
Na variação mensal, de junho contra maio, o índice caiu 4% e na anual, 3%.
O que mais contribuiu para o crescimento do indicador no primeiro semestre do ano foi dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.), com variação positiva de 12,6%.
A inadimplência com bancos também cresceu 1,3%. Já os cheques sem fundos apresentaram queda de 9,4% e os títulos protestados também caíram 1,4%.
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