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terça-feira, 29 de abril de 2014

Gestores e profissionais de saúde de Ipanguaçu discutem rede cegonha


Durante está terça-feira(29) gestores municipais, profissionais e técnicos da saúde, reuniram-se na sede da Câmara de Vereadores do município para participar do Iº Fórum Municipal da Rede Cegonha. O objetivo foi discutir as responsabilidades da gestão nas políticas de atenção à saúde da gestante e dos recém-nascidos e da criança até dois anos.

A Rede Cegonha foi instituída pela Portaria nº 1.459, de 24 de junho de 2011, e consiste numa rede de cuidados que visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada na gravidez, parto e puerpério; e, à criança, o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudável. 

Em Ipanguaçu a adesão a rede cegonha se concretizou em 2012. Segundo a secretária municipal de Saúde, Sumaira Fonseca, que esteve participando do fórum, o município como ainda não realiza partos, a adesão se caracteriza como os componentes de pré-natal, puerpério e atenção integral à saúde da criança. “Nessa mesma época elaboramos um Plano Municipal da Rede Cegonha, e hoje estamos realizando esse fórum municipal como parte do plano municipal, com todos os profissionais das equipes de saúde da família e agentes comunitários de saúde. Queremos com o fórum discutir e melhorar o atendimento e acompanhamento as mães e seus filhos”, explica a secretária. 

A Rede Cegonha ainda busca reduzir a mortalidade materna, ampliando os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A secretária municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social, Cristina Oliveira, prestigiou a realização do fórum e disse que as políticas da rede cegonha aliam na assistência as mulheres, propondo um atendimento mais humanizado e digno. “Dos agentes de saúde aos médicos todos tem papel fundamental neste programa, acredito que com a colaboração de todos conseguiremos efetivar a oferta de uma saúde de qualidade a nossa população”, frisa.


O fórum ainda contou com a apresentação do programa aos profissionais de saúde, fomentando o acesso às informações, as diretrizes e aprofundamento das práticas de atenção que defendam e protejam as vidas de mães e filhos. 


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