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quarta-feira, 23 de março de 2011

Entrega de sementes tem inicio em Ipanguaçu

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Ipanguaçu e o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte – EMATER/RN local, já iniciaram nesta semana a distribuição de sementes para os agricultores familiares do município.

Serão entregue ao todo, mais de 3 mil toneladas de sementes de milho, feijão, sorgo e algodão. A ação faz parte do Programa Banco de Semente, mantida pelo Governo do Estado, as sementes beneficiarão os agricultores cadastrados junto à Emater.

O Banco de sementes é um sistema organizacional capaz de reunir produtores e produtoras de forma democrática e participativa em torno do objetivo comum, sustentada pela vontade e afinidade de seus integrantes. Os bancos de sementes operam com um sistema de devolução onde o agricultor devolverá a seu respectivo banco o dobro da quantidade de sementes adquirida, isto é, no final do cultivo o agricultor que adquiriu 1kg de sementes devolverá 2kg daí a denominação “Bancos de Sementes”.

Segundo o secretário de Agricultura, Jaíres Azevedo, serão mais de 800 famílias beneficiadas por todo o município de Ipanguaçu, a entrega está sendo feita de forma gratuita aos agricultores, e tem por objetivo melhorar a produção e produtividade da cultura, além de garantir uma safra de qualidade. “A distribuição de sementes visa atender os agricultores menos favorecidos economicamente, possibilitando que semeiem suas terras e continuem suas atividades produtivas”, disse Jaires Azevedo.

Os agricultores cadastrados receberão 8 kg de sementes cada. A expectativa é que todas as sementes sejam entregue até abril.

PETI retorna atividades com mais de 200 crianças e adolescentes

A Secretaria Municipal de Assistência Social de Ipanguaçu, através do PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil deram inicio nesta segunda-feira, 21, as atividades do programa no município.

Segundo a coordenadora pedagógica do programa, Eulina Barreto, os pólos de Pedrinhas e Serra do Gado já iniciaram as atividades, já o pólo na comunidade do Porto deve ter inicio as atividades na próxima segunda-feira, dia 28. Conforme a coordenadora o motivo do atraso das atividades é devido à reforma no ambiente onde acontecem as atividades do programa. “A secretária, Cristina Oliveira, solicitou que fosse feito uma reforma no ambiente para dar mais conforto as crianças e adolescentes. Essa reforma deixará o ambiente mais agradável” disse Eulina Barreto.

Hoje o programa conta com mais de 220 crianças e adolescentes. O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) articula um conjunto de ações visando à retirada de crianças e adolescentes de até 16 anos das práticas de trabalho infantil, exceto na condição de aprendiz a partir de 14 anos.

O Peti compõe o Sistema Único de Assistência Social (Suas) e tem três eixos básicos: transferência direta de renda a famílias com crianças ou adolescentes em situação de trabalho, serviços de convivência e fortalecimento de vínculos para crianças/adolescentes até 16 anos e acompanhamento familiar através do Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

Japão estima danos do terremoto em até US$ 310 bilhões


Número não inclui perdas na atividade econômica, diz governo.
Terremoto de Kobe, em 1995, causara prejuízos de US$ 100 bilhões.


O governo do Japão estimou nesta quarta-feira (23) os danos diretos causados pelo devastador terremoto e tsunami que atingiram o país em até 25 trilhões de ienes - o equivalente a cerca de US$ 310 bilhões, segundo informa a agência de notícias Kyodo.
O governo disse que a estimativa cobre danos a estradas, casas, fábricas e infraestrutura, superando os US$ 100 bilhões perdidos após o terremoto de Kobe, em 1995, que era o mais custoso até agora.
"Nós estimamos o número baseados nas informações disponíveis até agora e não podemos evitar a possibilidade de termos algumas variações em nossos cálculos,'' disse o ministro da economia e política fiscal do Japão, Kaoru Yosano.
japan (Foto: Wally Santana/AP)Barco chegou junto a casas arrastado pela onda de
tsunami no Japão (Foto: Wally Santana/AP)
O número não inclui perdas na atividade econômica geradas por escassez de energia ou o impacto mais amplo da crise na usina nuclear de Fukushima, onde equipes de funcionários ainda trabalham para impedir mais vazamentos de radiação.
"O impacto das faltas de energia planejadas deve ser considerável", disse Fumihira Nishizaki, diretor de análise macroeconômica do governo, a jornalistas.
O terremoto do último dia 11 de março deixou até o momento mais de 8.600 mortos e 12 mil desaparecidos. Desde a tragédia, o governo japonês trabalha para conter um possível desastre nuclear no país na usina de Fukushima, onde os reatores corriam o risco de ficar sem refrigeração e expor a radiação ao ambiente externo.
Fonte: G1