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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Morte de Cinthia Lívia lembra o caso Elizete Moura de 1996

Reprodução Cezar Alves
Elizete Moura Lemos foi morta e jogada no rio Pataxó, em Ipanguaçu, no ano de 1996
Cezar Alves/Da Redação do Jornal de Fato

O rapto seguido de assassinato da menina Cinthia Lívia, de 12 anos, em Tibau, lembra o caso da menina Elizete Moura Lemos, de 10 anos, no dia 10 de novembro de 1996, em Ipanguaçu.

Elizete Moura, assim como Cínthia, foi raptada quando brincava num pastoril perto de sua casa e três dias depois encontrada morta boiano nas águas do rio Pataxó.

O caso foi investigado por 4 delegados, sendo o último Geraldo Luiz de Albuquerque, que prendeu sete pessoas pelo crime, levantando a tese de magia negra.

Os réus alegam que foram brutalmente espancados, além de sofrer choques elétricos, para confessarem o rapto seguido de morte da menina Elizete Moura.


Passados 16 anos, o processo com 16 volumes se encontra na Comarca de Ipanguaçu. Foram vários julgamentos, uns absolvendo e outros condenando os réus. Não existe definição.


O caso Cinthia Livia (foto), que assim como Elizete Moura, comoveu o Estado. A investigação está sendo conduzida pela delegada Daniela Silveira.

O que de fato causou a morte da menina será determinado pelos médicos legistas do ITEP, provavelmente nos laboratórios da sede do órgão, em Natal.

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