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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Avaliação pessoal de Dilma atinge recorde de 78%, diz Ibope


Pesquisa publicada nesta sexta-feira (14) mostrou que a avaliação pessoal de Dilma Rousseff chegou a 78% dos brasileiros, um ponto percentual acima do resultado mostrado nas pesquisas anteriores, em março e junho deste ano. A pesquisa feita pela confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, mostra que a marca é superior aos índices alcançados por FHC e Lula, que apresentaram percentuais de 61% e 62% , respectivamente, no período de seus governos.
Roberto Stuckert Filho/Presidência da RepúblicaDilma, que está na Rússia em viagem oficial, tem aprovação pessoal por 78% dos brasileirosDilma, que está na Rússia em viagem oficial, tem aprovação pessoal por 78% dos brasileiros

Além da aprovação pessoal que obteve recorde, a pesquisa mostrou que a aprovação do governo Dilma também se manteve desde a última pesquisa, em setembro passado. 62% dos brasileiros consideram a atuação de Dilma satisfatória, 29% avaliam como regular e 7% como ruim e péssimo.

A pesquisa que avalia trimestralmente a opinião pública frente à administração federal, relatou que 73% dos brasileiros confiam na atuação da presidente, para o cargo maior do Executivo brasileiro.

Foram ouvidas 2.002 pessoas de 142 municípios, entre os dias 6 e 9 deste mês, para avaliar o governo federal atual. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o grau de confiança é de 95%.

Sobre os dois anos restantes de governo, 62% dos entrevistados confiam no fim do mandato com avaliação entre ótima e boa; 25% acreditam no final regular e 7% esperam final de gestão entre ruim e péssima.

A divulgação dos números coincidiu com o aniversário da presidente Dilma Rousseff, que faz 65 anos hoje, em viagem oficial à Rússia.

Fonte: Tribuna do Norte

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Ministra diz que transição em prefeituras não deve prejudicar pagamento do Bolsa Família



A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, disse hoje (6) que o momento de transição de prefeituras em razão das eleições municipais deste ano não deve prejudicar as ações da pasta. Segundo ela, os benefícios pagos pelos programas Bolsa Família e Brasil Carinhoso estão garantidos em todos os municípios.

“Este momento de transição é sempre um momento em que temos que garantir as coisas funcionando. Felizmente, a maior parte das nossas ações é automática. No caso do Bolsa Família e do Brasil Carinhoso, o recurso vai direto para a conta do beneficiário. Esse é um dos grandes méritos: a gente não precisar mais depender de transferência do governo estadual ou municipal.”

Ao participar de programa produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Tereza Campello lembrou, entretanto, que a entrega de cisternas no Nordeste brasileiro, por exemplo, depende diretamente dos governos estaduais ou de convênios com organizações não governamentais.

Câmara aprova reajuste para servidores públicos federais


A Câmara dos Deputados aprovou hoje (6) projeto de lei que concede reajuste salarial a 24 categorias de servidores públicos federais. Pela proposta, esses servidores, que ao longo do ano negociaram com o Executivo, terão aumento de 15,8%, divido em três anos a partir do 2013. A matéria segue para o Senado.
De acordo com o relatório apresentado pelo deputado Edinho Bez (PMDB-SC), o reajuste terá impacto orçamentário de R$ 624,8 milhões em 2013, de R$ 1 bilhão em 2014, e de R$ 1,6 bilhão em 2015. Segundo o relator da proposta na Comissão de Finanças e Tributação, deputado Bohn Gass (PT-RS), as carreiras que não aceitaram a proposta de aumento do governo não terão reajuste no ano que vem.
Recentemente, em audiência pública na Câmara, o secretario de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse que, a partir do início de 2013, o governo irá retomar negociação com as categorias que não concordaram com a proposta oferecida pelo Executivo este ano.

