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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Secretaria de Saúde alerta pais para imunizar as crianças contra a paralisia infantil

Com objetivo de manter a erradicação da Poliomielite estabelecendo proteção coletiva e evitar a disseminação do vírus a Prefeitura de Ipanguaçu através da Secretaria Municipal de Saúde(SMS) vem vacinando as crianças desde o último dia 08 de junho quando teve inicio a Campanha de Vacinação contra a paralisia infantil.

A campanha pretende vacinar as crianças a partir dos seis meses até os menores de cinco anos de idade, no Brasil o índice de vacinação pontua 55,26%(7.134.351 doses), no estado do Rio Grande do Norte(RN) o índice é de 50,55 (110.339 doses), na cidade de acordo com dados da secretaria, pouco mais 45,84% - 518 crianças já receberam a dose. A meta é vacinar todo o público alvo, cerca de 1. 130 crianças. 

A Secretária de Saúde do município, Sumaira Fonseca, destaca que os pais precisam levar os filhos até o posto de saúde mais próximo para que elas possam receber as gotinhas. Ela destaca que mesmo não tendo sido registrados há anos novos caso do vírus é importante a imunização dos menores para que não haja reintrodução da poliomielite, “alertamos os pais, e pedimos para que, quanto antes leve os filhos para tomar as gotinhas, é simples, rápido e fácil, qualquer duvida que venham a ter, conversem com a equipe de saúde da área. É de fundamental importância que todo o público seja vacinado, já alcançamos a meta por varias anos, desta vez não pode ser diferente” alerta a secretaria. 

A vacinação se estenderá até 21 de junho, uma sexta-feira. A vacina oral contra a Paralisia Infantil é extremamente segura, sendo raras as reações associadas a sua administração. O evento adverso informado como associado à vacina oral produzida a partir dos poliovírus atenuado é a Poliomielite pós-vacinal ou Poliomielite associada ao vírus vacinal, que se caracteriza pelo desenvolvimento de paralisia flácida aguda (PFA) idêntica a que ocorre com o vírus selvagem, podendo também determinar sequelas motoras definitivas. A ocorrência da paralisia associada à vacina, no entanto, é muito rara.

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