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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

MEC aprova Licenciatura em Educação do Campo na UFERSA

Educação do Campo é o mais novo curso de graduação da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). A licenciatura foi aprovada através de Edital do Ministério da Educação que, por intermédio da Secretaria de Educação Superior - SESU, Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica - SETEC e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI, selecionou projetos de instituições públicas de ensino superior para o Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (PROCAMPO). O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 27 de dezembro.
Segundo o reitor da UFERSA, José de Arimatea de Matos, a aprovação da licenciatura é um reflexo do crescimento da Instituição, que teve início com a implantação de cursos na área de Ciências Agrárias na época da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM), seguindo posteriormente com a criação de cursos nas áreas das Ciências Exatas e Ciências Sociais Aplicadas que hoje possuem conceito 4 do MEC. “Agora, com a Licenciatura em Educação do Campo, estamos começando a entrar na área das Ciências Humanas”, frisou.
A licenciatura tem como objetivo a formação superior de professores e outros profissionais da educação básica que ensinam na rede pública de ensino das escolas do campo, com o intuito de ampliar a oferta de uma educação de qualidade para esta população. Segundo a coordenadora do curso, professora Marcela Amaral, a iniciativa visa proporcionar uma formação de professores que esteja em consonância com a realidade sócio-econômica e cultural específica das populações que trabalham e vivem no e do campo.
O curso, que terá entrada anual com 120 vagas, contará com 15 professores efetivos e será realizado presencialmente no Campus da UFERSA em Mossoró. “O curso tem a duração de 4 anos e duas habilitações: Ciências Humanas e Sociais, e Ciências da Natureza”, acrescentou a coordenadora.
Ainda segundo o reitor Arimatea, durante os três primeiros anos as vagas serão voltadas preferencialmente para os professores dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio que trabalham no campo. O Ministério da Educação ainda decidirá como será a seleção da primeira turma de alunos.

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