Brasil perde o seu mais importante arquiteto: Oscar Niemeyer

oscar_niemeyer
Morreu na noite de ontem, 5, no Hospital Samaritano, em Botafogo, onde estava internado desde o dia 2 de novembro, vítima de complicações renais e desidratação, o arquiteto Oscar Niemeyer, de 104 anos. 
O quadro de saúde de Niemeyer piorou nas últimas horas do dia, e o boletim médico assinado esta tarde pelo médico intensivista Fernando Gjorup indicava piora "no estado clínico do arquiteto".
Por causa de uma infecção respiratória, o arquiteto que estava na unidade intermediária do hospital, ficou sedado e respirando com auxílio de aparelhos.
Niemeyer morreu às 21h55. Ele completaria 105 anos no próximo dias 15.
Fonte: Agência Brasil

sábado, 1 de dezembro de 2012

Dilma veta parte do projeto da Câmara Federal


Brasília (AE) - A presidente Dilma Rousseff vetou ontem  o Artigo 3º do projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados que muda a forma de dividir os royalties de petróleo recolhidos nos campos já em exploração. Ela também confirmou que - ao contrário do que previa o projeto - o dinheiro que for obtido com a compensação em novas áreas terá de ser aplicado na educação.  
José Cruz/ABrGleisi Hoffmann: MP respeita a Constituição, os contratos estabelecidos e fortalece a EducaçãoGleisi Hoffmann: MP respeita a Constituição, os contratos estabelecidos e fortalece a Educação

"Todos os royalties, a partir das futuras concessões, irão para a educação. Isso envolve todas as prefeituras do Brasil, os estados e a União, porque só a educação vai fazer o Brasil ser uma nação efetivamente desenvolvida", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse que a medida provisória (MP), que será encaminhada para publicação no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira (3), tem como premissas o respeito à Constituição e aos contratos estabelecidos, a garantia da distribuição das riquezas do petróleo e o fortalecimento da educação brasileira.

Royalties

A ministra disse esperar  "sensibilidade" do Congresso Nacional para a aprovação da MP e argumentou que a medida vai beneficiar todos os entes federativos. "Estamos chegando num momento que não conseguimos ir para frente, não conseguimos fazer novas concessões porque não temos uma regra estabelecida na distribuição de royalties. Então, começamos a passar para um momento em que todos vão perder. Da forma como estamos mandando a medida provisória, respeitando a distribuição feita pelo Congresso, dirigindo para a educação, acredito que vamos ter a sensibilidade do Congresso Nacional", acrescentou ela.

Segundo Gleisi, a presidenta procurou conservar a maior parte do que foi deliberado no Congresso Nacional. "O veto ao Artigo 3º, resguarda exatamente os contratos em exercícios e redistribuição dos royalties ao longo do tempo", disse.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o veto não significa "nenhum desapreço ao Congresso Nacional", "mas sim a defesa de dispositivos constitucionais que asseguram a preservação dos contratos firmados até então."

A tendência é, porém, que o veto vai gerar nova batalha no Congresso liderada pelos parlamentares que representam Estados e municípios que pouco produzem petróleo no País.

Escalados para anunciar a posição da presidente, os ministros Edison Lobão (Minas e Energia), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Educação) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) destacaram que o objetivo do veto parcial é evitar que a questão gere uma guerra nos tribunais. "Não há desapreço pelo Congresso, mas a defesa dos princípios constitucionais que asseguram contratos firmados até esta lei", diz Lobão. "Estamos fazendo o aperfeiçoamento da lei", completa.

Pressão dos Estados influenciou Dilma

Um dos motivos que levou ao veto é que uma nova distribuição em áreas licitadas levaria municípios e estados produtores, principalmente Rio e Espírito Santo, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Sem o veto, os recursos de royalties dos estados produtores - que pressionaram contra a mudança - cairiam dos atuais 26,25% para 20% em 2013 e os dos municípios de 26,25% para 15% no próximo ano e para 4% em 2020. 

Outro motivo é que o texto aprovado pelo Congresso previa divisão de 101% de royalties a partir de 2017, uma "inconsistência material", segundo Mercadante.

