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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Vereador de Ipanguaçu Doel Soares(PR) é acusado de desvio de dinheiro público

O vereador e ex-tesoureiro da Associação do assentamento Pedro Ezequiel de Araujo em Ipanguaçu, Doel Soares da Costa (PR), é acusado de desviar mais de R$ 6 mil no ano de 2008 para investir em campanha eleitoral.

A acusação do suposto desvio de dinheiro público é feita pelo atual presidente da associação, Francinaldo Gonzaga, que fala que os R$6 mil  estão contabilizados em 22 notas compras na loja de material de construção ‘Casa do Cimento’ localizado na cidade do Assú.
Vereador Doel Soares(PR).

O atual presidente da associação Francinaldo Gonzaga afirma que nas notas constam materiais que não são liberados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, “tintas, piso cerâmico estão descritos nas notas compras e assinadas pelo próprio vereador no ano de 2008. Já entramos em contato com o INCRA para que possa tomar atitudes cabíveis contra o ex-tesoureiro, as notas provam que houve desvio do dinheiro que deveria ser investido nas casas do assentamento” disse o Francinaldo Gonzaga.

O suposto desvio de dinheiro do assentamento impede que cerca de 30mil reais sejam utilizados nas construções das casas a mais de 2 anos “a associação já realizou o pagamento a loja de material de construção, só que não pode utilizar o material por causa dos 6 mil em debito” frisa Francinaldo.

O dinheiro pode ter sido utilizado em 2008 pelo vereador atual Doel Soares hoje do PR para investimentos na campanha eleitoral na qual o mesmo foi eleito pelo PC do B.

O vereador pode também ser investigado por cadastrar pessoas que não realizam a pratica pesqueira no município. Segundo Francinaldo o município todo não chega a 400 pescadores profissionais, onde na Colônia de Pescadores Z47 do vereador Doel Soares contabilizam mais de 839 pessoas associadas “na colônia do vereador há o dobro do estimado de pescadores em todo o município, se houver a investigação será constatado também irregularidades para aquisição de verba pública” conclui Francinaldo. 

 





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