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terça-feira, 29 de abril de 2014

Prefeitura de Ipanguaçu reforma espaço para implantação de unidade básica de saúde em Cuó

Nos últimos anos a prefeitura de Ipanguaçu vem investindo na reforma e ampliação das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Dando continuidade a esses investimentos o governo municipal iniciou mais uma nova reforma, desta vez na comunidade de Cuó a 11 km do centro da cidade, que em poucos meses ganhará uma nova UBS. 

O secretário de Obras e Serviços Urbanos, Genilo Rodrigues, que acompanha as obras iniciadas a duas semanas diz que a UBS de Cuó faz parte do projeto de ampliação da atenção básica de saúde do governo municipal, “desde o início a Prefeitura tem se preocupado com todas as áreas, a saúde é uma delas, que por décadas sofreu com a sucateamento do sistema público. Os investimentos em Cuó resultarão em breve na melhor eficiência e atendimento a toda a comunidade”, destaca. 

A reforça está sendo realizada no antigo prédio construído para funcionar uma escola, na qual a mais de uma 8 anos encontra-se desativado. O prédio está sendo restruturado, contando com um investimento de mais de R$ 25 em recursos próprios. A unidade de saúde ao ser inaugurada contará com salas para atendimento médicos, enfermeiros, farmácia e reuniões. 

Nesta última semana a Prefeitura licitou a construção da Unidade Básica de Saúde da comunidade de Itu, a obra está que estão orçadas no valor de R$ 408mil e será construída na comunidade através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2).

Unidades em andamento 

Genilo ainda fala que as UBS das comunidades de Arapuá e Tira fogo já estão concluídas, aguardando apenas a autorização da Caixa Econômica Federal para a inauguração. “Já solicitamos a medição a CAIXA, assim que for aprovado, entregaremos a Secretaria de Saúde para que as unidades possam ser equipadas e entregas a população” diz. As obras estão orçadas em mais de 600 mil de reais. 

Uma outra unidade que deverá ser concluída na primeiras semanas de maio é o Centro de Saúde Tibúrcio Freire da Silveira. A unidade deveria ter sido entregue no ano passado, mas sofreu atrasos na entrega pela empresa vencedora da licitação. Após a conclusão à obra passará pela avaliação da Caixa, para logo então ser equipada.

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