O governo preservou os porcentuais aprovados pelo Congresso em relação ao modelo de partilha, fixando em 15% a alíquota dos royalties que deve ser pago pelas petroleiras e aumentando a parcela de recursos que irá para os cofres dos não produtores. 

Para atender, em parte, o desejo dos parlamentares, o governo enviará uma MP adotando os porcentuais fixados por eles para as novas áreas que forem licitadas pelo antigo modelo de concessão. Estará ainda na MP a vinculação dos recursos das novas áreas de forma exclusiva para a educação, não podendo ser usado para cumprir exigência de investimento no setor.

Com essas regras, os recursos para os não produtores vão demorar a chegar. O governo prevê que isso ocorra a partir de 2014, mas parlamentares acham que repasses significativos só ocorrerão após 2020. Este é o problema que levará o Congresso novamente a enfrentar o Planalto. "Vamos tentar reverter isso por todos os caminhos", adianta o vice-líder do PMDB, Marcelo Castro (PI), um dos principais articuladores dos não produtores. 

IMPACTO

O diretor-geral do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean-Paul Prates, considerou acertada a decisão da presidenta Dilma Rousseff ao aprovar, com vetos, a redistribuição do royalties do petróleo. De acordo com ele, ao vetar o Artigo 3º, ela evitou um imbróglio judicial e administrativo para estados produtores, como o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Norte, que trabalham com contratos a antecipação da participação. "Ela ainda manteve a soberania do Congresso ao aprovar a redistribuição e tomou uma atitude de mudança histórica: a destinação de todo e qualquer royalties arrecadados futuramente para educação é a melhor notícia dos últimos 50 anos", comemorou. A medida provisória que deverá ser publicada até a próxima segunda-feira, explica Prates, acaba com a disputa para aplicação do royalties em outros setores da administração pública e força municípios e estados a investir na educação, além de preservar o percentual constitucional de 25% do Orçamento Geral para a educação.

Tribuna do Norte

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Governo aumenta cálculo do salário mínimo para R$ 674,95 em 2013


O governo enviou à Comissão Mista de Orçamento (CMO) a atualização dos parâmetros macroeconômicos para a elaboração do Orçamento da União de 2013 e que levarão a um aumento de R$ 4 na previsão do salário mínimo para o ano que vem. Segundo técnicos da CMO, o atual salário mínimo de R$ 622 pularia para R$ 674,95. O Orçamento foi enviado com uma previsão de R$ 670,95 para 2013.
A mudança se deve ao aumento do INPC de 2012, que no acumulado ficou em 5,65% e com uma média de 5,37% ao ano. O salário mínimo de 2013 é calculado com base no INPC de 2012, que agora subiu para 5,65% no acumulado, e mais o PIB de dois anos anteriores, ou seja, de 2011, que foi de 2,73%. O Orçamento fora enviado com um INPC de 5% para 2012.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Dilma quer novo encontro com Obama “em breve”


A presidente Dilma Rousseff parabenizou o colega americano Barack Obama pela reeleição, e defendeu ampliar as relações comerciais e de investimentos entre os dois países. A dirigente brasileira também manifestou a intenção de reencontrar o presidente dos EUA “em breve”, segundo a Folha de S. Paulo.
Os dois líderes tiveram uma conversa telefônica no início da tarde desta quinta-feira (8), que durou cerca de dez minutos. Segundo a assessoria do Planalto, Obama afirmou que gostaria de fortalecer a parceria entre os dois países e que vê potencial para expandir as relações bilaterais nos próximos anos. Os Estados Unidos são atualmente o segundo maior mercado de produtos brasileiros, atrás da China.
Dilma reafirmou ao presidente norte-americano que a reeleição dele foi importante para o Brasil e para o mundo.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Câmara aprova projeto que redistribui royalties do petróleo

