a bola passou por cima. Só que quem abriu o placar foi o time da casa. Paraíba chutou na entrada da área e a bola bateu nos pés do goleiro Carlão, subindo muito alto e descendo enganando a zaga alviverde.
Dois minutos depois, o ASSU chegou perto de fazer o gol de empate. Luciano Paraíba deu um toque sutil, mas Wendel defendeu. O Baraúnas ficou com nove jogadores em campo. O atacante Robertinho fez uma jogada violenta e acabou sendo expulso. Aos 46, o goleiro Wendel derrubou Leandro Mineiro na área e ele marcou pênalti. Leandro Mineiro bateu e o goleiro marcou invasão. Mineiro bateu de novo e marcou novamente, garantindo o empate para o ASSU.
Ficha Técnica
Baraúnas 1 x 1 ASSU
Local: Estádio Nogueirão, em Mossoró-RN
Gols: Paraíba (Baraúnas) Leandro Mineiro (ASSU)
Público:
Renda:
Cartões Amarelos: Fabinho, Robertinho e Wendel (Baraúnas); Erivan e Luciano Paraíba (ASSU)
Cartões Vermelhos: Nivaldo e Robertinho (Baraúnas) e Tomé (ASSU)
Árbitro: Leandro Saraiva Dantas de Oliveira
Assistentes: Flávio Olimpo e Jair Gomes
Baraúnas: Wendel; Daniel, Thiago, Nivaldo e John; Carlos Alberto, Diego (Paraíba), Fabinho (Kaíko) e Kaká; Moacir (Adalgiso) e Robertinho. Técnico: Paulo Jefferson.
ASSU: Carlão; Thiago (Jozicley), Pedro, Tomé e Bruno Assuense; Lano, Erivan, Jozicley e Daves (Douglas); Luciano Paraíba e Adriano (Maciel). Técnico: Miluir Macedo.

FONTE:Carlos Guerra Júnior / Acessoria do camaleão

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