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O Plenário aprovou nesta terça-feira (6), por 286 votos a 124, o Projeto de Lei 2565/11, do Senado, que redistribui os royalties do petróleo para beneficiar estados e municípios não produtores. As mudanças atingem tanto o petróleo explorado por contratos de concessão quanto aquele que será extraído sob o regime de partilha. A matéria será enviada à sanção presidencial.
O texto original do Senado foi votado depois de o Plenário aprovar, em placar apertado (220 votos a 211), um pedido de preferência, descartando o substitutivo do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP).
Para o relator, a aprovação desse texto se mostrará uma ilusão no futuro. "Ele não fecha em alguns pontos e não se sustenta, com equívocos de redação ou matemática", disse.
De fato, os índices previstos para vigorar a partir de 2019 somam 101% no caso dos contratos de concessão para o petróleo extraído da plataforma continental (mar), seja da camada pré-sal ou não.
Já o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) defendeu o texto do Senado. "Conseguimos preservar os ganhos que os estados haviam conquistado de maneira mais equilibrada entre produtores e não produtores. Ou seja, a riqueza é de todos os brasileiros e ela foi mais bem distribuída no projeto que veio do Senado."
Para Lorenzoni, o texto de Zarattini retirava muitos recursos dos estados. "Dois ou três estados apenas ganhavam recursos a mais nessa versão da Câmara, e isso calou fundo nos deputados."
Aplicação direcionada
A proposta do Senado permite o uso dos recursos do petróleo que forem destinados aos fundos especiais nos seguintes setores: infraestrutura, educação, saúde, segurança, erradicação da miséria, cultura, esporte, pesquisa, ciência e tecnologia, defesa civil, meio ambiente, mitigação das mudanças climáticas e tratamento de dependentes químicos.
Segundo o substitutivo de Zarattini, rechaçado pelo Plenário, todos os recursos deveriam ser direcionados à educação. A exceção seria no caso da União, que poderia direcionar uma parte à ciência e tecnologia e à defesa; e para os entes produtores quanto aos recursos dos contratos atuais.
O deputado Onyx Lorenzoni criticou o engessamento dos recursos no texto de Zarattini. "Como pode um tributo estar engessado somente para a educação? Há municípios que têm sua educação resolvida, mas têm gravíssimos problemas na saúde. Por que esse prefeito não pode usar esse dinheiro na saúde?", questionou.
Segundo Lorenzoni, a aprovação do texto do Senado evitará que municípios e estados recorram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir a liberação das verbas para outros setores. "É inconstitucional esse carimbo", disse.
Fundos para não produtores
Para distribuir os recursos a estados e municípios não produtores, o projeto cria dois fundos especiais, um para estados e o Distrito Federal e outro para municípios e o Distrito Federal. O DF participa de um e de outro porque tem atribuições de ambos os entes federados.
Atualmente, já existe um fundo para todos os estados e todos os municípios, mas com um pequeno índice (8,75%). Se os produtores desejarem receber recursos por meio desses novos fundos, deverão desistir dos percentuais a que terão direito exclusivo.
Os novos recursos serão distribuídos entre os governos estaduais e entre os governos municipais segundo os critérios dos fundos de participação dos estados (FPE) e dos municípios (FPM), respectivamente.
Cada um dos fundos contará, a partir de 2013, com 21% dos recursos do petróleo explorado na plataforma continental. Em 2019, o índice passa a 27%.
Para a União, o texto diminui sua cota de 30% para 20% e direciona o dinheiro ao Fundo Social criado pela Lei 12.351/10.
Em razão dessa redistribuição, os estados produtores passarão dos 26,25% atuais para 20%. Os mesmos percentuais servem para os municípios produtores. Já os municípios onde ocorrem embarque e desembarque do petróleo diminuem sua participação de 8,75% para 3%.
Limites
O texto do Senado impõe ainda aos municípios produtores ou afetados pelo embarque e desembarque do petróleo um limite de recursos a receber. A soma de royalties recebidos dos contratos de concessão, dos contratos de partilha e da participação especial será limitada aos valores recebidos em 2011 ou a duas vezes o valor per capita distribuído pelo FPM multiplicado pela população do município, o que for maior.
Aquilo que exceder esse limite será revertido aos fundos especiais para rateio entre os não produtores.
Participação especial
Quanto à chamada participação especial, um adicional que as empresas devem pagar quando a produção de um poço for considerada muito grande, o projeto também estabelece novos percentuais de distribuição. Essa parcela é devida tanto em relação à exploração no continente quanto à feita no mar, seja petróleo do pré-sal ou não. Entretanto, ela incide somente nos contratos de concessão.
A União cairá dos 50% da participação distribuída para 43% em 2013, subindo para 46% em 2019. Os estados produtores passarão dos atuais 40% para 32% em 2013 e cairão para 20% em 2019.
Os municípios produtores terão o índice atual reduzido de 10% para 5% em 2013 e 4% em 2019. Municípios afetados pelo embarque e desembarque de petróleo e gás não recebem participação especial atualmente e continuarão sem recebê-la.
Já os fundos de estados não produtores e de municípios não produtores contarão, cada um, com 10% em 2013 e 15% em 2019. Hoje, não recebem nada.
Regime de partilha
O texto define, para as explorações feitas sob o regime de partilha, um montante maior de royalties devido sobre a produção: 15%. Os contratos atuais estipulam 10%.
As licitações com essas regras, introduzidas pela Lei 12.351/10 após a descoberta do pré-sal, ainda não foram realizadas devido à falta de critérios para a distribuição dos royalties.
Na partilha, uma parte do petróleo extraído da área do pré-sal fica com a União. A Petrobras deve, obrigatoriamente, participar como operadora do consórcio de empresas que ganhar a licitação do bloco de exploração.
Divisão de recursos
Os royalties sobre a produção vinda da plataforma continental serão distribuídos com os seguintes percentuais:
União: 22%
Estados produtores: 22%
Municípios produtores: 5%
Municípios afetados pelo embarque e desembarque: 2%
Fundo de todos os estados: 24,5%
Fundo de todos os municípios: 24,5%

Sobre o petróleo do continente, a distribuição será:
União: 15%
Estados produtores: 20%
Municípios produtores: 10%
Municípios afetados pelo embarque e desembarque: 5%
Fundo de todos os estados: 25%
Fundo de todos os municípios: 25%

Produção futura
Estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projetam que, em 2020, a produção de petróleo atingirá cerca de 5,8 milhões de barris por dia.
Traduzida em números pelo Ministério de Minas e Energia, essa produção deve gerar receitas de royalties e de participação especial – referentes a áreas situadas no mar – de R$ 54,5 bilhões naquele ano.
A conta considera uma visão conservadora do preço do barril igual a 90,6 dólares e taxa de câmbio de R$ 1,70/US$. Nesse cenário, a renda do petróleo, que foi de R$ 25,6 bilhões em 2011, aumentaria para cerca de R$ 60 bilhões em 2020, considerada a contribuição de áreas terrestres.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Dilma anuncia prorrogação do programa Bolsa Estiagem


A presidente Dilma Rousseff (PT) disse, na manhã desta segunda-feira (5), que o Governo Federal vai prorrogar por mais dois meses o pagamento do Bolsa Estiagem em razão da seca prolongada na Região Nordeste e no norte de Minas Gerais. Segundo o G1, cada família beneficiada pelo programa vai receber mais duas parcelas de R$ 80, totalizando um custeio de R$ 560, e não mais de R$ 400.
Dilma destacou ainda que os agricultores cadastrados no Garantia Safra também vão receber ajuda extra do Governo Federal em razão da estiagem. A eles serão pagas duas parcelas a mais do benefício, cada uma no valor de R$ 136. “Com mais dois meses de Bolsa Estiagem e dois meses de Garantia Safra, estamos garantindo renda para 1,5 milhão de famílias que vivem no Semiárido”, avaliou.
Outra medida anunciada pela presidente trata da prorrogação, até fevereiro de 2013, da venda de milho a um preço mais baixo que o do mercado para pequenos agricultores. Além disso, Dilma informou que a Operação Carro-Pipa será ampliada – o Exército Brasileiro foi autorizado a contratar mais 906 carros-pipa, que vão se juntar aos 4.082 em serviço. Os Estados, segundo ela, também receberam recursos e já contrataram mais de dois mil carros-pipa.

Butantan testa com sucesso toxina do veneno da cascavel contra câncer de pele


Uma toxina contida no veneno da cascavel mostrou-se eficaz no tratamento de células cancerígenas.A descoberta foi feita por pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo.
A pesquisa inédita permitiu a identificação e a extração de uma substância contida no veneno da cobra, uma toxina chamada crotamina.
Quando aplicada em camundongos com câncer de pele, a crotamina aumentou a sobrevida do animal em 70%.A toxina também atrasou o desenvolvimento do tumor e, em alguns casos, inibiu seu crescimento.
De acordo com a geneticista Irina Kerkis, coordenadora do projeto, em comparação com outras drogas, a crotamina tem a vantagem de não apresentar os mesmos efeitos colaterais.
“A crotamina é solúvel em diferentes solventes e não produz reação alérgica e não interfere na imunidade”, disse.
A crotamina mata as células cancerígenas sem afetar as células normais.Em outra linha de pesquisas do mesmo instituto, cientistas estão usando compostos do veneno da cascavel para o combate à dor.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Incêndio em equipamento provocou blecaute no Norte e Nordeste do país


O incêndio em um equipamento entre as subestações de Colinas (TO) e Imperatriz (MA) foi a causa do desabastecimento de energia ocorrido na Região Nordeste e em parte do Norte do país, na madrugada de hoje (26). O problema ocorreu justamente na interligação entre os sistemas Norte-Nordeste e Sul-Sudeste.

A linha de transmissão é operada pela empresa Taesa. Segundo informação da assessoria de imprensa do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o problema ocorreu pouco depois da meia-noite e demorou pouco mais de uma hora para ser resolvido. Portanto, por volta da 1h30, a energia na linha principal já tinha sido restabelecida. No entanto, as distribuidoras de energia levaram mais tempo para restaurar a energia nas linhas secundárias.

Uma reunião de técnicos às 14h de hoje, na sede do ONS, no Rio, vai analisar mais profundamente o problema. Pela manhã, o assunto deve ser discutido em uma reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, em Brasília.


Com informações da Agência Brasil./Tribuna do Norte 

Apagão deixa Brasil no escuro


Um apagão atingiu vários Estados do país no final da noite de ontem (25). Toda a região Nordeste, parte da região Norte e áreas do Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais foram afetados. 

Dados preliminares do Operador Nacional do Sistema (ONS), indicam que a falta de energia começou pouco depois da meia-noite (horário de verão) e estendeu-se por cerca de duas horas. Em seguida, a energia elétrica retornou na maioria das áreas.

Em Mossoró, a energia caiu por volta das 23h15 e retornou aproximadamente às 3 horas da manhã.

As causas do desabastecimento de energia ainda estão sendo investigadas pelo ONS. Há uma reunião agendada para o dia 29 que, segundo a assessoria do Operador, é rotina. Não está afastada, no entanto, a possibilidade de uma convocação de urgência, ainda nesta sexta-feira, para examinar o caso.

O assunto tomou conta das redes sociais. Sobraram humor, revolta e preconceito contra os nordestinos.

* Com informações da Agência Brasil

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

89% querem reduzir maioridade penal no país


Enquanto o Brasil assiste ao julgamento do mensalão, o Senado divulgou o resultado de uma pesquisa realizada pela sua Secretaria de Opinião Pública indicando que 89% da população é a favor de aumentar a maioridade penal. Divulgado ontem (23), o estudo foi realizado por telefone com 1.232 pessoas de 119 municípios, incluindo todas as capitais. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
Os dados mostram que 20% dos brasileiros acham que a lei deveria permitir a prisão das pessoas a qualquer idade. Outros 16% acham que a maioridade penal deveria começar aos 12 anos. Para 18%, isso deveria ocorrer aos 14 anos. E 35% disseram que 16 anos é a idade mínima que alguém deve ter para ir preso. Só 7% concordam com a atual regra, que estabelece a maioridade penal a partir dos 18 anos. Deram outras respostas 3% dos entrevistados e 1% não soube ou não quis responder.
A pesquisa foi feita porque os senadores estão analisando um projeto de mudanças para o Código Penal, o PLS 236/2012. Outras perguntas também foram feitas aos entrevistados.
Os resultados mostram também que 50% da população acham que o limite de 30 anos de prisão deveria aumentar. O tempo máximo de reclusão deveria ser de 40 anos (para 9% dos entrevistados), 50 anos (para 36%) ou não ter limite (para 5%). A atual regra está correta para 17%. Mas 8% acham que deveria diminuir para 20 anos e 9%, para 10 anos. Outras respostas foram dadas por 6% e 9% não souberam ou não responderam à questão.
Sobre drogas, o estudo aponta 89% da população a favor da que a lei proíba que uma pessoa produza e guarde drogas para consumo próprio. Só 9% concordaram a permissão. E 1% não soube ou não quis responder à pergunta.
A maioria das pessoas (82%) é contra o aborto quando o procedimento é adotado porque a mulher não deseja o filho. Mas a maioria fica a favor do aborto quando a gravidez coloca a vida da mulher em risco (74%), é causada por estupro (78%) ou quando o bebê possa morrer após o nascimento por conta de doença (67%)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Pela terceira vez Juliana Paes é eleita a mulher mais sexy do mundo


Pela 3ª vez, Juliana Paes é eleita a mulher mais sexy do mundo - Image 1
A beleza natural de Gabriela rendeu a Juliana Paes o título de mulher mais sexy do mundo. A atriz está no topo da tradicional lista anual da revista “Vip”, que elege sempre cem nomes de deusas que fazem muita gente babar.

Juliana já havia ocupado esse mesmo posto em 2006 e em 2007. Além dela, Isis Valverde, Débora Nascimento, Fernanda Lima, Mila Kunis e Isabeli Fontana estão entre as mais sexy. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Oposição à Dilma cai 30% após eleições nos 2 turnos

- Publicado por Robson Pires
Os resultados do 1º turno e as pesquisas do 2º indicam que os partidos de oposição à presidente Dilma Rousseff terão um encolhimento de 30%, pelo critério do número de eleitores governados, quando comparadas as eleições de 2008 e 2012. Há quatro anos, PSDB, DEM, PPS e PSOL conquistaram o comando de cidades que concentravam 28% do eleitorado do País. Esses mesmos partidos devem eleger agora prefeitos de municípios que abrigam 19% dos eleitores.

Em números absolutos, as legendas de oposição passaram a governar 35 milhões de eleitores quando seus prefeitos eleitos em 2008 tomaram posse no ano seguinte. Pelo que projetam as pesquisas, essa parcela cairia para pouco menos de 27 milhões de eleitores no período 2013-2016. Já os partidos da base podem ampliar seu eleitorado governado de 91 milhões para 99 milhões em quatro anos.

Oposição à Dilma cai 30% após eleições nos 2 turnos

- Publicado por Robson Pires
Os resultados do 1º turno e as pesquisas do 2º indicam que os partidos de oposição à presidente Dilma Rousseff terão um encolhimento de 30%, pelo critério do número de eleitores governados, quando comparadas as eleições de 2008 e 2012. Há quatro anos, PSDB, DEM, PPS e PSOL conquistaram o comando de cidades que concentravam 28% do eleitorado do País. Esses mesmos partidos devem eleger agora prefeitos de municípios que abrigam 19% dos eleitores.

Em números absolutos, as legendas de oposição passaram a governar 35 milhões de eleitores quando seus prefeitos eleitos em 2008 tomaram posse no ano seguinte. Pelo que projetam as pesquisas, essa parcela cairia para pouco menos de 27 milhões de eleitores no período 2013-2016. Já os partidos da base podem ampliar seu eleitorado governado de 91 milhões para 99 milhões em quatro anos.

Detran intensifica ações a procura pelos veículos campeões de multas

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) intensificou a procura pelos veículos campeões de multas. Um levantamento do órgão revela que somente os 10 primeiros colocados no ranking dos maiores infratores do DF acumulam 4,9 mil notificações, R$ 617 mil em prejuízo para os cofres públicos.

Na última terça-feira, os agentes do Detran apreenderam o 35º carro que figura na lista, composta por 50 automóveis. O VW Golf, com 207 sanções, tem dívida de R$ 30 mil — que inclui IPVA, taxas de licenciamento, seguro obrigatório e multas em atraso — e foi flagrado na L2 Norte, depois de monitoramento e planejamento da equipe de Inteligência do órgão.
O carro é avaliado em R$ 10 mil. A operação que pretende tirar de circulação os devedores foi batizada de Cartas Marcadas.

sábado, 20 de outubro de 2012

Horário de verão começa à meia noite de hoje



O horário de verão deste ano começa neste domingo (21) e vai até 17 de fevereiro de 2013. À meia-noite deste sábado (20), os brasileiros que moram nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem adiantar o relógio em uma hora.
Segundo informações do Ministério de Minas e Energia, durante a vigência do horário diferenciado está prevista uma redução média de 5% no consumo no horário de pico, que vai das 18h ás 21h.
A Bahia chegou a estudar a possibilidade de aderir ao horário de verão, mas, devido ao alto grau de rejeição da população à medida, o governador Jaques Wagner (PT) decidiu que o Estado seguirá o horário convencional adotado em toda a Região Nordeste. Uma pesquisa do governo mostrou que 75% da população baiana são contrários ao horário diferenciado.
O horário de verão é adotado em função do aumento da demanda por energia nesta época do ano, resultante do calor e do crescimento da produção da indústria com a aproximação do Natal. O Norte e Nordeste não aderem á mudança, porque o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) avaliou que a economia nesses mercados é pouco expressiva, e não justifica a participação.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Pesquisa vai avaliar a saúde da população brasileira


A partir de 2013, o Ministério da Saúde iniciará pesquisa com o objetivo de avaliar a saúde da população. Cerca de 16 mil pessoas, de 1.600 municípios, vão passar por exames de sangue e urina, além de medir a pressão arterial.
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) faz parte do Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. A meta é colher dados sobre os hábitos de alimentação, tabagismo, uso de bebidas alcoólicas, da prática de atividade física e sobre fatores associados a comportamentos não saudáveis da população.
De acordo com o Ministério da Saúde, as informações vão ser base de ações de combate às doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72% das mortes no Brasil.
O levantamento vai contar com  a parceria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para levar questionários a 80 mil residências. Ele pretende estimar a cobertura de exames preventivos de câncer de colo de útero e de mama e quer ainda investigar a atenção dada aos doentes diagnosticados com hipertensão, diabetes e depressão, incluindo o acesso a medicamentos, exames complementares de diagnóstico e continuidade nos cuidados.

Xuxa ganha r$ 150 mil da Igreja Universal, que a acusou de ter pacto com o diabo


Após ser condenada nessa segunda-feira (15) a pagar R$ 50 mil por plágio , Xuxa venceu o processo que movia desde 2008 contra o jornal “Folha Universal”, da Igreja Universal do Reino de Deus. De acordo com a sentença deferida pela juíza Flávia de Almeida Viveiros de Castro também na segunda, mas expedida nesta quarta-feira (17), Xuxa receberá R$ 150 mil de indenização e uma retração formal na primeira página da publicação com os dizeres: “MARIA DA GRAÇA XUXA MENEGHEL afirma que tem profunda fé em Deus e respeita todas as religiões.”
Na época da acusação, o tabloide do Bispo Edir Macedo afirmou que a apresentadora tinha “pacto com o diabo”. Não há mais possibilidade de recurso na ação, que já havia passado para a segunda instância em janeiro.(IG)

 
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